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Vem aí Frozen!

23 jul

Mais um filme de contos de fadas da Disney vem aí (para a minha alegria)! Frozen é baseado na história de Snow Queen, de Christian Andersen (o mesmo que escreveu A Pequena Sereia, O Patinho Feio e tantos outros).

Como esse não é um conto muito conhecido no Brasil, acho válido contar a história pra vocês (visto que a Disney vai mudar tudo, como sempre). Tentarei ser breve, mas como esse é um dos contos mais longos de Andersen, essa é uma tarefa difícil. Todo o conto é dividido em sete histórias que formam um todo. Vamos lá!

Um troll malvado cria um espelho mágico que distorce a imagem do que é refletido nele. Tudo que é bom fica em segundo plano, enquanto o que é feio e mau é exaltado. Os alunos do troll (também trolls) querem levar o espelho para o céu e distorcer os anjos, mas quanto mais eles sobem, mais o espelho ri e treme. Ele acaba escapulindo e caindo na Terra, se quebrando em milhares de pedaços. Esses cacos entram nos corações de algumas pessoas, congelando-os, quando entram em seus olhos, elas só veem o mal, assim como o espelho refletiria.

Anos depois, Kai e Gerda são vizinhos e melhores amigos. A avó de Kai conta a eles sobre a Snow Queen, que é a rainha dos flocos de neve. Durante um inverno, Kai a vê do lado de fora de sua janela e ela pede para ele segui-la, mas ele se afasta, com medo. No verão seguinte, os fragmentos do espelho do troll entram nos olhos e coração de Kai enquanto ele lia um livro com Gerda.

De repente, a personalidade dele muda e ele passa a destruir tudo que vê pela frente e até destrata sua avó e Gerda. A única coisa que ainda lhe parece bonita e perfeita são os flocos de neve que chegam no inverno. Um dia, ele sai com seu trenó para brincar e vê um trenó branco, enganchando o seu a ele. O trenó é dirigido pela Snow Queen, que, ao descer dele, vê Kai e o beija duas vezes. Uma para que ele não sinta frio e outra para que ele se esqueça de sua vida. Assim, ela o leva para seu palácio.

As pessoas da cidade percebem que Kai sumiu e assumem que ele morreu. Mas Gerda não desiste. Ela sai em busca de Kai e depois de passar por alguns apuros, ela é presa, mas o homem que cuidava do cativeiro se oferece para levá-la até o palácio da Snow Queen. Lá, os flocos de neve da Snow Queen tentam impedi-la de entrar, mas as suas orações os vencem e ela consegue passar.

Kai se encontra no meio de um lago congelado, quase imóvel. Gerda corre até ele, o abraça e chora. As lágrimas quentes dela são suficientes para derreter o coração de Kai, queimando o fragmento do espelho do troll. Quando ele chora, os fragmentos de seus olhos caem, e ele revê Gerda como ela realmente é. Ela o beija e ele volta a ser saudável e rosado. Kai é salvo pelo poder do amor de Gerda. Eles voltam para sua cidade e ficam surpresos de ver que já é verão!

E essa é a história. Apesar de linda, em nada se parece com a que a Disney vai usar no filme, que é a seguinte:

“Uma profecia condena um reino a um inverno eterno, então Anna (Kristen Bell) precisa se unir a Kristoff (Jonathan Groff), um ousado homem da montanha, na maior de todas as aventuras para encontrar sua irmã, a Rainha da Neve (IdinaMenzel) e pôr um fim no feitiço gelado. Encontrando criaturas míticas, mágicas e extremas como o Everest a cada passo, Anna e Kristoff enfrentam os elementos da natureza em uma corrida para salvar o reino da destruição.“

Sim, Idina Mendel, a diva da Broadway e mãe da Rachel em Glee vai dublar a vilã do filme! Já se sabe que ela vai ter uma música chamada Let It Go,  que deve integrar a cena em que Elsa deixa o reino Arendelle para criar seu próprio castelo de gelo. Kristen Bell também confirmou que vai haver um dueto entre ela e Idina. E como Jonathan Groff (o Jesse St. James de Glee, para delírio da Natália) também é cantor, tudo me leva a crer que ele também vai ganhar um dueto, quiçá uma música só dele! Enfim, a trilha sonora desse filme vai ter o padrão Disney de qualidade.

