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Tiago Iorc

30 jul

Tiago Iorczeski nasceu no Brasil, mas morou na Inglaterra e nos Estados Unidos durante muito tempo, por isso fala tanto Inglês quanto Português, mas se sente mais a vontade com o Inglês. Em 2007, compôs Nothing But A Song só de brincadeira, para testar seus dotes de compositor e enviou para os amigos. A música acabou chegando a alguém da Som Livre, que gostou e colocou na trilha sonora de Malhação. Daí pro convite a gravação na mesma gravadora que o revelou foi um pulo.

O álbum Let Youself In foi lançado em 2008, com nove músicas compostas por ele e os covers de My Girl e Ticket to Ride. Eu só fui conhecer o álbum e o Tiago em 2009, pois a música Blame (uma das minhas preferidas até hoje) foi tema de um comercial maravilhoso da Renner, o que me fez ir atrás do nome e de quem cantava. E que agradável surpresa! O álbum é todo baseado no pop rock e tem letras fofas e um ritmo descontraído e envolvente, bem jovem e leve e, convenhamos: chiclete.


Já em Umbilical, de 2011, Tiago está mais maduro e isso reflete nas músicas, mais profundas e pessoais. Quem acompanhou o trabalho dele desde o início, provavelmente amadureceu junto com ele, então a identificação é mútua. O álbum começou a ser gravado no Rio e depois Tiago foi a NY onde trabalhou com o produtor Andy Chase no restante do CD. Dos dois trabalhos já lançados dele, esse é o meu preferido. As músicas são extremamente delicadas e verdadeiras e é perceptível que ele se sente mais a vontade nesse estilo mais alternativo do que no pop do álbum anterior.


O novo álbum de Tiago se chama Zeski (o restante de seu sobrenome, haha) e foi lançado hoje no iTunes (o álbum físico só sai lá pra metade de Agosto)! Dentre as músicas, estão: Música Inédita (com participação de Maria Gadu), It’s a Fluke, Forasteiro (com participação de Silva) e Yes and Nothing Less, sendo que as últimas duas têm clipes.


O álbum conta com uma regravação de Tempo Perdido, da Legião Urbana, que pode ser conferida em vídeo que faz parte do projeto Studio 62 do fotógrafo e diretor Rafael Kent, e também com a música Um Dia Após o Outro, com participação de Daniel Lopes. Ou seja: Tiago está se acostumando com o português!


Quem quiser comprar, é só clicar aqui!

E por fim, queria dividir com vocês a maior perfeição do mundo: Tiago Iorc cantando Morena dos Los Hermanos! Gente, é muito amor, assistam!


P.S: Assistam também o clipe de Forasteiro aqui, é muito divertido!

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O Pássaro

26 maio

Na Europa do século XVIII as esposas deviam ser contidas e submissas e as filhas comportadas e obedientes. Os ricos viviam em castelos pomposos, vestindo e comendo do bom e do melhor. Enquanto seus servos usavam trapos e trabalhavam até cair para conseguir migalhas de seus senhores. É nesse cenário que se desenvolve a história de O Pássaro, de Samanta Holtz.

Caroline Mondevideu é como um pássaro preso numa gaiola de ouro. Um belo canário que tem a melhor alpiste e toda a água fresca que quiser a sua disposição, embora tudo o que realmente quer é se ver livre de sua prisão. Filha do Barão Enézio de Mondevidéu, ela mora em um lindo castelo com o pai, a irmã mais velha e a mãe. Tem os melhores vestidos e mais criados do que realmente precisa e mesmo assim não é feliz.

Quando ainda era uma criança espevitada, ela se aventurou pela propriedade do pai e encontrou o filho de um empregado, que a tratou mal e a fez ver como existia desigualdade naquela sociedade. Ao confrontar o pai com as novas descobertas, ela acaba levando uma surra que a marca por toda a vida e faz perceber o quanto o pai pode ser cruel e autoritário.

Com o tempo, a criança alegre e extrovertida, dá lugar a uma bela adolescente de 17 anos, extremamente determinada, chegando até a ser petulante. Com o passar dos anos, Caroline se familiarizou ainda mais com as diferenças entre as classes sociais e passou a discordar de tudo naquele mundo em que vivia. Ela era contra as regras impostas pela sociedade que ditavam que as mulheres deveriam acatar a tudo que os homens lhes mandavam e que os ricos não poderiam se relacionar com os pobres, mesmo que apenas com cordialidade. Mas o principal era que Caroline queria ser dona do próprio destino. Assim, a cada vez mais, ela quer se ver livre de tudo aquilo.

