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Pinky Wednesday: The Carrie Diaries

24 abr

Mais um post sobre The Carrie Diaries porque necessito da segunda temporada!

Para saber mais sobre a série veja o post que a Mariana fez!

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Quando eu descobri que The Carrie Diaries ia se passar nos anos 80, fiquei ansiosa para ver as roupas e as músicas da série e fiquei surpresa com a trilha sonora maravilhosa. Então vou mostrar hoje as melhores músicas, na minha opinião, que se passou na série:

 Girls Just Want to Have Fun

Logo no piloto já temos várias músicas fantásticas. Esse sucesso de Cindy Lauper é apresentado primeiro na versão de Greg Laswell (que eu amei) e depois aparece já na versão original no final do episódio:

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Bette Davis Eyes

Essa música de 1981 de Kim Carnes apareceu na primeira cena de Carrie em NY.

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Just Can’t Get Enough

Música de Depeche Mode apareceu quando conhecemos uma das melhores personagens da série: Larissa!

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Our House

Da banda inglesa Madness que esteve na última cena do segundo episódio da série, me fez lembrar Carrie e as amigas em Sex and the City.

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Overkill

De Men At Work de 1983.

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I Feel the Earth Move

De Carole King, aparece em um flashback da mãe de Carrie.

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It’s My Life 

De Talk Talk, foi uma das melhores músicas que já tocou na série e uma das que eu mais gosto.

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Eye of the Tiger

Sucesso de Survivor que fez essa cena ser mais engraçada por causa da música! Mouse está impagável.

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Take On Me

Do A-Ha, cantei junto quando tocou, pois eu amo essa música!

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Like a Virgin

Claro que tinha que ter uma música da Madonna e nada melhor do que essa. Na primeira vez que aparece é na própria versão de Madonna, mas no final do episódio aparece com a versão de Fay Wolf (que eu gostei bastante).

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Heaven

Bryan Adams canta essa música linda no season finale da série.

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Cruel Summer

E para fechar a série, uma música da banda inglesa Bananarama que se encaixou perfeitamente com o final.

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Se você ainda está com dúvida se deve assistir essa série ou não, veja o quanto de música boa teve só em 13 episódios!

natalia

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O Rouge está de volta!

15 abr

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SIM, ELAS ESTÃO DE VOLTA! Nossas musas, famosas pelo ritmo Ragatanga, vão se reunir para comemorar os 10 anos da banda, gravando DVD e fazendo turnê pelo país (quem vamos?).  Rick Bonadio, que foi responsável pelo reality que as lançou, o Popstar, também foi quem idealizou a volta. Por isso, elas estão participando do novo reality dele, Fábrica de Estrelas, que vai ao ar no Multishow.

Luciana, que deixou a banda após o lançamento do segundo cd, foi convidada para retornar, mas não aceitou. Ela alegou que desde o início não se identificou com o repertório por ser muito pop e que por isso, não acharia justo voltar agora e parecer que estava pegando carona no sucesso pra se promover. Luciana tem carreira solo, mas eu nem me dignei a escutar as músicas porque tomei abuso dela.

A previsão era de que o primeiro single desse comeback fosse apresentado na íntegra no episódio do dia 8 de Abril. Mas a produção resolveu mostrar só o making of da gravação da música, passando a estreia da mesma pro episódio do dia 15 (hoje) só pra dar mais ibope.  E pra nos deixar na expectativa, foi liberado um preview da música, que se chama Tudo é Rouge e que você confere abaixo.

 

Pena que é só o instrumental, mas já dá pra ter uma ideia do que pode vir por aí. A outra música já confirmada se chama Tudo Outra Vez. Pelo nome das músicas, parece que vai ser uma coisa bem nostálgica pra exaltar nossa girl band favorita (desculpa sociedade, gosto mais de Rouge do que das Spice Girls).

Mas por onde elas andaram durante esse tempo todo?

Fantine

Com o fim do Rouge em 2006, Fantine formou uma banda com seu irmão, a Banda Thó (Thó é o sobrenome da família). Eles começaram a gravar as músicas para lançar um cd independente, mas ela ficou grávida e o lançamento do álbum foi adiado, sem nunca ter sido lançado. Ela se mudou para a Holanda com o marido para dar a luz à filha, Christine, e vive lá até hoje. Começou carreira solo no país, compondo suas próprias músicas em inglês (vale a pena escutar ein!). Fantine não mudou nada, pelo contrário, continua linda e loira e parece que dorme no formol!