O motivo de eu estar fazendo esse post é que essa semana foi liberado o primeiro trailer e algumas fotos oficiais do filme. Eu adorei o vídeo, que até parece um curta da Pixar! Se você não gosta de surpresas, pode assistir sem medo, pois não tem NENHUMA revelação sobre o enredo do longa.

 

Mas se você, assim como eu, é muito ansioso for your own good, assista o trailer japonês! Nesse, tem um bom panorama da história e os personagens principais são apresentados.

 

No começo, a Disney ainda pensava em Anna e Kristoff como crianças, assim como no conto original. Depois, por algum motivo, eles passaram a ser adolescentes e essa é a versão que vai pro filme.

O filme estreia nos cinemas americanos no dia 27 de Novembro deste ano e por aqui só em Janeiro de 2014. Já estou ansiosa!

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Novo trailer de Em Chamas!

20 jul

Acabou de sair o novo de trailer da continuação de Jogos Vorazes e só tenho uma coisa pra falar: cadê novembro?

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Extremely Loud & Incredibly Close

8 jul

Eu cheguei a esse filme por acaso. Na verdade, eu estava procurando uma comédia romântica bem leve pra passar o tempo, mas quando abri minha lista de gravações da Tv a cabo descobri que não tinha nenhuma. Resolvi assistir esse só porque estava sem nada pra fazer. E no final fiquei com uma sensação de por que eu não vi esse filme antes?

Tão Forte, Tão Perto (nome em português do filme) é a história de um menino que perde o pai no atentado de 11 de Setembro. Ele era o melhor amigo do garoto e deixa um vazio imenso na vida dele. Oskar é muito inteligente e por isso o pai costumava organizar expedições, que nada mais eram do que brincadeiras em que ele tinha que resolver algum tipo de mistério para achar alguma coisa.

Na verdade, a real intenção disso era fazer com que Oskar se comunicasse com os outros. Por ser muito esperto e diferente das outras crianças de sua idade, ele não tem muitos amigos e é zoado pelos outros. Um ano depois da morte do pai, ele acha um envelope (com o nome Black) com uma chave dentro do bolso de uma roupa do pai. Ele trata aquilo como a última expedição que o pai deixa pra ele e sai em busca do tal Black para descobrir do que se trata.

Ele procura todas as pessoas que tenham o nome Black em Manhattan e vai a casa delas para perguntar se conheceram seu pai ou se sabem algo sobre a chave. Os encontros com essas pessoas são muito diferentes: alguns alegres, outros emocionantes e outros mal sucedidos. O que importa é que o pai dele realmente conseguiu o que queria: fazer com que ele interagisse com os outros. E é impressionante como ele consegue tocar as pessoas emocionalmente (tanto para o bem quanto para o mal) e em consequência, tocar o expectador. O primeiro encontro, por exemplo, se dá de forma tão simples, mas é tão bonito, que me deixou de olhos marejados o que não é muito difícil, but still.

No final das contas, Oskar se vê envolvido com pessoas que ele nem conhece, mas que se sensibilizam com sua história. E na tentativa de ficar mais próximo de seu pai falecido, ele acaba se aproximando de sua mãe (que geralmente ficava em segundo plano) e de uma pessoa que aparece em sua vida do nada, mas que rapidamente se torna muito importante.