Eventualmente, ela reencontra aquele empregado, que agora já é adulto. Ele continua com o mesmo jeito insolente (segundo Caroline), mas aos poucos, os dois percebem que podem precisar da ajuda um do outro para alcançar um sonho em comum: alçar voo.

Uma coisa que eu adorei foi a escolha dos nomes. Como eu disse, os protagonistas são Bernardo e Caroline. E aí tem o Filip, que eu associo ao Príncipe Filipe da Bela Adormecida (embora a autora tenha me dito que ela não pensou nisso), pois eles são, basicamente a mesma pessoa, hahaha. Elizabeth, a irmã de Caroline, foi escolhido por ser um nome comum na França, onde a história se passa. Dinamene é a principal criada do castelo e seu nome veio de um poema de Camões, segundo a Samanta. Esse foi o que eu mais gostei! Nunca tinha ouvido falar, mas acho que encaixou tão bem na personagem que parece que foi inventado especialmente pra ela!

Confesso que no começo, o livro não me empolgou tanto. Caroline é uma protagonista envolvente que te conduz por seu mundo. Ela é diferente das meninas de sua época e por isso é reprimida por seu pai, o Barão Enézio Mondevideu. Já li alguns romances históricos e em todos eles as personagens eram diferentes das demais ou queriam se ver livres de sua situação financeira (e Caroline é as duas coisas). Isso me leva a pensar se antigamente era tendência ser rebelde, hahaha. Mas mesmo sendo mais do mesmo, a luta e Caroline é compreensível. Afinal de contas, nada mais justo do que escolher com quem você quer casar.

E por falar em casamento… Esse é um ponto central do livro. O pai de Caroline e eu quer que ela case com Filip, seu melhor amigo desde a infância. Filip é um sonho! Lindo, carinhoso, rico e, principalmente, compreensivo. Ele admira o jeito de Caroline e a ama desde que eram crianças, então é claro que ele quer casar com ela. Mas ela acha que casar significa ficar presa, mesmo que com Filip. E como eu fiquei com pena dele! Apesar de não aparecer tanto quanto eu gostaria, ele foi um dos meus personagens favoritos.

Enquanto Filip me conquistou desde sua primeira aparição, Bernardo não conseguiu meu apreço de imediato. Ele é arrogante, convencido, rude e trata Caroline mal só pelo fato de ser rica. E mesmo assim, ela insiste nele e eles seguem numa jornada de muitas descobertas. Acho que não é spoiler dizer que existe um romance entre eles. Na verdade, é até bem óbvio. Tudo começa de forma lenta e eu fui me envolvendo com a história desses dois, que se deu de forma gradual. Você acompanha como eles se apaixonam, desapaixonam e voltam a se apaixonar de novo e torce pelo amor deles. Então para não estragar as surpresas de quem não leu, vou dar o meu parecer de forma sucinta, ou seja: AI MEU DEUS!!!!!!

Até aí, o livro estava indo bem, mas nada que me deixasse apaixonada. E aí o livro foi acabando e BOOM! Foram tantas surpresas e reviravoltas que eu não sabia mais o que esperar. Teve momentos que eu cheguei a rolar na cama de tão besta que fiquei com o que aconteceu.  E o final, aaaaah, o final! Terminei a leitura sem saber se ria ou chorava, porque foi tudo tão lindo e poético! Tudo que me incomodou no decorrer do livro foi fichinha perto do final, que compensou tudo. Então quando virei a última página, eu já queria voltar a primeira e ler tudo de novo, pois sabendo o que acontece, eu posso dar mais valor aos pequenos detalhes. Por fim, O Pássaro conseguiu me ganhar e é um livro que eu recomendo!

A capa, como vocês podem perceber pela foto acima, é LIN-DA. Fico feliz de ter um livro tão bonito na minha estante. As páginas não são amarelas e nem exatamente brancas, o que facilita a leitura (visto que página branca reflete a luz etc etc). Encontrei poucos erros de revisão que podem ser facilmente corrigidos numa próxima edição. O livro tá quase impecável, leiam!

