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Somos Tão Jovens

24 maio

Somos Tão Jovens é um filme sobre a juventude de Renato Russo e a cena do rock na Brasília dos anos 80. Nós duas assistimos e vamos fazer uma resenha conjunta sobre ele. Mas antes, um pouco sobre o filme.

Na Brasília do começo dos anos 70, Renato Manfredini Júnior é um adolescente que não é muito popular na escola. Depois de um acidente de bicicleta, ele descobre que tem uma doença que o obriga a operar a perna, o que o leva a ficar preso a cama durante meses. É então que ele devora livros sem parar e toma gosto pela música, principalmente o punk britânico. É também nessa época que ele escreve suas primeiras músicas.

Já recuperado, ele faz amizade com outras pessoas que também se interessam pelo punk. Essas pessoas ficaram conhecidas na história da música brasileira, como Turma da Colina (referência a um condomínio de prédios que tinha esse nome e onde eles se encontravam frequentemente). Juntos, eles bebiam muito, se drogavam, iam a festas, acampavam, faziam fogueiras e escutavam punk. Basicamente, eles só faziam o que era mal visto pela ditadura.

Foi assim que Renato conheceu Fê Lemos, um apaixonado por Sex Pistols como ele. Ao encontrar André Pretorius na rua e constatar que ele parecia com Sid Vicious (vocalista do Sex Pistols), os três se juntaram e criaram o Aborto Elétrico, primeira banda de Renato. Depois de apenas um show, André teve que voltar a África do Sul (ele era africano e morava no Brasil, pois seu pai era embaixador) para servir no exército e o irmão de Fê, Flávio, entrou em seu lugar.

Renato acabou saindo da banda e algum tempo depois a banda acabou. Nesse meio tempo, Renato passou a se apresentar sozinho, como o Trovador Solitário, com um som mais acústico, mas não fazia muito sucesso com o público. Eventualmente, ele conheceu Marcelo Bonfá e formou uma banda com ele. Depois de um tempo sem um baixista fixo, eles acharam Dado Villa-Lobos, que ficou no posto. E assim nascia a Legião Urbana.

Renato Russo é interpretado por Thiago Mendonça e eles são IDÊNTICOS tirando os olhos claros. O ator que faz Dinho Ouro Preto, Ibsen Perucci, também se parece muito com ele. O filho de Dado Villa-Lobos foi quem o interpretou no filme e eles parecem a mesma pessoa! Herbert Vianna não aparece muito no filme, mas o ator que o representou, Edu Moraes, conseguiu fazer a voz ficar idêntica ao do verdadeiro Herbert! Agora sim, vamos à resenha!

Mariana

Somos Tão Jovens me surpreendeu de várias maneiras. Primeiro pelo retrato de Renato Russo. Eu não imaginava que ele fosse uma pessoa tão difícil de lidar, chegando a ser inconveniente. Não sei qual imagem eu fazia dele, mas certamente não era a que o filme me apresentou.

Outro ponto que me surpreendeu foi o fato da Legião Urbana não ser o ponto principal do filme, e sim o próprio Renato. Somos Tão Jovens é um filme sobre ele. Como ele se relacionava com a música e com outras pessoas. Logo, as bandas que ele formou durante sua carreira eram apenas desdobramentos disso. Como o filme abordou mais o começo do interesse dele pelo punk, o Aborto Elétrico teve mais destaque, pois foi influenciado diretamente por esse estilo musical. Gostei da transição dessa banda para a Legião, que acompanhou o amadurecimento do Renato.

Algo que me incomodou foi o final. Aviso aos navegantes: o filme não retrata a ascensão meteórica da Legião. Pelo contrário, só vai até o primeiro show da banda no Rio. Eu não sabia disso antes de ver o filme, então senti como se tivesse acabado de repente, como se estivesse faltando um pedaço, mesmo que todos nós saibamos como tudo acabou.