O filme é todo pontuado por flashbacks envolvendo o pai de Oskar que nos mostram a relação deles dois e como ele era um cara excepcional. Isso só nos faz ficar mais apegados a Oskar e mais emocionados cryyyyyyyyy. E bem, eu sei que a maior parte da crítica especializada teceu comentários negativos sobre o filme, mas eu, sinceramente não vejo nenhum erro. E é por essas e outras que nunca serei crítica de nada, hahaha.

Gostaria de destacar a atuação de Thomas Horn e Max von Sydow, sendo esse último indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por esse filme. Max dá um show com um personagem que não fala uma única palavra no filme todo, mas mesmo assim, diz tudo. Claro que não se poderia esperar menos de um cara que fez vários filmes com Ingmar Bergman.

And then there’s Thomas Horn. Ele é brilhante, assim como seu personagem (Oskar), e conseguiu a chance de fazer os testes para o filme depois de ganhar um game show de perguntas e respostas. Ele tinha 13-14 anos na época das filmagens, mas realmente parecia ter 11 anos, idade do personagem. E é impressionante como um menino tão novo (eu, a velha)  e estreante consegue chegar a um nível emocional tão grande, de modo que envolve todos em seu mundo. Palmas!

E depois disso tudo, só tenho uma coisa a dizer (e quem viu o filme vai entender):  oito minutos.

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Pinky Wednesday: Curtas

26 jun

Essa não é a primeira vez que eu falo de curtas por aqui. Já fiz um post sobre um único curta, Eu Não Quero Voltar Sozinho (se você não leu, clique aqui!), e hoje resolvi fazer uma seleção de alguns dos curtas que eu mais gosto para vocês serem iniciados nesse mundo, se ainda não o conhecem.  Vamos lá!

A Pequena Vendedora de Fósforos

Peguem os lencinhos e preparem o coração! Quem conhece esse conto de fadas de Christian Andersen sabe que é um dos mais lindos e tristes ever. Esse curta de 2006 faz jus a essa bela história e passar uma mensagem linda de esperança e fé.

Thought of You

Sim, a abertura da novela das nove é muito parecida com esse curta! Feito em 2010 por Ryan Woodward, essa animação realmente é uma graça embora me lembre do filme O Tigre e o Dragão. No original a trilha sonora era a música Thought of You, do The Weepies, que também dá nome ao curta. A abertura da novela não é igual, mas foi criada pelo mesmo cara. Nada contra o Daniel, mas essa música é bem mais coesa com o filme né.

Alma

Alma é uma garotinha que entra numa loja de brinquedos atrás de uma boneca que é idêntica a ela. Quem viu e gostou de Coraline, vai gostar desse! Buuuuuuu

Croissant de Triomphe

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 Croissant de Triomphe é o primeiro de uma série de curtas estrelando Mickey Mouse que serão lançados esse ano em comemoração aos 85 anos do ratinho. As histórias contarão com a participação dos amigos de Mickey assim como de outros personagens da Disney e se passarão em locais diferentes. Esse, por exemplo, é na França (e é uma graça)!

Dot

Esse é um curta simples, mas peculiar. Dot é uma bonequinha de 9 milímetros que luta para não ser destruída. A peculiaridade fica por conta do modo como ele foi feito: usando uma câmera de celular apoiada em um microscópio! Esse microscópio foi criado especialmente para celulares com o intuito de ajudar a identificar doenças em áreas remotas que não têm hospitais e nem acesso a tecnologia.

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Pinky Wednesday: Clássicos da Sessão da Tarde

6 jun

A Sessão da Tarde é reconhecida por repetir sempre os mesmos filmes. O que poderia ser uma coisa ruim se tornou algo muito divertido pra mim, que aprendi a amar muitos deles por causa disso. Então, fico feliz de sempre poder ver os filmes que mais gosto. Pensando nisso, resolvi reacender a chama da paixão a memória de todos que cresceram assistindo as mesmas coisas que eu. E assim nasceu esse post! Espero que gostem e fiquem com vontade de rever essas preciosidades. Mas só vale se for dublado! hahaha