E pra encerrar essa resenha, queria fazer uma menção honrosa a Samanta Holtz, uma jovem escritora brasileira que, assim como Caroline e Bernardo, foi atrás de seu sonho. Ela é super receptiva e acessível. Prova disso é que eu conversei com ela pelo Skoob e ela foi muito atenciosa comigo. O próximo livro dela, Quero Ser Beth Levitt, deve ser lançado em breve e eu, com certeza, vou ler. Beijos, Sam!

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Somos Tão Jovens

24 maio

Somos Tão Jovens é um filme sobre a juventude de Renato Russo e a cena do rock na Brasília dos anos 80. Nós duas assistimos e vamos fazer uma resenha conjunta sobre ele. Mas antes, um pouco sobre o filme.

Na Brasília do começo dos anos 70, Renato Manfredini Júnior é um adolescente que não é muito popular na escola. Depois de um acidente de bicicleta, ele descobre que tem uma doença que o obriga a operar a perna, o que o leva a ficar preso a cama durante meses. É então que ele devora livros sem parar e toma gosto pela música, principalmente o punk britânico. É também nessa época que ele escreve suas primeiras músicas.

Já recuperado, ele faz amizade com outras pessoas que também se interessam pelo punk. Essas pessoas ficaram conhecidas na história da música brasileira, como Turma da Colina (referência a um condomínio de prédios que tinha esse nome e onde eles se encontravam frequentemente). Juntos, eles bebiam muito, se drogavam, iam a festas, acampavam, faziam fogueiras e escutavam punk. Basicamente, eles só faziam o que era mal visto pela ditadura.

Foi assim que Renato conheceu Fê Lemos, um apaixonado por Sex Pistols como ele. Ao encontrar André Pretorius na rua e constatar que ele parecia com Sid Vicious (vocalista do Sex Pistols), os três se juntaram e criaram o Aborto Elétrico, primeira banda de Renato. Depois de apenas um show, André teve que voltar a África do Sul (ele era africano e morava no Brasil, pois seu pai era embaixador) para servir no exército e o irmão de Fê, Flávio, entrou em seu lugar.

Renato acabou saindo da banda e algum tempo depois a banda acabou. Nesse meio tempo, Renato passou a se apresentar sozinho, como o Trovador Solitário, com um som mais acústico, mas não fazia muito sucesso com o público. Eventualmente, ele conheceu Marcelo Bonfá e formou uma banda com ele. Depois de um tempo sem um baixista fixo, eles acharam Dado Villa-Lobos, que ficou no posto. E assim nascia a Legião Urbana.

Renato Russo é interpretado por Thiago Mendonça e eles são IDÊNTICOS tirando os olhos claros. O ator que faz Dinho Ouro Preto, Ibsen Perucci, também se parece muito com ele. O filho de Dado Villa-Lobos foi quem o interpretou no filme e eles parecem a mesma pessoa! Herbert Vianna não aparece muito no filme, mas o ator que o representou, Edu Moraes, conseguiu fazer a voz ficar idêntica ao do verdadeiro Herbert! Agora sim, vamos à resenha!

Mariana

Somos Tão Jovens me surpreendeu de várias maneiras. Primeiro pelo retrato de Renato Russo. Eu não imaginava que ele fosse uma pessoa tão difícil de lidar, chegando a ser inconveniente. Não sei qual imagem eu fazia dele, mas certamente não era a que o filme me apresentou.

Outro ponto que me surpreendeu foi o fato da Legião Urbana não ser o ponto principal do filme, e sim o próprio Renato. Somos Tão Jovens é um filme sobre ele. Como ele se relacionava com a música e com outras pessoas. Logo, as bandas que ele formou durante sua carreira eram apenas desdobramentos disso. Como o filme abordou mais o começo do interesse dele pelo punk, o Aborto Elétrico teve mais destaque, pois foi influenciado diretamente por esse estilo musical. Gostei da transição dessa banda para a Legião, que acompanhou o amadurecimento do Renato.

Algo que me incomodou foi o final. Aviso aos navegantes: o filme não retrata a ascensão meteórica da Legião. Pelo contrário, só vai até o primeiro show da banda no Rio. Eu não sabia disso antes de ver o filme, então senti como se tivesse acabado de repente, como se estivesse faltando um pedaço, mesmo que todos nós saibamos como tudo acabou.

Thiago Mendonça conseguiu me ganhar. Além de ser parecido com Renato fisicamente, ele também conseguiu copiar o jeito e trejeitos do cantor. Só achei que no começo ele parecia um pouco caricato, como se querendo convencer o público de que estudou pro papel e que sabia da responsabilidade de interpretar alguém tão importante.