Thiago Mendonça conseguiu me ganhar. Além de ser parecido com Renato fisicamente, ele também conseguiu copiar o jeito e trejeitos do cantor. Só achei que no começo ele parecia um pouco caricato, como se querendo convencer o público de que estudou pro papel e que sabia da responsabilidade de interpretar alguém tão importante.

Outra coisa que me incomodou foi a escolha das músicas. Entendo que elas foram apresentadas cronologicamente, o que é certo. Mas poxa, Pais e Filhos não era pedir demais né, mesmo que fosse apenas uma música de fundo. Claro que eu também queria Angra dos Reis (minha favorita), mas já sabia que seria difícil. Enfim, eu gostei do filme, mesmo com seus altos e baixos. Assistam!

Natália

Primeiro eu tenho que admitir que não sabia muito da vida do Renato Russo e que não sou grande conhecedora de suas músicas.  Sempre adorei as letras de suas músicas então quando descobri que ia ter o filme eu fiquei super curiosa! Esperava um pouco mais do filme porque achei que ia contar a história da vida dele toda, mas só vai até o primeiro show da Legião Urbana no Rio. Adorei saber as histórias por trás de algumas músicas e fiquei totalmente surpresa com o quanto ele era rebelde!

Achei a escolha do elenco fantástica, começando pelo Thiago Mendonça que conseguiu retratar as expressões do cantor muito bem além de ser muito parecido com ele e o ator Ibsen Perucci que interpreta o Dinho Ouro Preto, que na primeira cena que ele apareceu eu já consegui identificar quem era por conseguir mostrar os jeitos do cantor logo no início. Concordo com a Mariana e não custava nada mostrar Pais e Filhos no filme, que é a minha música preferida dele. Foi uma surpresa pra mim o filme ter acabado tão rápido, mas o final é bonito e achei uma bela homenagem ao cantor. Vale a pena assistir!

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Pinky Wednesday: The Carrie Diaries

24 abr

Mais um post sobre The Carrie Diaries porque necessito da segunda temporada!

Para saber mais sobre a série veja o post que a Mariana fez!

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Quando eu descobri que The Carrie Diaries ia se passar nos anos 80, fiquei ansiosa para ver as roupas e as músicas da série e fiquei surpresa com a trilha sonora maravilhosa. Então vou mostrar hoje as melhores músicas, na minha opinião, que se passou na série:

 Girls Just Want to Have Fun

Logo no piloto já temos várias músicas fantásticas. Esse sucesso de Cindy Lauper é apresentado primeiro na versão de Greg Laswell (que eu amei) e depois aparece já na versão original no final do episódio:

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Bette Davis Eyes

Essa música de 1981 de Kim Carnes apareceu na primeira cena de Carrie em NY.

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Just Can’t Get Enough

Música de Depeche Mode apareceu quando conhecemos uma das melhores personagens da série: Larissa!

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Our House

Da banda inglesa Madness que esteve na última cena do segundo episódio da série, me fez lembrar Carrie e as amigas em Sex and the City.

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Overkill

De Men At Work de 1983.

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I Feel the Earth Move

De Carole King, aparece em um flashback da mãe de Carrie.

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It’s My Life 

De Talk Talk, foi uma das melhores músicas que já tocou na série e uma das que eu mais gosto.

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Eye of the Tiger

Sucesso de Survivor que fez essa cena ser mais engraçada por causa da música! Mouse está impagável.

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Take On Me

Do A-Ha, cantei junto quando tocou, pois eu amo essa música!

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Like a Virgin

Claro que tinha que ter uma música da Madonna e nada melhor do que essa. Na primeira vez que aparece é na própria versão de Madonna, mas no final do episódio aparece com a versão de Fay Wolf (que eu gostei bastante).

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Heaven

Bryan Adams canta essa música linda no season finale da série.

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Cruel Summer

E para fechar a série, uma música da banda inglesa Bananarama que se encaixou perfeitamente com o final.