Meu Primeiro Amor

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Aaaaaaaah, meu coração! Tenho certeza que esse filme fez parte de muitas meninas que, assim como eu, se apaixonaram por Thomas e choraram com Vada quando ele morreu. Confesso que eu SEMPRE sonhei que meu primeiro beijo ia ser igual ao deles, hahaha. E qual não foi minha surpresa ao descobrir que essa cena ganhou o MTV Awards na categoria Melhor Beijo? Merecidíssimo!!! O filme teve uma continuação, com a mesma atriz que fez a Vada, igualmente fofa e igualmente repetida a exaustão na Sessão da Tarde!

Caçadoras de Aventuras

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Quem nunca brincou de explorador de cavernas por causa desse filme que atire a primeira pedra nesse momento eu sou apedrejada porque eu era a única estranha que brincava *cry! Christina Ricci e Anna Chlumsky (a mesma que fez a Vada!) protagonizaram um dos resgates mais épicos da Sessão da tarde!  Quem mandou ficar presa, Christina Ricci?????

Como Arranjar uma Namorada para o Papai

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As gêmeas Olsen são praticamente donas da Sessão da Tarde e esse filme é o mais clássico delas! O melhor do filme é quando elas fazem as espiãs, todas trabalhadas no preto, pra colocar o outdoor sobre o pai. Talk about drama! E os looks? Muita calça pescando, tamanco de dedo e salto plataforma e óculos tipo esses da foto. Sem contar o batom metalizado! Hahaha <3333

Sabrina, Aprendiz de Feiticeira

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Que menina não subiu em cima de uma vassoura e fez a Sabrina??? Meu sonho era descobrir que eu era bruxa aos 16 anos e poder mudar de roupa com mágica! O Salém era um boneco muito mal feito, mas who cares quando se é criança/pré-adolescente? Eu queria um Salém mesmo assim!  Além dos filmes, também tinha a série que era só amoooor.

A Lagoa Azul

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Esse filme na verdade são dois (Lagoa Azul e De Volta Para a Lagoa Azul) e eu sempre identifiquei um como o da mãe e o outro como o do capitão. Seja qual for é, definitivamente, O CLÁSSICO DOS CLÁSSICOS!

E é isso! Essa foi a primeira seleção dos clássicos da Sessão da Tarde. Primeira porque são tantos filmes que um post só não ia dar conta. Então aguardem as próximas edições!

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The Boat That Rocked

1 jun

O cenário em que se desenrola The Boat That Rocked é o mesmo de We’ll Take Manhattan (que eu já resenhei aqui), só que focado na música, é claro: a Inglaterra dos anos 60. Um país extremamente aristocrático que renegava a música pop/rock (pensem em Beatles, Rolling Stones e afins) e priorizava a música clássica. Claro que os mais jovens não estavam felizes com isso. Para satisfazer esse público, nasceram as rádios piratas.

A Radio Rock, a primeira delas, funcionava num navio ancorado no Mar do Norte e era dirigida por Quentin. Quando Carl, seu afilhado, é expulso da escola, ele é mandado para lá pela mãe porque é claro que um antro de perdição como uma rádio pirata vai endireitar alguém. Ele é bem recepcionado por todos os disk jóqueis (da onde vem o termo Dj), principalmente por Simon, que logo se torna seu melhor amigo.

Enquanto isso, em Londres, um ministro do Parlamento decide fechar a rádio por achar que é algo imoral e uma má influência sobre os jovens. Assim, ele instrui seu subordinado a encontrar alguma brecha na lei que ajude a tornar a rádio ilegal. Com isso, ele proíbe empresas britânicas de fazerem comerciais na rádio, que pode falir sem esse dinheiro. Para que isso não aconteça, Quentin traz de volta Gavin, um famoso Dj que tinha se aposentado e conta com um imenso fã clube. Os empresários não podem perder essa oportunidade, pois a rádio ganha ainda mais popularidade com a volta de Gavin, então eles passam a pagar suas contas do exterior e continuam investindo na rádio.