Patrícia

CUIDADO: MOMENTO FANGIRL. Sim, Pati sempre foi minha preferida, então preparem-se. Patrícia agora é Lissah Martins! O nome completo dela é Patricia Lissah Kashiwaba Martins e ela decidiu trocar o nome artístico em homenagem ao seu avô. Em 2007, ela gravou a versão brasileira de Gotta Go My Own Way do High School Musical 2, chamada Vou Ser do Jeito que Sou (QUEM LEMBRA DISSO????). Mas foi em 2008 que a carreira dela deslanchou. Pati começou a fazer musicais!!! O que ela está fazendo hoje em dia é Priscilla: a Rainha do Deserto, mas ela já fez até a Bela no musical da Bela e a Fera! E NÃO PARA POR AÍ!!! Você que sonhava em ver as integrantes do Rouge e do Br’oz namorando, pode preparar seu coraçãozinho. Acontece que em 2009, Patrícia e Matheus do Br’oz se casaram (e estão juntos até hoje)! SIIIIIIM, MINHA GENTE!!! Aline e Karin foram madrinhas e todos os outros meninos do Br’oz foram os padrinhos. Só amor!!!

Aline

De longe, a que mais mudou, parece outra pessoa! Não só fisicamente porque na verdade, acho que o que mais chama a atenção é o amadurecimento. Quem diria que aquela menina desmilinguida ia ficar tão elegante e classuda??? Com o fim do Rouge, Aline fez participações em músicas de outros cantores até ser chamada para fazer o musical O Soar da Liberdade. Em 2009, lançou seu cd solo, Saudade do Samba, que mistura samba e MPB, os ritmos que sempre gostou. No final de 2009, voltou aos musicais, participando de Hairspray junto com Karin. Atualmente, está no elenco do musical Tim Maia: Vale Tudo. Mas o mais importante é: ela namora Igor Rickli, ator que faz o Alberto na novela das seis (Flor do Caribe) há dois anos e meio e até moram juntos! Eike inveja

Karin

Sou a única que achava que o nome dela era Karen??? Passado o susto, vamos ao que interessa. Como eu já disse, Karin foi outra que partiu pro ramo dos musicais. Além de Hairspray, também fez Xanadu e Hair. Foi numa apresentação teatral, que foi descoberta por Miguel Falabella, que a convidou para participar da novela que dirigia na época, Aquele Beijo, a primeira experiência de Karin na televisão. Hoje, ela está em Pé na Cova, minissérie que também é de Falabella.

Então quem quiser escutar a música completa, é só ficar ligado na Fábrica de Estrelas que vai ao ar hoje às 21:30 hrs no Multishow.

E pra fechar com chave de ouro, vamos relembrar os bons tempos com a melhor música de todos os tempos!

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Your Song

14 abr

Sim, eu vou fazer um post sobre a minha música preferida.

“I know it’s not much, but it’s the best I can do my gift is my song and this one’s for you”

Esse foi o primeiro single de Elton John e é do seu segundo álbum intitulado de “Elton John”. Composta em 1967, “Your Song” foi uma das primeiras parcerias entre Elton John e Bernie Taupin, que tinha apenas 17 anos de idade quando escreveu a letra (“por isso os sentimentos extraordinariamente virginais”, ele diz) e Elton John só levou vinte minutos para compor a música.

A primeira gravação de estúdio seria feita pelo Three Dog Night que seria incluída no álbum It Ain’t Easy de 1970. No mesmo ano, quando a interpretação de Elton John chegou nos Estados Unidos como single, (sete meses depois do lançamento de Tumbleweed Connection, seu terceiro álbum), o Three Dog Night preferiu não lançá-la no formato compacto, para ajudar o jovem compositor que, em dezembro de 1970, se destacava nas paradas de sucesso.

A canção foi escrita no café da manhã na casa dos pais de Elton, onde Bernie estava hospedado. A letra original tem manchas de café sobre ela. Elton diz que esta música não é para alguém em particular, de modo que Taupin se recusou a revelar a identidade da pessoa – se essa pessoa realmente existe – que inspirou essa canção. Ele disse em uma entrevista para Music Connection em 1989: “Uma das letras mais ingênua e infantil em todo o repertório da música, mas eu acho que a grande razão é porque era real na época. Isso foi exatamente o que eu estava sentindo, eu tinha 17 anos e estava vindo de alguém cuja visão sobre o amor ou a experiência com o amor era totalmente nova e ingênua. Agora eu nunca poderia escrever essa música de novo ou imitá-la, porque as músicas que eu escrevo agora que falar de amor vindo de pessoas da minha idade geralmente lidam com casamentos desfeitos”.

