Fifth Harmony

18 jul

Só eu que estava sentindo falta de uma girlband com músicas que não saem da sua cabeça?

Ally Brooke, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Camila Cabello e Dinah Jane

Ally Brooke, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Camila Cabello e Dinah Jane

A banda foi formada no The X Factor do ano passado e chamou bastante atenção aqui fora como o Emblem3. Ficou em terceiro lugar na competição, mas assinou um contrato com a gravadora de Simon Cowell, que era o seu técnico no programa. Com o disco pra ser lançado ainda esse ano, foi divulgado o clipe do primeiro single das meninas que está ótimo e já escutei incontáveis vezes:


 E lançaram o áudio da nova música delas e eu gostei bastante também!


 Mas elas não focaram só no álbum e também fizeram covers pro youtube e ainda fizeram parceria com o Boyce Avenue!

 

 
Minha preferida é a Lauren, mas todas cantam muito bem e é difícil ter uma banda onde todo mundo é ótimo! Estou ansiosa pelo disco e tenho certeza que elas vão fazer muito sucesso ainda.

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natalia

Pinky Wednesday: The Voice

11 jul

Sempre quis assistir o The Voice US por motivos de: Adam Levine. Sim, sou dessas. Mas eu sempre esquecia de acompanhar e como eu não vi a versão brasileira, eu nem sabia como era o estilo do programa. Mas esse ano Usher virou um dos jurados então eu não pude perder a oportunidade de ver Adam e Usher em um mesmo programa.

Eu adorei o formato da competição e pude conhecer vários talentos! Muitos dizem que o nível dos participantes dessa temporada foi bem superior que dos anos anteriores e eu acho que é verdade porque tinha muita gente boa no programa. Danielle Bradbery de 16 anos foi a grande campeã da edição, mas eu sou Team Michele desde que ela apareceu pela primeira vez e fiquei bastante chateada quando ela ficou em segundo lugar. Danielle, que era do time de Blake Shelton, fez com que o cantor ganhasse pela terceira vez no programa.

Então eu fiz uma seleção de apresentações que mais gostei do programa todo, infelizmente alguns vídeos estão em péssima qualidade ou eu não achei o vídeo da apresentação, pois o canal do programa não está disponível no Brasil.

Sarah Simmons – One of Us

Eu adoro essa música e fiquei toda arrepiada quando escutei essa mulher cantando. A voz dela é tão poderosa que você fica impressionado em como ela ainda não é uma cantora de sucesso e não é lindo o pai dela chorando?!

Kris Thomas – Saving All My Love For You

Eu tenho certo medo de pessoas que cantam Whitney Houston porque eu sempre acho que não vai ser bom, afinal, estamos falando de Whitney Houston, mas qual foi a minha surpresa que um homem ia cantar tão bem uma música dela? O que é esse agudo dele?

Ryan Innes – Gravity

 O único vídeo que achei foi esse da família dele vendo o programa então se você quiser ver a apresentação dele você coloca a partir de 2:30!

Como esse homem não ficou até final? Isso é o que eu me pergunto sempre! Eu fiquei arrepiada desde o primeiro ‘gravity’ e parece que não fui a única já que Adam apertou o botão aí também. Uma pena que ele foi eliminado na próxima etapa, mas espero ver mais coisa dele por aí. Se você quiser escutar a versão de estúdio é só clicar aqui.

Judith Hill & Karina Iglesias – It’s a Man’s Man’s Man’s World

Judith era a voz mais poderosa da competição e a preferida para ganhar, então quando Adam colocou a Karina para competir com ela eu achei que Judith ia esmagar ela, mas qual foi a minha surpresa e a de muitos que Karina conseguiu segurar muito bem e fizeram o melhor Battle Round da temporada e segundo Adam, de toda a competição e eu acho bem provável. Fiquei com pena do Adam por ele ter que escolher somente uma delas.

Garrett Gardner – I Want It That Way

Eu tenho um fraco por voz rouca, então quando Garrett apareceu pela primeira vez ele logo se tornou um dos meus preferidos da competição. Adorei a versão dele para a música do Backstreet Boys e também gostei bastante da sua versão de Imagine do John Lennon, mas não achei o vídeo. Fiquei chateada quando ele saiu tão cedo da competição também.