Porém, nem tudo são flores. Conde, um dos principais Djs da rádio, se sente ameaçado pelo comeback de Gavin e eles começam uma rixa. Nesse meio tempo, descobrimos que Carl é bv (TOM STURRIDGE BV???? I DON’T SEE THAT HAPPENING) e os outros Djs tentam ajudá-lo a mudar isso. Acontece que periodicamente, um barco leva garotas tietes ao barco da rádio para que os Djs não se sintam tão sozinhos. E é claro que eles tentam arranjar umazinha pro Carl quando isso acontece, mas não dá certo. Eventualmente, ele é apresentado a Marianne, sobrinha de Quentin, por quem ele se apaixona de imediato.

Com o passar do tempo, a rádio se torna mais e mais popular com diferentes faixas estárias e classes sociais. Além das músicas, a vida dos Djs também se torna uma atração, visto que eles narram tudo em seus programas. É claro que esse sucesso só faz enfurecer mais ainda o ministro, que não desiste de acabar com a rádio, contando com várias tentativas frustradas. Isso culmina num final eletrizante e que me matou do coração todas as vezes que eu assisti o filme. Contar mais que isso já seria spoiler, então vamos aos detalhes técnicos!

Todos os Djs são peculiares, começando por Simon, que é a pessoa mais fofa do mundo, passando por Conde, que basicamente respira música, até Gavin, que é um garanhão e é capaz de levar centenas de garotas a loucura só com o som do abrir de seu zíper. E como se isso não bastasse… TOM STURRIDGE. Gente, esse cara é um pe-ca-do. E o personagem dele, Carl, é todo inexperiente e tal. Ou seja: fofura máxima.

E o figurino do filme tá impecável! Claro que a maior parte do elenco é masculina, mas mesmo assim fica claro o perfume 60s: muito terninho e jaqueta e até cabelo tigelinha! E quando as meninas vão visitar o barco é uma festa de tubinhos, minissaias, botas brancas, cabelos de colmeia e afins. Tudo muito caprichado e bem pensado, gostei de ver!

E pesquisando sobre o filme descobri queeeeeee tchanranran  FOI INSPIRADO NUMA HISTÓRIA REAL! Na vida real, a rádio se chamava Radio Caroline e alguns dos personagens do filme foram inspirados em pessoas que realmente existiram e faziam parte da rádio. E pasme: ela ainda existe!!! Aqui vocês podem ler uma entrevista de um dos membros da rádio na década de 60 onde ele fala sobre o cotidiano do navio e sobre a época em que tudo aconteceu (vale a pena ler!).

The Boat That Rocked é um dos meus filmes favoritos. Tudo é impecável: a história, os personagens, o figurino, a trilha sonora etc etc. E quem quiser ver pode achá-lo tanto com esse nome quanto como Pirate Radio. Boa sorte!

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Somos Tão Jovens

24 maio

Somos Tão Jovens é um filme sobre a juventude de Renato Russo e a cena do rock na Brasília dos anos 80. Nós duas assistimos e vamos fazer uma resenha conjunta sobre ele. Mas antes, um pouco sobre o filme.

Na Brasília do começo dos anos 70, Renato Manfredini Júnior é um adolescente que não é muito popular na escola. Depois de um acidente de bicicleta, ele descobre que tem uma doença que o obriga a operar a perna, o que o leva a ficar preso a cama durante meses. É então que ele devora livros sem parar e toma gosto pela música, principalmente o punk britânico. É também nessa época que ele escreve suas primeiras músicas.

Já recuperado, ele faz amizade com outras pessoas que também se interessam pelo punk. Essas pessoas ficaram conhecidas na história da música brasileira, como Turma da Colina (referência a um condomínio de prédios que tinha esse nome e onde eles se encontravam frequentemente). Juntos, eles bebiam muito, se drogavam, iam a festas, acampavam, faziam fogueiras e escutavam punk. Basicamente, eles só faziam o que era mal visto pela ditadura.

