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The Boat That Rocked

1 jun

O cenário em que se desenrola The Boat That Rocked é o mesmo de We’ll Take Manhattan (que eu já resenhei aqui), só que focado na música, é claro: a Inglaterra dos anos 60. Um país extremamente aristocrático que renegava a música pop/rock (pensem em Beatles, Rolling Stones e afins) e priorizava a música clássica. Claro que os mais jovens não estavam felizes com isso. Para satisfazer esse público, nasceram as rádios piratas.

A Radio Rock, a primeira delas, funcionava num navio ancorado no Mar do Norte e era dirigida por Quentin. Quando Carl, seu afilhado, é expulso da escola, ele é mandado para lá pela mãe porque é claro que um antro de perdição como uma rádio pirata vai endireitar alguém. Ele é bem recepcionado por todos os disk jóqueis (da onde vem o termo Dj), principalmente por Simon, que logo se torna seu melhor amigo.

Enquanto isso, em Londres, um ministro do Parlamento decide fechar a rádio por achar que é algo imoral e uma má influência sobre os jovens. Assim, ele instrui seu subordinado a encontrar alguma brecha na lei que ajude a tornar a rádio ilegal. Com isso, ele proíbe empresas britânicas de fazerem comerciais na rádio, que pode falir sem esse dinheiro. Para que isso não aconteça, Quentin traz de volta Gavin, um famoso Dj que tinha se aposentado e conta com um imenso fã clube. Os empresários não podem perder essa oportunidade, pois a rádio ganha ainda mais popularidade com a volta de Gavin, então eles passam a pagar suas contas do exterior e continuam investindo na rádio.

Porém, nem tudo são flores. Conde, um dos principais Djs da rádio, se sente ameaçado pelo comeback de Gavin e eles começam uma rixa. Nesse meio tempo, descobrimos que Carl é bv (TOM STURRIDGE BV???? I DON’T SEE THAT HAPPENING) e os outros Djs tentam ajudá-lo a mudar isso. Acontece que periodicamente, um barco leva garotas tietes ao barco da rádio para que os Djs não se sintam tão sozinhos. E é claro que eles tentam arranjar umazinha pro Carl quando isso acontece, mas não dá certo. Eventualmente, ele é apresentado a Marianne, sobrinha de Quentin, por quem ele se apaixona de imediato.

Com o passar do tempo, a rádio se torna mais e mais popular com diferentes faixas estárias e classes sociais. Além das músicas, a vida dos Djs também se torna uma atração, visto que eles narram tudo em seus programas. É claro que esse sucesso só faz enfurecer mais ainda o ministro, que não desiste de acabar com a rádio, contando com várias tentativas frustradas. Isso culmina num final eletrizante e que me matou do coração todas as vezes que eu assisti o filme. Contar mais que isso já seria spoiler, então vamos aos detalhes técnicos!

Todos os Djs são peculiares, começando por Simon, que é a pessoa mais fofa do mundo, passando por Conde, que basicamente respira música, até Gavin, que é um garanhão e é capaz de levar centenas de garotas a loucura só com o som do abrir de seu zíper. E como se isso não bastasse… TOM STURRIDGE. Gente, esse cara é um pe-ca-do. E o personagem dele, Carl, é todo inexperiente e tal. Ou seja: fofura máxima.

E o figurino do filme tá impecável! Claro que a maior parte do elenco é masculina, mas mesmo assim fica claro o perfume 60s: muito terninho e jaqueta e até cabelo tigelinha! E quando as meninas vão visitar o barco é uma festa de tubinhos, minissaias, botas brancas, cabelos de colmeia e afins. Tudo muito caprichado e bem pensado, gostei de ver!

E pesquisando sobre o filme descobri queeeeeee tchanranran  FOI INSPIRADO NUMA HISTÓRIA REAL! Na vida real, a rádio se chamava Radio Caroline e alguns dos personagens do filme foram inspirados em pessoas que realmente existiram e faziam parte da rádio. E pasme: ela ainda existe!!! Aqui vocês podem ler uma entrevista de um dos membros da rádio na década de 60 onde ele fala sobre o cotidiano do navio e sobre a época em que tudo aconteceu (vale a pena ler!).

The Boat That Rocked é um dos meus filmes favoritos. Tudo é impecável: a história, os personagens, o figurino, a trilha sonora etc etc. E quem quiser ver pode achá-lo tanto com esse nome quanto como Pirate Radio. Boa sorte!

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Pinky Wednesday: The Carrie Diaries

24 abr

Mais um post sobre The Carrie Diaries porque necessito da segunda temporada!

Para saber mais sobre a série veja o post que a Mariana fez!