Michelle Chamuel – True Colors

Na sua audição, Michelle cantou Katy Perry então eu fiquei surpresa com essa escolha do Usher para ela porque é uma música mais lenta e ela arrasou! Sou apaixonada por essa música e me emocionei junto com ela cantando.

Josiah Hawley – The Man Who Can’t Be Moved

Amo essa música e Josiah mostrou que não é só mais um rostinho bonito com essa apresentação. Gostei muito e pra mim foi a sua melhor performance no programa.

Sarah Simmons – Mamma Knows Best

Sarah durante algum tempo só cantou músicas um pouco mais lentas e angelicais, mas, para mim, a sua voz é para cantar músicas desse estilo porque mostra todo o seu poder vocal. Achei simplesmente perfeita essa apresentação.

Michelle Chamuel – Just Give Me a Reason

Outra música que eu amo e que fiquei ainda mais apaixonada com a versão da Michelle <3. E podemos perceber o orgulho do Usher!

Judith Hill – The Way You Make Me Feel

Judith já fez um dueto com o Michael Jackson, só aí já podemos ver o quanto que ela é boa. Ela é aquela concorrente que todos sabem que é ótima. Então, nada mais justo que ela faça uma apresentação com uma música de MJ e eu achei que ficou ótimo! Melhor apresentação dela.

Amber Carrington – Skyfall

Tenho também medo de pessoas que cantam Adele e já escuto com certo preconceito porque sempre acho que não vai ficar bom. Amber fez uma apresentação tão boa que me fez gostar da música já que eu não gostei muito na versão da Adele. E preciso dizer que ela estava linda! (shippei ela com o Adam depois dessa apresentação hahaha)

Danielle Bradbery – Please Remember Me

Da grande vencedora da competição eu só gostei mesmo dessa apresentação. Pode ser porque eu gosto bastante da música ou porque eu não conhecia a maioria das músicas que ela cantava já que ela é country e eu não costumo escutar muito esse tipo de música.

Michelle Chamuel – Time After Time

Acho que ninguém tem dúvida que a melhor dupla da temporada foi Usher e Michelle. Estava estampado para todos o orgulho que ele tinha toda vez que ela cantava e o quanto ela era agradecida a ele por tudo que ele tinha feito para ajudar ela. Ela cantou essa música em homenagem a ele e ficou lindo! (shippando os dois também hahaha) 

Michelle Chamuel & One Republic – Counting Stars

E o que Michelle faz na final para ficar ainda mais no meu coração? Canta com o One Republic, que é uma das minhas bandas preferidas! Achei que ficou ótimo e estou esperando mais parcerias assim.

E para fechar o post, eu deixo todo o charme do Usher com vocês:

natalia

Extremely Loud & Incredibly Close

8 jul

Eu cheguei a esse filme por acaso. Na verdade, eu estava procurando uma comédia romântica bem leve pra passar o tempo, mas quando abri minha lista de gravações da Tv a cabo descobri que não tinha nenhuma. Resolvi assistir esse só porque estava sem nada pra fazer. E no final fiquei com uma sensação de por que eu não vi esse filme antes?

Tão Forte, Tão Perto (nome em português do filme) é a história de um menino que perde o pai no atentado de 11 de Setembro. Ele era o melhor amigo do garoto e deixa um vazio imenso na vida dele. Oskar é muito inteligente e por isso o pai costumava organizar expedições, que nada mais eram do que brincadeiras em que ele tinha que resolver algum tipo de mistério para achar alguma coisa.

Na verdade, a real intenção disso era fazer com que Oskar se comunicasse com os outros. Por ser muito esperto e diferente das outras crianças de sua idade, ele não tem muitos amigos e é zoado pelos outros. Um ano depois da morte do pai, ele acha um envelope (com o nome Black) com uma chave dentro do bolso de uma roupa do pai. Ele trata aquilo como a última expedição que o pai deixa pra ele e sai em busca do tal Black para descobrir do que se trata.

Ele procura todas as pessoas que tenham o nome Black em Manhattan e vai a casa delas para perguntar se conheceram seu pai ou se sabem algo sobre a chave. Os encontros com essas pessoas são muito diferentes: alguns alegres, outros emocionantes e outros mal sucedidos. O que importa é que o pai dele realmente conseguiu o que queria: fazer com que ele interagisse com os outros. E é impressionante como ele consegue tocar as pessoas emocionalmente (tanto para o bem quanto para o mal) e em consequência, tocar o expectador. O primeiro encontro, por exemplo, se dá de forma tão simples, mas é tão bonito, que me deixou de olhos marejados o que não é muito difícil, but still.