Outra coisa que me incomodou foi a escolha das músicas. Entendo que elas foram apresentadas cronologicamente, o que é certo. Mas poxa, Pais e Filhos não era pedir demais né, mesmo que fosse apenas uma música de fundo. Claro que eu também queria Angra dos Reis (minha favorita), mas já sabia que seria difícil. Enfim, eu gostei do filme, mesmo com seus altos e baixos. Assistam!

Natália

Primeiro eu tenho que admitir que não sabia muito da vida do Renato Russo e que não sou grande conhecedora de suas músicas.  Sempre adorei as letras de suas músicas então quando descobri que ia ter o filme eu fiquei super curiosa! Esperava um pouco mais do filme porque achei que ia contar a história da vida dele toda, mas só vai até o primeiro show da Legião Urbana no Rio. Adorei saber as histórias por trás de algumas músicas e fiquei totalmente surpresa com o quanto ele era rebelde!

Achei a escolha do elenco fantástica, começando pelo Thiago Mendonça que conseguiu retratar as expressões do cantor muito bem além de ser muito parecido com ele e o ator Ibsen Perucci que interpreta o Dinho Ouro Preto, que na primeira cena que ele apareceu eu já consegui identificar quem era por conseguir mostrar os jeitos do cantor logo no início. Concordo com a Mariana e não custava nada mostrar Pais e Filhos no filme, que é a minha música preferida dele. Foi uma surpresa pra mim o filme ter acabado tão rápido, mas o final é bonito e achei uma bela homenagem ao cantor. Vale a pena assistir!

O Rouge está de volta!

15 abr

Rouge_Turne

SIM, ELAS ESTÃO DE VOLTA! Nossas musas, famosas pelo ritmo Ragatanga, vão se reunir para comemorar os 10 anos da banda, gravando DVD e fazendo turnê pelo país (quem vamos?).  Rick Bonadio, que foi responsável pelo reality que as lançou, o Popstar, também foi quem idealizou a volta. Por isso, elas estão participando do novo reality dele, Fábrica de Estrelas, que vai ao ar no Multishow.

Luciana, que deixou a banda após o lançamento do segundo cd, foi convidada para retornar, mas não aceitou. Ela alegou que desde o início não se identificou com o repertório por ser muito pop e que por isso, não acharia justo voltar agora e parecer que estava pegando carona no sucesso pra se promover. Luciana tem carreira solo, mas eu nem me dignei a escutar as músicas porque tomei abuso dela.

A previsão era de que o primeiro single desse comeback fosse apresentado na íntegra no episódio do dia 8 de Abril. Mas a produção resolveu mostrar só o making of da gravação da música, passando a estreia da mesma pro episódio do dia 15 (hoje) só pra dar mais ibope.  E pra nos deixar na expectativa, foi liberado um preview da música, que se chama Tudo é Rouge e que você confere abaixo.

 

Pena que é só o instrumental, mas já dá pra ter uma ideia do que pode vir por aí. A outra música já confirmada se chama Tudo Outra Vez. Pelo nome das músicas, parece que vai ser uma coisa bem nostálgica pra exaltar nossa girl band favorita (desculpa sociedade, gosto mais de Rouge do que das Spice Girls).

Mas por onde elas andaram durante esse tempo todo?

Fantine

Com o fim do Rouge em 2006, Fantine formou uma banda com seu irmão, a Banda Thó (Thó é o sobrenome da família). Eles começaram a gravar as músicas para lançar um cd independente, mas ela ficou grávida e o lançamento do álbum foi adiado, sem nunca ter sido lançado. Ela se mudou para a Holanda com o marido para dar a luz à filha, Christine, e vive lá até hoje. Começou carreira solo no país, compondo suas próprias músicas em inglês (vale a pena escutar ein!). Fantine não mudou nada, pelo contrário, continua linda e loira e parece que dorme no formol!