John Lennon disse “A primeira coisa nova que aconteceu desde que nós (The Beatles) acontecemos”. Eles acabaram se tornando bons amigos.

John Lennon Comes Back with Elton John

Elton John realiza a música em todos os seus concertos, ele disse uma vez que não acha que tenha escrito outra canção de amor tão boa desde então. Em 1971 o seu álbum foi indicado ao Grammy e em 2003 foi classificado como o 468º melhor álbum de todos os tempos pela revista Rolling Stones.

Muitos artistas já gravaram versões para essa música como Ellie Goulding, Billy Paul e Rod Stewart. Desempenhou um papel importante no filme Moulin Rouge e até teve destaque em um episódio de Os Simpsons, em que Apu queria presentear a esposa no dia dos namorados e no final acabou ganhando uma perfomance especial com a frase “This one’s from Apu” no lugar de “This one’s for you”.

 

único vídeo que eu achei com a cena do filme

 

O que me motivou a fazer esse post foi saber que ela seria cantada em Glee e pelo Blake!! Amo a música (lembro que Mariana ficava escrevendo trechos da letra na minha apostila do colégio hahaha) e adorei a versão na voz do Blake:

“I hope you don’t mind, I hope you don’t mind that I put down in words how wonderful life is now you’re in the world”

natalia

Jake Bugg

1 abr

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Jake Bugg é o novo garoto-problema da cena musical britânica. Aos 18 anos e ainda estreante, já deu declarações polêmicas sobre o X Factor, quando disse que quem participa do programa só está cantando a música, sem senti-la e também alfinetou cantores de um sucesso só. É preciso muita coragem pra fazer esse tipo de coisa, principalmente quando se está começando.

Eu classifico o som de Jake como indie, mas acho que essas classificações são só rótulos e cada um coloca o seu. O fato é: as influências de Jake são dessa linha, com Oasis e Bob Dylan, por exemplo. Aliás, Noel Gallagher, o ex-vocalista do Oasis, é padrinho (no sentido musical) de Jake, o que é compreensível, visto que ele sempre foi rebelde também. Eu até acho que eles são parecidos fisicamente também.

A voz de Jake me lembra muito a de Dylan e o estilo voz e violão só contribui pra isso. Admito que não é algo pra todos os ouvidos, masss quem estiver disposto a escutar, taí algo diferente do que temos visto (na verdade, ouvido né, haha) ultimamente. E ELE TEM SOTAQUE BRITÂNICO, MINHA GENTE!!! TÃO ESPERANDO O QUE???

 

Seu primeiro álbum leva o seu nome e conta com 14 faixas. O primeiro single é Two Fingers (e é uma das minhas preferidas). A letra faz bem o tipo sexo, drogas e rock’n roll a lá Skins, falando sobre a adolescência. E pra quem não sabe, os dois dedos que dão o nome a música equivalem ao nosso dedo do meio. Jake é inglês e na Inglaterra é assim (sem comentários sobre quando me deram dois dedos quando fiz intercâmbio lá).  Acho que por essa informação dá pra sentir o nível das músicas dele, hahaha.

Mas pra mim, as músicas lentas ainda são as melhores. Dentre elas, a que eu mais gosto é Broken. Eu simplesmente MORRO com a voz dele nessa música, soa tão melancólica e nostálgica! Slide também é lenta, mas tem uma certa bossa, uma certa descontração. No final das contas, todas as músicas valem a pena.

 

Jake Bugg é sincero, não tem papas na língua e, acima de tudo, tem talento. Vai longe.

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Tudo Por Um Pop Star – Musical

31 mar

Esse foi o primeiro livro que li da Thalita Rebouças, tinha uns 10 anos e adorei. Então quando descubro que ia virar uma peça musical, mesmo com 18 anos, surtei e botei na cabeça que ia ver de qualquer forma.

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A história é de três amigas Manu, Gabi e Ritinha que moram em Resende e descobrem que os seus ídolos, a boyband Slavabody Disco Disco Boys (oi? É, é esse o nome mesmo), vão fazer um show no Rio, elas querem mais do que tudo ir vê-los. Então elas pedem ajuda para a prima de Manu, a Babete (que é louca e é minha personagem favorita no livro e na peça), para conseguirem convencer os pais de  deixarem ir pro show. Basicamente é isso.