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Quando eu descobri que The Carrie Diaries ia se passar nos anos 80, fiquei ansiosa para ver as roupas e as músicas da série e fiquei surpresa com a trilha sonora maravilhosa. Então vou mostrar hoje as melhores músicas, na minha opinião, que se passou na série:

 Girls Just Want to Have Fun

Logo no piloto já temos várias músicas fantásticas. Esse sucesso de Cindy Lauper é apresentado primeiro na versão de Greg Laswell (que eu amei) e depois aparece já na versão original no final do episódio:

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Bette Davis Eyes

Essa música de 1981 de Kim Carnes apareceu na primeira cena de Carrie em NY.

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Just Can’t Get Enough

Música de Depeche Mode apareceu quando conhecemos uma das melhores personagens da série: Larissa!

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Our House

Da banda inglesa Madness que esteve na última cena do segundo episódio da série, me fez lembrar Carrie e as amigas em Sex and the City.

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Overkill

De Men At Work de 1983.

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I Feel the Earth Move

De Carole King, aparece em um flashback da mãe de Carrie.

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It’s My Life 

De Talk Talk, foi uma das melhores músicas que já tocou na série e uma das que eu mais gosto.

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Eye of the Tiger

Sucesso de Survivor que fez essa cena ser mais engraçada por causa da música! Mouse está impagável.

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Take On Me

Do A-Ha, cantei junto quando tocou, pois eu amo essa música!

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Like a Virgin

Claro que tinha que ter uma música da Madonna e nada melhor do que essa. Na primeira vez que aparece é na própria versão de Madonna, mas no final do episódio aparece com a versão de Fay Wolf (que eu gostei bastante).

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Heaven

Bryan Adams canta essa música linda no season finale da série.

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Cruel Summer

E para fechar a série, uma música da banda inglesa Bananarama que se encaixou perfeitamente com o final.

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Se você ainda está com dúvida se deve assistir essa série ou não, veja o quanto de música boa teve só em 13 episódios!

natalia

Músicas da Disney que você nunca ouviu

26 mar

O processo de criação de um filme é complicado, até mesmo o de um filme de animação. A equipe tem que criar baseando-se no roteiro, e como a animação não envolve pessoas de verdade, muita coisa pode ser cortada, até mesmo os personagens!

A Disney é um dos maiores estúdios de animação do mundo todo e produziu filmes clássicos que são amados por inúmeras gerações. E como não podia deixar de ser, esses filmes foram muito recortados até chegarem ao que a gente conhece. Aqui vocês vão ver algumas músicas (e até mesmo personagens) que não foram incluídos nos filmes de fato.

Algumas músicas provavelmente foram cortadas logo no tratamento inicial, por isso estão em storyboard. E as que nem chegaram a essa fase não tem nem storyboard. E todas são em inglês. Mas se você é mega fã da Disney, isso não vai ser problema!

Aladdin

Aladdin foi um dos filmes mais picotados everrrr. Personagens, músicas e até partes da história em si foram retiradas do filme. Algumas das músicas descartadas eventualmente apareceram em edições especiais dos DVDs e até mesmo nos CDs da trilha sonora do filme.

Proud of Your Boy – Sim, Aladdin tinha mãe. E ela foi cortada porque os produtores achavam-na supérflua demais. Porém, o compositor Howard Ashman gostava muito da personagem e escreveu essa música em que o Aladdin promete a ela que ele ainda vai ser motivo de orgulho (todas chora). EU NEM ACREDITO QUE ESSA MÚSICA E A MÃE DO ALI FORAM CORTADAS. Enfim, a música só começa em 1:45, antes tem uma pequena introdução da equipe.

 

Humiliate the Boy – Há pelo menos dois motivos para essa música não ter sido incluída no filme. O primeiro é a mudança na história: no começo, o Gênio não tinha uma quantidade limitada de desejos, ele podia conceder quantos a pessoa pedisse, como se pode ver nessa música. Logo, quando isso mudou para apenas 3 desejos, a música não fazia mais sentido. E o segundo motivo não é tão concreto assim: a música é um tanto sombria se comparada ao resto do filme (e eu não concordo, mas enfim, quem sou eu?).

Mulan

Keep ‘Em Guessing – SIM, O MUSHU TINHA UMA MÚSICA. I CAN’T EVEN!!!!!!!

O Rei Leão

To Be King – Não há uma resposta certa do porquê essa música não entrou pro filme, mas acho que fica bem claro quando se compara o temperamento do Mufasa e do Zazu nessa música com o do filme em si.

Pocahontas

Dancing to the Wedding Drum – No começo, Kocoum era um tanto quanto extrovertido. Depois, quando decidiram que ele ia fazer o tipo rabugento, essa música perdeu o sentido.

 

Essas foram só algumas das músicas que eu achei, basicamente as que eu mais gostei. Se vocês procurarem no Youtube, vão achar cenas e músicas deletadas e versões alternativas também. Tem muito material pra deixar os fãs soterrados, haha

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