No final das contas, Oskar se vê envolvido com pessoas que ele nem conhece, mas que se sensibilizam com sua história. E na tentativa de ficar mais próximo de seu pai falecido, ele acaba se aproximando de sua mãe (que geralmente ficava em segundo plano) e de uma pessoa que aparece em sua vida do nada, mas que rapidamente se torna muito importante.

O filme é todo pontuado por flashbacks envolvendo o pai de Oskar que nos mostram a relação deles dois e como ele era um cara excepcional. Isso só nos faz ficar mais apegados a Oskar e mais emocionados cryyyyyyyyy. E bem, eu sei que a maior parte da crítica especializada teceu comentários negativos sobre o filme, mas eu, sinceramente não vejo nenhum erro. E é por essas e outras que nunca serei crítica de nada, hahaha.

Gostaria de destacar a atuação de Thomas Horn e Max von Sydow, sendo esse último indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por esse filme. Max dá um show com um personagem que não fala uma única palavra no filme todo, mas mesmo assim, diz tudo. Claro que não se poderia esperar menos de um cara que fez vários filmes com Ingmar Bergman.

And then there’s Thomas Horn. Ele é brilhante, assim como seu personagem (Oskar), e conseguiu a chance de fazer os testes para o filme depois de ganhar um game show de perguntas e respostas. Ele tinha 13-14 anos na época das filmagens, mas realmente parecia ter 11 anos, idade do personagem. E é impressionante como um menino tão novo (eu, a velha)  e estreante consegue chegar a um nível emocional tão grande, de modo que envolve todos em seu mundo. Palmas!

E depois disso tudo, só tenho uma coisa a dizer (e quem viu o filme vai entender):  oito minutos.

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Skins – Terceira Geração

2 jul

Eu pensava seriamente em não assistir a quinta e sexta temporada já que não tinha gostado tanto da segunda geração quanto eu achava que ia gostar e porque não tinha um rosto conhecido, mas ainda bem que assisti! Skins volta a mostrar o cotidiano dos personagens de uma forma simples e sem ser exagerado. Essa terceira geração é a menos popular, o que é uma pena!

skins tercSomos apresentados primeiro a Franky, uma personagem diferente com aparência meio andrógena e que não temos certeza da sua sexualidade durante algum tempo.  No começo vemos que ela é adotada e tem dois pais gays, ela é novata na escola e bem tímida e é a protagonista dessa geração. É uma personagem bem diferente e eu gostei bastante dela no início, mas na sexta temporada eu fui ficando com raiva dela, o que eu acho que foi o que aconteceu com a maioria das pessoas. Depois conhecemos as três amigas Mini, Liv e Grace.

Mini é a típica loira, popular, bitch, que tem um namorado também popular que é jogador de rugby, Nick, e tem suas melhores amigas fiéis. No começo eu achei ela super clichê, que eu não ia gostar dela e que a personagem ia ficar meio perdida no mundo de Skins, mas me enganei. No decorrer dos episódios nós vamos entendendo aos poucos como é a Mini e a adoramos e eu adorei o final dela. Liv é a minha personagem favorita dessa geração. No começo parece que ela não vai chamar muita atenção na série, mas no seu episódio é mostrada a complexidade dela. Grace (linda!) é bailarina, sempre vê o bem das pessoas e se dá bem com todo mundo. No início parece que ela é influenciada por Mini e que não tem opinião própria, mas está longe disso.

E a grande diferença dessa geração de toda série foram os personagens Rich e Alo, que logo viram amigos de Franky. Rich é um metaleiro que se acha melhor do que todo mundo, que metal é a única música de verdade e só tem Alo como amigo. Ele é bem tímido e não tem muito contato com garotas. Diferente de Alo, que mora em uma fazenda e é viciado em pornografia e que não vê a hora de perder a virgindade.

skins terc2Admito que no início eu não me apeguei muito aos personagens, mas lá no meio da quinta temporada eu já adorava cada um e já estava triste por saber que o final já era certo na sexta temporada e que nenhum deles ia participar da sétima temporada. Acho que como eu não fui com grandes expectativas eu aceitei mais fácil essa geração.