Patrícia

CUIDADO: MOMENTO FANGIRL. Sim, Pati sempre foi minha preferida, então preparem-se. Patrícia agora é Lissah Martins! O nome completo dela é Patricia Lissah Kashiwaba Martins e ela decidiu trocar o nome artístico em homenagem ao seu avô. Em 2007, ela gravou a versão brasileira de Gotta Go My Own Way do High School Musical 2, chamada Vou Ser do Jeito que Sou (QUEM LEMBRA DISSO????). Mas foi em 2008 que a carreira dela deslanchou. Pati começou a fazer musicais!!! O que ela está fazendo hoje em dia é Priscilla: a Rainha do Deserto, mas ela já fez até a Bela no musical da Bela e a Fera! E NÃO PARA POR AÍ!!! Você que sonhava em ver as integrantes do Rouge e do Br’oz namorando, pode preparar seu coraçãozinho. Acontece que em 2009, Patrícia e Matheus do Br’oz se casaram (e estão juntos até hoje)! SIIIIIIM, MINHA GENTE!!! Aline e Karin foram madrinhas e todos os outros meninos do Br’oz foram os padrinhos. Só amor!!!

Aline

De longe, a que mais mudou, parece outra pessoa! Não só fisicamente porque na verdade, acho que o que mais chama a atenção é o amadurecimento. Quem diria que aquela menina desmilinguida ia ficar tão elegante e classuda??? Com o fim do Rouge, Aline fez participações em músicas de outros cantores até ser chamada para fazer o musical O Soar da Liberdade. Em 2009, lançou seu cd solo, Saudade do Samba, que mistura samba e MPB, os ritmos que sempre gostou. No final de 2009, voltou aos musicais, participando de Hairspray junto com Karin. Atualmente, está no elenco do musical Tim Maia: Vale Tudo. Mas o mais importante é: ela namora Igor Rickli, ator que faz o Alberto na novela das seis (Flor do Caribe) há dois anos e meio e até moram juntos! Eike inveja

Karin

Sou a única que achava que o nome dela era Karen??? Passado o susto, vamos ao que interessa. Como eu já disse, Karin foi outra que partiu pro ramo dos musicais. Além de Hairspray, também fez Xanadu e Hair. Foi numa apresentação teatral, que foi descoberta por Miguel Falabella, que a convidou para participar da novela que dirigia na época, Aquele Beijo, a primeira experiência de Karin na televisão. Hoje, ela está em Pé na Cova, minissérie que também é de Falabella.

Então quem quiser escutar a música completa, é só ficar ligado na Fábrica de Estrelas que vai ao ar hoje às 21:30 hrs no Multishow.

E pra fechar com chave de ouro, vamos relembrar os bons tempos com a melhor música de todos os tempos!

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Eu Não Quero Voltar Sozinho

7 abr

Leo e Giovana são melhores amigos. Eles estudam juntos e voltam pra casa juntos todos os dias. Leo é cego, por isso Giovana o guia até a casa dele. Até que um aluno novo, Gabriel, entra na sala deles. Os dois tentam ser simpáticos com ele e logo se tornam amigos. Aos poucos, Gabriel vai ganhando mais e mais espaço no grupo e Giovana começa a morrer de ciúmes. Nesse interim, Leo tem que lidar com uma nova situação.

O curta tem menos de 20 minutos e é em português (é uma produção brasileira), portanto é muito fácil de assistir. Vou deixar ele aqui embaixo e quero que todos vejam!

 

Eu Não Quero Voltar Sozinho é um curta maravilhoso que trata de forma sutil e delicada temas polêmicos como a deficiência e a homossexualidade. A princípio, pode parecer só mais um filme sobre escola, mas com o desenrolar da história, se torna muito mais. Eu me peguei torcendo pelos personagens, até pela Gi! E no final fiquei só suspiros…

O curta fez tanto sucesso que vai virar um longa! O filme vai se chamar Todas as Coisas Mais Simples (tem nome mais lindo???) e a previsão de estreia é pra 2014. A história deve ser basicamente a mesma, mas com mais desenvolvimento, visto que um longa tem mais tempo pra contar o enredo. Os três atores principais, Tess Amorim, Fabio Audi e Guilherme Lobo, voltam reprisando seus papéis do curta, mas o filme vai contar com mais personagens (como a Karina!!!).

Vale a pena curtir o facebook do curta, onde são postadas fotos dos ensaios, gravações e bastidores. E por falar nisso… As gravações foram concluídas no início do mês passado. Então agora é só esperar a pós-produção pro filme estrear e correr pro abraço! Só espero que seja bem distribuído pelos cinemas do Brasil e não só pros cinemas “cult”.

http://www.facebook.com/eunaoquerovoltarsozinho

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