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Se você ainda está com dúvida se deve assistir essa série ou não, veja o quanto de música boa teve só em 13 episódios!

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Pinky Wednesday: Filmes dos anos 80

18 abr

Eu amo filmes dos anos 80. Talvez seja pelas roupas e acessórios. Ou talvez pelo fato de que eles realmente representaram toda uma geração. Sempre que vejo um com meus pais por perto ouço algo do tipo “todo mundo queria esse cabelo”, “meu sonho era ter esse carro” etc. Não acho que tenhamos muito disso nos filmes de hoje em dia. Posso contar nos dedos os filmes “teen” que assisti e pensei ‘’essa é a minha vida’’. Na verdade, não consigo lembrar de nenhum agora, hahaha.

Mas vamos ao que interessa! Separei alguns dos meus preferidos para compartilhar com vocês!

Curtindo A Vida Adoidado

No último semestre do curso do colégio, estudante sente um incontrolável desejo de matar a aula e planeja um grande programa na cidade com a namorada (Mia Sara), seu melhor amigo e uma Ferrari. Só que para poder realizar seu desejo ele precisa escapar do diretor do colégio e de sua própria irmã.

O CLÁSSICO DOS CLÁSSICOS!!!! Quem nunca quis ter um simulador de sons pra matar aula? E um amigo com uma Ferrari? E depois conseguir tirar a namorada/namorado da escola no meio da aula? Fazer se passar por outra pessoa só pra conseguir uma mesa num restaurante? Dançar e cantar Twist and Shout (minha cena favorita) num carro alegórico de uma parada? E o melhor: sem ser pego! Ferris é ídolo. E como não se apaixonar por Cameron? E pasme: os atores que fizeram Ferris e Shauna (a irmã) namoraram e até ficaram noivos!

Clube dos cinco

Em virtude de terem cometido pequenos delitos, cinco adolescentes são confinados no colégio em um sábado, tendo de escrever uma redação de mil palavras sobre o que eles pensam de si mesmos. Apesar de serem pessoas bem diferentes, enquanto o dia transcorre passam a aceitar uns aos outros e várias confissões são feitas entre eles.

Meu favorito de todos! É sobre cinco (oh really?) estudantes que pegam detenção no sábado, tendo que escrever uma redação sobre quem pensam que são e sem falar nada. Todos são diferentes e não se falam normalmente na escola. Claire é a garota mais popular, Allison é uma mentirosa compulsiva, Bender é o delinquente, Andrew é o atleta e Brian é o nerd. Só que eles não são supervisionados durante a maior parte do tempo… Então é claro e evidente que eles não vão ficar calados. Aos poucos, eles vão descobrindo que todos têm problemas, até mesmo os que pareciam ter a vida perfeita. E o problema de um pode parecer pequeno pra outra, mas pra pessoa é a pior coisa do mundo. Eu não consigo nem explicar direito o que é essa obra prima. ESSE FILME É MUITO BOM, ASSISTAM E ESPALHEM O AMOR!!!!!

Footloose

 Ren McCormick é um rapaz criado na cidade grande que se muda para uma cidade pequena do interior. Disposto a organizar um baile de formatura, Ren acaba descobrindo que dançar não é permitido na cidade. Apaixonado por música, Ren decide lutar pela restauração da dança na cidade e, em meio a isso, acaba conquistando o coração de Ariel Moore. Entretanto, Ariel é a filha do conservador reverendo Shaw Moore, responsável pelo banimento da dança na cidade, em virtude da morte de seu filho.

Esse disputa o lugar de preferido no meu coração com O Clube dos Cinco. Já vi incontáveis vezes e continuarei vendo porque it never gets old! O tipo de filme que te faz sentir revolta, te faz torcer e vibrar e acima de tudo, te faz querer sair dançando por aí como se não houvesse amanhã (enquanto ainda é permitido)! Also, Kevin Bacon era um pitel. Tem um remake de 2012, mas eu não acho que seja tão bom quanto esse, o original. Acho que eles forçaram muito a barra pra tornar tudo mais atual e no final ficou meio caricato e artificial.