A evolução de cada personagem é notável no início da sexta temporada e o casal formado por Grace e Rich (não é spoiler já que dá pra ver que isso acontece no segundo episódio…) é o mais bonito de toda a série! Infelizmente eu não posso falar muito da sexta temporada já que vai ser spoiler, mas o final é bem digno da série e fecha todas as histórias na sexta temporada (diferente da segunda geração). Skins é aquele tipo de série que você quer que nunca acabe, mas infelizmente acabou e pelo menos, para mim, muito bem. Recomendo a todos!

natalia

Skins – Segunda Geração

1 jul

Depois de duas temporadas incríveis a minha expectativa para essa nova fase de Skins estava altíssima. Ainda mais porque estava sendo liderada pela linda misteriosa Effy!

Essa geração é muito boa, trata de assuntos interessantes como o autismo e Síndrome de Asperger do JJ (lindo!), a descoberta de sexualidade e o relacionamento de Emily e Naomi. Mas para mim ela pecou no sentido de ser muito dramática e exagerada. O consumo excessivo de drogas dos personagens faz com que se torne menos real e mais difícil de acreditar diferente das temporadas anteriores que, mesmo com o uso de drogas, era mais crível e tem momentos dramáticos que se tornam desnecessários.

O que realmente me  fez me apaixonar pela terceira e quarta temporada de Skins foram os personagens, porque qualquer um se identifica com pelo menos um deles e eu adoro todos, menos o Freddie.

skins segA terceira temporada já começa mostrando os melhores amigos Cook (<3), Freddie e JJ conhecendo Effy. Cook para mim é a mistura de Tony e Chris da geração anterior, com o jeito do Tony de liderar o grupo e de ser egocêntrico e com o jeito de Chris de não se importar com as coisas e beber e se drogar bastante. Não me simpatizei com o Freddie desde o primeiro momento, porém o acho bastante bonito, e apesar de também usar drogas e beber, ele é bem mais controlado que Cook e é mais responsável. E então temos o JJ… Esse fofo que por causa da sua doença não faz amizades facilmente e tem dificuldade de se relacionar com as pessoas e tem o hobby de fazer mágica. É claro que o triângulo amoroso já é formado aí (não conto o JJ porque o foco não é nele, só nos outros dois). Sempre fui Team Cook e sempre vou ser!

Depois conhecemos as gêmeas Emily Fitch e Katie fucking Fitch (eu adoro a cena em que ela diz isso na quarta temporada haha). Katie é a vadia dessa geração e tenta controlar a sua irmã em tudo enquanto Emily é mais na dela e não sabe como reagir muito bem perto de Naomi, que não tem paciência quando Katie implica com ela a chamando de lésbica. Pandora, que já tinha aparecido na segunda temporada, é a única amiga de verdade da Effy e é a mais ingênua e aceita qualquer coisa que Effy diz. Thomas, que é um personagem que eu não gostava muito nos seus episódios, veio do Congo tentar a sorte em Londres e por acaso conhece Effy e Pandora.

As referências das temporadas anteriores são ótimas e fazem com que a gente mate um pouco de saudade. Como quando o Cook acha as revistas pornográficas do Sid ou quando Effy fala algo do Tony, seu irmão. O final da quarta temporada deixou algumas coisas em aberto, mas Effy e Cook foram escolhidos para participar da última temporada! O episódio da Effy que se chama Skins Fire vai ao ar hoje e eu estou morrendo de ansiedade para saber o que vai acontecer alguns anos depois.

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Apesar de não gostar muito de alguns dramas que teve nessas temporadas eu sou apaixonada pelos personagens! Acho que o meu grande problema foi que fui com grandes expectativas, mas Skins continua sendo ótima e claro que recomendo.

natalia

Skins – Primeira Geração

28 jun

Com a  temporada de despedida para estrear na segunda-feira eu resolvi falar um pouco sobre as três gerações dessa série incrível!