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Jullie, Thais Belchior, Larissa Bougleux e Thati Lopes.

Gente, a peça é muito boa. Sério. Eles adaptaram muito bem e as músicas foram ótimas. Vai de Restart a One Direction e de Barão Vermelho a The Beatles. Os atores são ótimos e eu consegui visualizar cada personagem neles, de verdade.  A direção é de Pedro Vasconcellos e roteiro de Gustavo Reiz. Na hora eles fazem uns improvisos bem legais e fazem contato com a plateia, o que eu achei bem legal.

Tem algumas cenas que se passa no telão, como se fosse um cinema (por exemplo, quando aparece os pais delas), Thalita Rebouças comenta algumas partes e no final ainda conta uma história dela quando era fã do RPM.  Os meninos da banda falam meio americanizados o que é bem engraçadinho e o cara que faz o Davi(melhor amigo da Babete e onde as meninas vão ficar no Rio) é demaaaaais, foi a parte mais engraçada da peça!

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Raphael Rossatt, Christian Villegas e Igor Pontes.

Agora, a história de como eu vi a peça hahaha. Consegui ver só na terceira tentativa, na primeira cheguei meia hora atrasada por causa do trânsito, na segunda vez apareceu um compromisso de última hora e não  dava para ir. Insistimos em ir uma terceira vez, mas se não conseguisse dessa vez ia ser a última tentativa também.

Chegamos e a fila estava grande e já era quase a hora do início da peça, estávamos preocupadas em não ter ingresso suficiente, até que vem uma mulher na gente e pergunta se vamos ver a peça, começou a conversar até que chama a minha mãe pra fora da fila porque não pode falar alto o que tem pra dizer, aí não entendi nada e fiquei achando que ia vir treta. Então ela fala pra minha mãe que é mãe de uma das atrizes principais e que tem quatro ingressos sobrando e que queria dar pra gente porque a pessoa pra quem ela reservou não pode ir. Sério!

Então assisti a peça de graça, na primeira fileira (morrendo de medo deles mexerem comigo e acabar chamando pra ir ao palco) e a Babete ainda brinca comigo no meio da peça hahaha. Tive que compartilhar isso, pois foi surreal!

Minha mãe que achava que ia ser bobo, adorou! E eu mais ainda! A peça vai ficar em cartaz até o final de abril então quem tiver a oportunidade de ir, por favor, vá e me conte o que achou!

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natalia

Músicas da Disney que você nunca ouviu

26 mar

O processo de criação de um filme é complicado, até mesmo o de um filme de animação. A equipe tem que criar baseando-se no roteiro, e como a animação não envolve pessoas de verdade, muita coisa pode ser cortada, até mesmo os personagens!

A Disney é um dos maiores estúdios de animação do mundo todo e produziu filmes clássicos que são amados por inúmeras gerações. E como não podia deixar de ser, esses filmes foram muito recortados até chegarem ao que a gente conhece. Aqui vocês vão ver algumas músicas (e até mesmo personagens) que não foram incluídos nos filmes de fato.

Algumas músicas provavelmente foram cortadas logo no tratamento inicial, por isso estão em storyboard. E as que nem chegaram a essa fase não tem nem storyboard. E todas são em inglês. Mas se você é mega fã da Disney, isso não vai ser problema!

Aladdin

Aladdin foi um dos filmes mais picotados everrrr. Personagens, músicas e até partes da história em si foram retiradas do filme. Algumas das músicas descartadas eventualmente apareceram em edições especiais dos DVDs e até mesmo nos CDs da trilha sonora do filme.

Proud of Your Boy – Sim, Aladdin tinha mãe. E ela foi cortada porque os produtores achavam-na supérflua demais. Porém, o compositor Howard Ashman gostava muito da personagem e escreveu essa música em que o Aladdin promete a ela que ele ainda vai ser motivo de orgulho (todas chora). EU NEM ACREDITO QUE ESSA MÚSICA E A MÃE DO ALI FORAM CORTADAS. Enfim, a música só começa em 1:45, antes tem uma pequena introdução da equipe.