Foi assim que Renato conheceu Fê Lemos, um apaixonado por Sex Pistols como ele. Ao encontrar André Pretorius na rua e constatar que ele parecia com Sid Vicious (vocalista do Sex Pistols), os três se juntaram e criaram o Aborto Elétrico, primeira banda de Renato. Depois de apenas um show, André teve que voltar a África do Sul (ele era africano e morava no Brasil, pois seu pai era embaixador) para servir no exército e o irmão de Fê, Flávio, entrou em seu lugar.

Renato acabou saindo da banda e algum tempo depois a banda acabou. Nesse meio tempo, Renato passou a se apresentar sozinho, como o Trovador Solitário, com um som mais acústico, mas não fazia muito sucesso com o público. Eventualmente, ele conheceu Marcelo Bonfá e formou uma banda com ele. Depois de um tempo sem um baixista fixo, eles acharam Dado Villa-Lobos, que ficou no posto. E assim nascia a Legião Urbana.

Renato Russo é interpretado por Thiago Mendonça e eles são IDÊNTICOS tirando os olhos claros. O ator que faz Dinho Ouro Preto, Ibsen Perucci, também se parece muito com ele. O filho de Dado Villa-Lobos foi quem o interpretou no filme e eles parecem a mesma pessoa! Herbert Vianna não aparece muito no filme, mas o ator que o representou, Edu Moraes, conseguiu fazer a voz ficar idêntica ao do verdadeiro Herbert! Agora sim, vamos à resenha!

Mariana

Somos Tão Jovens me surpreendeu de várias maneiras. Primeiro pelo retrato de Renato Russo. Eu não imaginava que ele fosse uma pessoa tão difícil de lidar, chegando a ser inconveniente. Não sei qual imagem eu fazia dele, mas certamente não era a que o filme me apresentou.

Outro ponto que me surpreendeu foi o fato da Legião Urbana não ser o ponto principal do filme, e sim o próprio Renato. Somos Tão Jovens é um filme sobre ele. Como ele se relacionava com a música e com outras pessoas. Logo, as bandas que ele formou durante sua carreira eram apenas desdobramentos disso. Como o filme abordou mais o começo do interesse dele pelo punk, o Aborto Elétrico teve mais destaque, pois foi influenciado diretamente por esse estilo musical. Gostei da transição dessa banda para a Legião, que acompanhou o amadurecimento do Renato.

Algo que me incomodou foi o final. Aviso aos navegantes: o filme não retrata a ascensão meteórica da Legião. Pelo contrário, só vai até o primeiro show da banda no Rio. Eu não sabia disso antes de ver o filme, então senti como se tivesse acabado de repente, como se estivesse faltando um pedaço, mesmo que todos nós saibamos como tudo acabou.

Thiago Mendonça conseguiu me ganhar. Além de ser parecido com Renato fisicamente, ele também conseguiu copiar o jeito e trejeitos do cantor. Só achei que no começo ele parecia um pouco caricato, como se querendo convencer o público de que estudou pro papel e que sabia da responsabilidade de interpretar alguém tão importante.

Outra coisa que me incomodou foi a escolha das músicas. Entendo que elas foram apresentadas cronologicamente, o que é certo. Mas poxa, Pais e Filhos não era pedir demais né, mesmo que fosse apenas uma música de fundo. Claro que eu também queria Angra dos Reis (minha favorita), mas já sabia que seria difícil. Enfim, eu gostei do filme, mesmo com seus altos e baixos. Assistam!