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Considerada por muitos, e por mim, como as melhores temporadas da série. A série deixou a sua marca na história da televisão, traz o mundo adolescente de forma nua e crua e não tem medo de mostrar cenas de drogas e sexo. Uma grande característica da série é que a maioria dos atores não tem experiência artística e são realmente jovens que aparentam ter a idade que tem na série diferente de um monte de série por aí que contrata atores de 30 anos para aparentar ter 16. Cada episódio da série é focado em um personagem e achei isso bem diferente quando comecei a ver, mas depois percebi que esse é um jeito genial de contar a história e faz a gente se apegar ainda mais aos personagens. Criada pelo pai e filho Bryan Elsley e Jamie Brittain, a série estreou em janeiro de 2007 no canal E4 da Inglaterra e narra a vida de adolescentes de classe média na cidade de Bristol.

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O primeiro episódio nos apresenta Tony, interpretado pelo ótimo Nicholas Hoult, e nos dá uma breve apresentação dos outros personagens. Tony é bonito (e muito), inteligente, confiante, manipulador, egocêntrico e é praticamente o protagonista dessa geração.

Acho que o que torna essa geração a melhor é porque ela convence que eles são amigos de verdade, diferente das outras gerações, nessa todos já se conhecem antes e quase todos são amigos antes da história começar a ser contada então é mais fácil de ser convincente, pois todos têm personalidades diferentes um do outro. Independente das besteiras que eles arrumam no final a amizade está ali.

E trata de vários assuntos considerados clichês de uma forma maravilhosa. Como o Sid que é o virgem apaixonado por Michelle, que é a namorada do seu melhor amigo Tony; Chris que é apaixonado por sua professora ou a Cassie que é anoréxica. Uma amizade um pouco improvável que chama muita atenção é entre Maxxie e Anwar. Maxxie é gay assumido, mas que não é muito aceito pelo seu melhor amigo Anwar que é muçulmano, porém só pensa em sexo e não dispensa uma festa e drogas. Jal que é a que menos chama atenção até a segunda temporada é a mais certinha do grupo, mas isso não quer dizer que ela não dispensa uma festa. E temos Effy que é a irmã do Tony, mas que é somente introduzida na história sem grande foco apesar de ter seus próprios episódios que são ótimos. Ela se torna a protagonista da próxima geração.

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Tony pode se mostrar um grande ridículo no início da primeira temporada, mas depois vai mostrando as mudanças dele e ele se torna um lindo principalmente em relação a sua amizade com o Sid. Chris sempre foi um dos meus preferidos e era o que menos se importava com as consequências e era viciado em suas pílulas. Sid e Cassie formando um casal lindo e Michelle sendo aquela personagem que faz todas as escolhas que faz a gente odiar ela. Jal sendo a mais certinha do grupo pode se mostrar sem importância no início da série, mas logo nós nos apaixonamos por ela e como não adorar os seus irmãos com aquele amigo branco que se achava negro? Hahaha. E as cenas do Maxxie dançando? Muito lindo. Anwar é o mais engraçado, não me aguento com ele! Que diferença do Dev Patel de Skins para o de Quem Quer Ser Um Milionário? !

Sem contar que as festas de Skins são maravilhosas e como eu queria estar em alguma delas! A trilha sonora da série é muito boa também. Ah e a música (que eu adoro) que é cantada no último episódio da primeira temporada é cantada mesmo pelos atores! O final da primeira temporada é chocante e a segunda temporada começa seis meses depois do acontecimento trágico e conta como aquilo afetou todo o grupo por causa disso mostra o amadurecimento que cada um teve.

A série mostra que os adolescentes são mais complexos do que aparentam. O final da segunda temporada pra mim foi com uma grande dor no coração tanto que eu fiquei de luto e demorei bastante pra começar a próxima temporada que ia ter uma nova geração e sabia que não ia mais acompanhar a história deles, mas o final foi bem digno da série.

Com o total sucesso de Skins a MTV americana tentou fazer uma adaptação, mas foi um fracasso total e agora a nova temporada vai trazer três personagens que são os preferidos pela maioria dos fãs da série. Cassie foi escolhida para mostrar o que acontece com ela alguns anos depois e acho que foi a melhor escolha entre os personagens dessa geração, mas espero que alguns outros personagens  apareçam!

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Você ainda não assistiu Skins ou ainda está em dúvida em assistir? Faça um favor a si mesmo e veja essa série que é uma melhores já feitas e uma das minhas preferidas!

natalia

Pinky Wednesday: Curtas

26 jun

Essa não é a primeira vez que eu falo de curtas por aqui. Já fiz um post sobre um único curta, Eu Não Quero Voltar Sozinho (se você não leu, clique aqui!), e hoje resolvi fazer uma seleção de alguns dos curtas que eu mais gosto para vocês serem iniciados nesse mundo, se ainda não o conhecem.  Vamos lá!