Procura-se Susan Desesperadamente

Em Nova York, Roberta Glass, uma dona de casa entediada, suspeita, que Gary Glass, seu marido que é um vendedor de banheiras, a está enganando. Ansiando por um romance, Roberta começa a seguir mensagens colocadas nos classificados em que um casal, Susan e Jim, usam para se localizar quando viajam pelo país. Paralelamente alguém que Susan tinha se envolvido foi jogado pela janela, quando Susan já o tinha deixado para ir a Nova York se encontrar com Jim. Chegando ao próximo encontro de Susan, Roberta desenvolve uma fascinação pelo jeito extremamente liberal dela e acaba comprando em um brechó uma jaqueta que Susan tinha trocado por botas. A partir daí, Roberta toma o lugar de Susan.

Susan é nada mais nada menos do que Madonna. E Madonna no seu melhor: os anos 80. Musa eterna com aquela pinta falsa, cabelo crespo, lenço amarrado na cabeça etc. Pra mim, o forte desse filme é o figurino. De todos esses, esse é o que mais grita eighties. É muita ombreira, muita estampa, muito brilho, muito tudo! Pra quem gosta da moda da época, taí um filme ideal. Also, acontecem várias peripécias inimagináveis, que rendem uma ótima história. AMO.

Deixo aqui um resumo da minha existência nas palavras da Olive de Easy A.

PFVR, JOHN HUGHES, VEM DAR UMA DIREÇÃO PRA MINHA VIDA!!!

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The Carrie Diaries

28 mar

Depois que Gossip Girl acabou eu fiquei um pouco perdida na vida, afinal, era uma das minhas séries preferidas. Meu coração ficou órfão e eu não sabia o que fazer… Mas aí veio The Carrie Diaries.

Antes de mais nada, quero deixar bem claro que não assisti Sex and the City e não li nenhum dos livros então não estou aqui pra fazer comparações. Só vou falar do que eu vejo na série porquê é tudo que eu conheço.

Antes de começar a assistir eu não levava muita fé na série por se passar nos anos 80. Quem me conhece sabe que eu sou APAIXONADA por filmes dos anos 80. Mas uma série de 2013 se passando naquela década não me encheu os olhos. Ainda assim, resolvi dar uma chance. E não me arrependi. Virou uma das minhas séries preferidas!!!!!

Carrie é uma adolescente de 16 anos que mora em Connecticut. Sua mãe faleceu recentemente e assim, seu pai ficou responsável pela criação das filhas, Carrie e Dorrit, a irmã mais nova. Enquanto Carrie é a certinha, que tenta cuidar de todo mundo, Dorrit é a rebelde sem causa. E o pai delas, que nunca precisou realmente cuidar das meninas, fica perdido com tudo isso que está acontecendo.

Os amigos de Carrie são Walt e Maggie, que são namorados, e Mouse. Logo no primeiro episódio, ela descobre que tanto Maggie quanto Mouse já perderam a virgindade. Até aí tudo bem. O problema é que Carrie ainda é virgem e começa a se sentir mal com isso. And then there’s Sebastian…

Sebastian é o new kid on the block. O aluno novo, extremamente misterioso, rico e gato. Ele e Carrie já se conheciam e fica claro que ela gosta dele. Porém, Donna LaDonna (não existe um nome mais anos 80 do que esse), a it girl da escola, também está de olho nele. Nada que Carrie não possa contornar.