 

Humiliate the Boy – Há pelo menos dois motivos para essa música não ter sido incluída no filme. O primeiro é a mudança na história: no começo, o Gênio não tinha uma quantidade limitada de desejos, ele podia conceder quantos a pessoa pedisse, como se pode ver nessa música. Logo, quando isso mudou para apenas 3 desejos, a música não fazia mais sentido. E o segundo motivo não é tão concreto assim: a música é um tanto sombria se comparada ao resto do filme (e eu não concordo, mas enfim, quem sou eu?).

Mulan

Keep ‘Em Guessing – SIM, O MUSHU TINHA UMA MÚSICA. I CAN’T EVEN!!!!!!!

O Rei Leão

To Be King – Não há uma resposta certa do porquê essa música não entrou pro filme, mas acho que fica bem claro quando se compara o temperamento do Mufasa e do Zazu nessa música com o do filme em si.

Pocahontas

Dancing to the Wedding Drum – No começo, Kocoum era um tanto quanto extrovertido. Depois, quando decidiram que ele ia fazer o tipo rabugento, essa música perdeu o sentido.

 

Essas foram só algumas das músicas que eu achei, basicamente as que eu mais gostei. Se vocês procurarem no Youtube, vão achar cenas e músicas deletadas e versões alternativas também. Tem muito material pra deixar os fãs soterrados, haha

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Birdy

17 mar

Acho que a essa altura todo mundo já conhece a Birdy. Os fãs de Jogos Vorazes devem conhecê-la da trilha sonora do filme, da qual ela faz parte com a música Just a Game. Mas caso você ainda  não tenha ouvido falar dela, aqui vai o que  precisa saber.

Jasmine van den Bogaerde, mais conhecida como Birdy, nasceu em 15 de Maio de 1996, portanto, ainda tem 16 aninhos. Tá na flor da idade. O apelido foi dado pelos pais quando ainda era bebê porquê ela abria a boca igual a um passarinho quando era alimentada. Enfim, né…

Ela aprendeu a tocar piano aos sete anos e começou a compor músicas aos oito (enquanto nós, reles mortais, brincávamos de boneca e essas coisas). Aos doze anos, ganhou o concurso Open Mic UK tanto na categoria abaixo de dezoito anos quanto o prêmio geral. Pra isso, sambou na cara de 10,000 competidores. Por aí já dá pra perceber o talento da menina.

 

Em 2011, aos catorze anos, Birdy lançou seu primeiro single, um cover da música Skinny Love, de Bon Iver. Apenas assistam ao clipe e vejam o que essa menina já fazia aos catorze anos. No mesmo ano, ela lançou o álbum, intitulado Birdy, onde a maioria das músicas são covers com arranjos musicais diferentes.

Sim, são covers, mas se não fossem tão bons, não mereceriam ser lançados num álbum, certo? A questão é que a querida Birdy canta muitíssimo bem (felizmente, por que imagina desperdiçar uma voz dessas????), mas vai além. Ela tem uma interpretação única das músicas, bem diferente das interpretações originais. Tudo isso com um sotaque britânico lindo, que eu amo, tu amas, todos amam etc. Ela escolheu o que queria cantar, por isso, pressuponho que ela tem toda uma história com cada música. Aliado a isso, está o piano que ela toca em quase todas (ou todas?) e dá um toque especial às versões.

A única música original é Without a Word, que foi escrita por ela. Pra mim, essa não fica atrás das outras tanto no quesito letra quanto instrumental. Eu, por exemplo, sempre canto “teeeeeeeeell me that you don’t careeeeeeee” a plenos pulmões. Eu simplesmente não consigo escolher minha música preferida, porque todas são lindas e cada uma tem alguma coisinha que me faz amá-la de um jeito especial. Mas Skinny Love foi a primeira que conheci, então sempre vai ter uma portinha no meu coração.

 

Os clipes também são ótimos. Ela tem clipes melhores do que os de muita gente grande por aí. Lindos, melancólicos e com ótima fotografia e edição. Eu acho que os de Skinny Love e Shelter são meio parecidos, até. Tem essa vibe de casa abandonada, floresta inóspita e tal. Acho que os produtores pensaram que em time que tá ganhando não se mexe. E convenhamos, deu certo. Eles podem até ser semelhantes, but it’s ok porque ambos são ótimos.

Diz a lenda que ela vai lançar um álbum com músicas originais, mas eu ouvi isso em 2011 e já estamos em 2013 e até hoje nada foi feito. E enquanto isso, só observo.

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