A Pequena Vendedora de Fósforos

Peguem os lencinhos e preparem o coração! Quem conhece esse conto de fadas de Christian Andersen sabe que é um dos mais lindos e tristes ever. Esse curta de 2006 faz jus a essa bela história e passar uma mensagem linda de esperança e fé.

Thought of You

Sim, a abertura da novela das nove é muito parecida com esse curta! Feito em 2010 por Ryan Woodward, essa animação realmente é uma graça embora me lembre do filme O Tigre e o Dragão. No original a trilha sonora era a música Thought of You, do The Weepies, que também dá nome ao curta. A abertura da novela não é igual, mas foi criada pelo mesmo cara. Nada contra o Daniel, mas essa música é bem mais coesa com o filme né.

Alma

Alma é uma garotinha que entra numa loja de brinquedos atrás de uma boneca que é idêntica a ela. Quem viu e gostou de Coraline, vai gostar desse! Buuuuuuu

Croissant de Triomphe

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 Croissant de Triomphe é o primeiro de uma série de curtas estrelando Mickey Mouse que serão lançados esse ano em comemoração aos 85 anos do ratinho. As histórias contarão com a participação dos amigos de Mickey assim como de outros personagens da Disney e se passarão em locais diferentes. Esse, por exemplo, é na França (e é uma graça)!

Dot

Esse é um curta simples, mas peculiar. Dot é uma bonequinha de 9 milímetros que luta para não ser destruída. A peculiaridade fica por conta do modo como ele foi feito: usando uma câmera de celular apoiada em um microscópio! Esse microscópio foi criado especialmente para celulares com o intuito de ajudar a identificar doenças em áreas remotas que não têm hospitais e nem acesso a tecnologia.

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Belo Desastre

23 jun

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“Não era apenas eu nem apenas ele – era o que nós dois formávamos juntos.”

 

Ah Travis, finalmente te conheci…

Estava com tanta curiosidade de ler esse livro de tanto que ele foi falado que quando eu comprei o Kindle ele foi logo o primeiro livro que li. E finalmente li um livro new adult, que é um novo gênero literário e é a tendência literária do momento. E deixo o aviso que você não vai conseguir parar de ler até acabar o livro!

Abby Abernathy se muda com sua melhor amiga America para poder fugir do passado e quer se passar despercebida, mas não consegue por muito tempo graças a Travis Maddox. Travis é desses de fazer qualquer uma suspirar. Atraente, musculoso, tatuado, seduz as meninas para poder dispensar no dia seguinte e ainda luta nas horas vagas, um verdadeiro bad boy!

Acostumado com a atenção da mulherada e ela já sabendo da fama dele, ele fica surpreso quando Abby não cai no seu charme e eles acabam virando amigos, mas a tensão sexual entre os dois é tão grande que era impossível eles serem apenas amigos. Então eles fazem um aposta  em que muda tudo entre eles, se Travis perder ele tem que ficar um mês sem sexo, mas se ganhar ela tem que morar um mês no apartamento que ele divide com Shepley, seu primo e melhor amigo que é namorado de America.

Tenho que dar destaque para os personagens secundários que são ótimos como o Finch, melhor amigo de Abby e America e os quatro irmãos de Travis que é um mais engraçado que o outro! Eu entendo o Travis ser só um pouco possessivo e ciumento e a Abby não confiar que o relacionamento deles vai dar certo porque o passado influencia bastante na personalidade deles. Apesar de que Abby ser tão cabeça dura que eu queria sacudir ela e abraçar o Travis, mesmo eu sendo orgulhosa que nem ela.

Admito que fiquei surpresa com o segredo do passado da Abby, não esperava por aquilo! Acontece tanta coisa no livro e a leitura flui tão rápido que parece que o livro é minúsculo e quando acabei eu já queria ler de novo pra ter um pouco mais de Travis na minha vida!