O pai de Carrie oferece um estágio a ela numa firma de advocacia na cidade, New York. Carrie aceita, vendo que essa é sua oportunidade pra deixar pra trás sua cidadezinha. Na cidade, ela conhece Larissa Loughlin, que trabalha na Interview Magazine. Larissa ama a bolsa de Carrie, que ela teve que personalizar depois que Dorrit derramou esmalte em cima. Logo, ela pede a Carrie para usar a bolsa num editorial da revista!!! E assim, como num passe de mágica, a vida da nossa adorável protagonista muda de uma hora pra outra.

O que eu mais gosto na série é que todos os personagens tem sua plot. Eles não estão ali só pra preencher cena. Sebastian é o pobre menino rico (eu sei, é clichê. MAS QUEM NÃO GOSTA DE UM BAD BOY DE CORAÇÃO PARTIDO NUM PORSCHE?); Maggie não consegue ver um futuro pra si mesma, já que os pais só tem dinheiro pra mandar um filho pra faculdade, o queridinho (que não é ela, é claro); Mouse é super estudiosa, pois quer entrar pra Harvard de qualquer jeito e sofre um pouco de pressão dos pais pra ser perfeita o tempo todo.

E TEM O WALT. Ele merece um parágrafo só dele porque eu tenho uma huge crush nele porque ele é meu personagem preferido. O que eu vou dizer aqui não é spoiler, visto que acontece no primeiro episódio e já estava previsto na sinopse da série. Walt tem dúvidas sobre sua opção sexual. Sim, ele namora Maggie há anos, mas cada vez mais percebe que o sexo masculino o atrai. Mas pra mim, é ainda mais do que isso, muito além de sexualidade. Walt não sabe quem ele é e quem ele quer ser, o que é, basicamente, o que todo adolescente passa eventualmente. Also, an episode without Walt is a sad episode. (e a quem interessar possa: eu shippo Walt com todo mundo porquê Walt é Walt)

Mas nem tudo é um mar de rosas. Eu simplesmente não aguento o pai e a irmã da Carrie. É difícil acreditar num cara que deixa toda a criação das filhas a cargo da mulher e assim, não sabe nada sobre elas. E mesmo depois da morte da esposa, parece que ele deixa tudo sob a responsabilidade da Carrie. O cara não tem nem a decência de fazer o jantar de Ação de Graças!!!!! Dorrit não fica muito atrás no quesito chatice. Ela tem muito ciúme da Carrie e se acha A rebelde da casa quando não passa de uma menina mimada fazendo pirraça. Massss, depois do episódio 10, passei a simpatizar um pouquinho com ela (sim, por causa da cena na loja de discos, vocês sabem do que eu tô falando).

E a única crítica que eu tenho a fazer é sobre os figurinos. Depois de assistir 1038048084 filmes da década de 80, eu sei como as pessoas se vestiam. E não é como elas se vestem na série. As roupas que eles usam na escola são as mesmas que nós usamos hoje em dia e não porquê a moda vem e volta. Mas sim porque SÃO as nossas roupas. I mean, ninguém usava calça de cintura baixa nos anos 80 e em Carrie, eles usam. As roupas na cidade estão mais dentro da realidade da época, mas pra mim, ainda não é o suficiente. POR FAVOR, ME CHAMEM PRA FAZER ESSE FIGURINO!!!!!!!!

E agora, vamos ao que dói no coração: Carrie pode ser cancelada (IT’S LIKE JANE BY DESIGN ALL OVER AGAIN, I CAN’T TAKE IT). A audiência não é das melhores desde que a série estreou e só vem caindo a cada episódio. A primeira temporada vai até o episódio 13 e até agora foram exibidos 11 episódios, o que significa que ainda temos mais dois pra nos dar esperança. EU NEM CONSIGO IMAGINAR O QUE VAI SER DE MIM SEM ESSA SÉRIE, PLEASE, GOD, HAVE MERCY.

The Carrie Diaries é uma série sobre adolescência, amizade, amor e família. Mas acima de tudo, é sobre achar o seu lugar no mundo. Se você se identifica com esses temas, Carrie é um must see!

 

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