A continuação do livro vai se chamar Desastre Eminente e vai ser a mesma história de Belo Desastre só que com o ponto de vista de Travis, preciso nem comentar com quanto eu estou ansiosa por esse livro né? Vai ter ‘continuações’ da história só que contando a história dos quatro irmãos de Travis. A Warner Bros comprou os direitos de adaptação do livro e eu estou mais do que ansiosa para ver isso! E o meu Travis é o Cam Gigandet:

cam

 

cam

só para embelezar o post

 

natalia

Hush Hush

21 jun

hush-hush

A Natália me deu os três primeiros livros da série Hush Hush no meu aniversário do ano passado. Ela já tinha lido e me disse que eram muito bons, mas não levei muita fé (assim como muita gente no Skoob, como pude perceber pelas resenhas postadas lá), por isso, só comecei a ler esse ano. E, nossa, o que encontrei me surpreendeu muito!

O primeiro livro da série é Sussurro e conta a história de Nora Grey, uma estudante certinha do ensino médio que teve seu pai assassinado recentemente. Ela nunca se interessou por nenhum menino em especial, ao contrário de sua melhor amiga Vee, que é muito atira pra todos os lados extrovertida.

Até que, na aula de Biologia, ela é forçada a ter como parceiro Patch Cipriano, aluno novo na escola e de quem nada se sabe. Ele é lindo, convencido, debochado e misterioso e Nora percebe que é perigoso. Ela tem medo de Patch, mas mesmo assim se vê envolvida por ele e tenta lutar contra esse sentimento (aceita que dói menos, amor).

Nesse meio tempo, ela também conhece Elliot, garoto transferido para a sua escola, vindo de uma escola particular. Elliot também é lindo e parece estar interessado nela. Seu melhor é Jules, por quem Vee se interessa, mas ele continua estudando na escola em que Elliot estudava.

Porém, coisas estranhas começam a acontecer a Nora e a outras pessoas a sua volta. Ela se vê perseguida por uma pessoa desconhecida e tenta descobrir quem é, tentando se convencer de que Patch não tem nada a ver com isso. No meio disso tudo, também há a história de Patch, que é envolta em sombras e mistério e Nora tenta encontrar as resposta (e só acaba encontrando mais problemas).

O livro é ótimo, cheio de suspense (muito bem construído, diga-se de passagem). E quando Nora começa a ser perseguida, muitos candidatos surgem e eu me peguei especulando quem seria. Quando essa pessoa finalmente foi revelada, fiquei de cara no chão, porque era TÃO ÓBVIO e mesmo assim, foi a única pessoa em quem eu não pensei. Por conta disso, o final é eletrizante e inesperado. Só senti que faltou um cliffhanger, sabe? Me pareceu que a autora resolveu todas as questões e mistérios e não deixou nada pro próximo livro.

Os personagens são um show a parte, principalmente Patch. A Natália é louca por ele, mas eu nunca dei muita bola a isso porque, venhamos e convenhamos, ela prefere o David (A Garota Americana) ao Tommy Sullivan (Pegando Fogo). MAS GENTE!!!!! Patch realmente é irresistível. Daqueles bad boys sedutores que exala sensualidade.

Vee, a melhor amiga de Nora, é muito divertida e pode render algumas boas risadas. Mas eu achei Nora meio sei lá… A meu ver, ela não tem nenhuma característica marcante, é apenas mais uma menina boazinha que não tem nenhuma relevância social na escola ou na cidade. Não que ela seja chata or something, mas só acho que não é muito interessante.

A série Hush Hush tem ainda mais três livros (e eu já estou lendo o segundo) e os direitos de adaptação para o cinema foram comprados pelo estúdio LD Entertainment e o roteiro, que já foi começado, está sendo escrito por Patrick Sean Smith. As filmagens estão previstas pra começar no segundo semestre de 2013 (tá chegando!) e os atores ainda não foram divulgados.

Detalhe: as capas dos livros são lindas! As minhas preferidas são a primeira e a última. E as de vocês?

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A Fine Frenzy

16 jun

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A Alison Suddol é a minha cantora favorita há uns três anos e finalmente, depois de todo esse tempo, estou fazendo um post sobre ela! Então não se assustem com a quantidade de fangirlismo e não me levem tão a sério, hahaha.

Alison teve contato com a música desde pequena. Cresceu escutando Aretha Franklin e Ella Fitzgerald, por exemplo. Ela também era apaixonada por literatura, tendo entre seus autores favoritos Lewis Carroll, C. S. Lewis e Charles Dickens. Foi essa paixão que a levou a escrever livros.

Depois de aprender a tocar piano sozinha, ela começou a escrever suas músicas. A Fine Frenzy, seu nome artístico, vem de um verso de Sonho de Uma Noite de Verão, de Shakespeare. Em uma entrevista, ela disse que escolheu o nome quando tinha um monte de livros abertos a sua frente e a fine frenzy simplesmente pulou da página.

Em 2007, ela lançou One Cell in The Sea, seu primeiro álbum. O primeiro single foi Almost Lover que, na minha opinião, é a melhor música de todo o CD. As canções são fortemente influenciadas pelas notas do piano de Alison e tem letras melancólicas e tocantes. Elas têm muita coesão entre si, visto que a maioria delas fala da dor de cotovelo do coração partido de Alison. O álbum é intenso, profundo e muito evocativo. As músicas que eu mais gosto são Almost Lover, Near To You e Rangers, então se alguém quiser ser iniciado no mundo de A Fine Frenzy, comece por essas!

 

Bomb in a Birdcage foi lançado em 2009 e é o segundo álbum de Alison. O primeiro single foi Blow Away, que não está entre as que eu mais gosto. Maaaaaaaaas esse CD contém a minha música preferida de todas: Swan Song. Não é uma música popular e até confesso que ela tem músicas melhores. MAS EU SIMPLESMENTE AMO ESSA MÚSICA!!! Sem nem ter um porque. Outro single desse álbum foi Electric Twist. E sim, eu gosto dessa música. Mas não sei POR QUE ela foi incluída. É tão diferente de todo o resto que eu nem sei como ela pôde gravar essa música! Me parece que é o tipo de música que só está ali pra chamar a atenção dos ouvintes, porque é animada e pop. Mas simplesmente não combina com o estilo dela!!! Argh, por que você fez isso, Alison????

 

E então veio o Pines, lançado ano passado, e que é diferente de tudo o que ela já fez. Pines é, na verdade, uma história sobre o último pinheiro, Pine, que restou de uma imensa floresta que desapareceu. Ele vive sozinho até que conhece uma coruja, Bird, que se torna sua amiga e o leva para outros lugares. Segundo Alison, cada música é um capítulo que leva ao próximo. As músicas são extremamente instrumentais contando não só com o já tradicional piano de Alison, mas também cello e outros instrumentos além de sons da natureza, como água, pássaros cantando etc. enfim, é uma experiência completa que realmente te leva pra esse universo criado por ela. E como a história era oh so marvelous  muito grande pra se limitar apenas ao álbum, ela escreveu um livro pra complementar! The Story of Pines foi lançado só em ebook e é ilustrado (eu amo ilustrações), uma graça!

Esse foi o álbum mais bem cotado pela crítica especializada, mas não é o mais badalado entre os fãs e público em geral. Sim, Pines é difícil de ser escutado. Eu mesma não gostei da primeira vez que escutei, mas logo me acostumei. Se você quiser apreciar e realmente entender esse CD é preciso escutá-lo mais de uma vez consecutiva. Aposto que no final você vai estar amando toda essa atmosfera mágica tanto quanto eu.

Mas para os apressadinhos de plantão, eu tenho a solução olha a rima aí, gente! Descobri isso há pouquíssimo tempo e acho que vocês vão amar! É um curta que conta a história do álbum, narrado pela própria Alison. E como não poderia deixar de ser, a trilha sonora é o álbum. Mesmo que você não tenha se interessado por A Fine Frenzy, vale a pena assistir. Duvido que alguém não seja tocado por essa história linda!

 

E por falar nisso… Alison estrelou em 2010 o curta Lost Things quando ainda era ruiva e linda. A música tema é dela e se chama Sleepwalking e combinou perfeitamente bem com o vídeo, que é uma graça. Vale a pena assistir!

 

A Fine Frenzy é uma cantora maravilhosa, de voz aveludada e impactante e que compõe as músicas mais lindas do mundo, além de tocar e ser escritora nas horas vagas. Uma verdadeira artista. Enquanto eu escrevo esse post, escuto Pines e sou transportada para um mundo mágico onde tudo é possível. Dê a mão a Alison e a deixe te levar nessa jornada fantástica também.

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