Natália

Primeiro eu tenho que admitir que não sabia muito da vida do Renato Russo e que não sou grande conhecedora de suas músicas.  Sempre adorei as letras de suas músicas então quando descobri que ia ter o filme eu fiquei super curiosa! Esperava um pouco mais do filme porque achei que ia contar a história da vida dele toda, mas só vai até o primeiro show da Legião Urbana no Rio. Adorei saber as histórias por trás de algumas músicas e fiquei totalmente surpresa com o quanto ele era rebelde!

Achei a escolha do elenco fantástica, começando pelo Thiago Mendonça que conseguiu retratar as expressões do cantor muito bem além de ser muito parecido com ele e o ator Ibsen Perucci que interpreta o Dinho Ouro Preto, que na primeira cena que ele apareceu eu já consegui identificar quem era por conseguir mostrar os jeitos do cantor logo no início. Concordo com a Mariana e não custava nada mostrar Pais e Filhos no filme, que é a minha música preferida dele. Foi uma surpresa pra mim o filme ter acabado tão rápido, mas o final é bonito e achei uma bela homenagem ao cantor. Vale a pena assistir!

Pinky Wednesday: Keira Knightley

23 maio

Vou falar sobre os três filmes que mais gosto da Keira Knightley, que é uma das minhas atrizes preferidas e que se casou no início desse mês!

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Keira Christina Knightley  nasceu em 26 de março de 1985 em Teddington, Londres. Filha de Sharman Macdonald, uma dramaturga premiada escocesa de meia ascendência galesa e Will Knightley, um ator inglês de teatro e televisão. Tem um irmão mais velho chamado Caleb. Na idade de três anos, ela já queria um agente de talentos, mas seus pais só deixaram com seis anos e permitiram trabalhar em produções nas suas férias de verão, ela notou que já queria atuar em nessa época. Keira foi diagnosticada com dislexia com seis anos, mas foi bem sucedida na escola e recusou seu lugar na Academia de Música e Arte Dramática de Londres para se focar na atuação.

Ela se apresentou em uma série de produções amadoras locais e aos sete anos teve seu primeiro papel na televisão no episódio “Royal Celebration” da série Screen One. Ela continuou atuando na televisão e fez sua estreia no cinema em 1995. A primeira vez que teve o seu nome mencionado no mundo inteiro foi quando ela interpretou Sabé, o papel de Natalie Portman em Star Wars Episode I: The Phantom Menace devido à semelhança entre as duas atrizes, que até as mães das duas atrizes tiveram dificuldade em reconhecer quando elas estavam maquiadas para o filme.

Primeiro papel da atriz foi em 2001, quando ela interpretou a filha de Robin Hood no filme para televisão da Walt Disney Productions, Princess of Thieves, ela treinou por várias semanas no tiro ao arco, esgrima e equitação, mas seu primeiro papel importante foi em The Hole em 2001, ganhou reconhecimento em 2002 depois de co-estrelar o filme Bend It Like Beckham, mas alcançou fama internacional em 2003 quando participou de Piratas do Caribe. Depois disso, ela se tornou mais conhecida por estrelar dramas de época como Orgulho e Preconceito (2005), Desejo e Reparação (2007), A Duquesa (2008) e etc. Keira também participou de vários filmes de Hollywood, como a comédia romântica Love Actually (2003), Rei Arthur (2004), o drama The Edge of Love (2008), a ficção cientifica distópica Never Let Me Go (2010) e o mais recente filme de comédia de humor negro Procurando um amigo para o fim do mundo (2012). Seu maior sucesso financeiro até agora foi Piratas do Caribe: O Baú da Morte, lançado em julho de 2006.

Keira ganhou indicações para o Oscar de Melhor Atriz e Globo de Ouro de Melhor Atriz por seu papel de Elizabeth Bennet na adaptação do romance de Jane Austen, Orgulho e Preconceito. Dois anos depois, ela foi indicada novamente para o Globo de Ouro de Melhor Atriz e para o Prêmio BAFTA de Melhor Atriz para o filme Desejo e Reparação. Em 2008, a Forbes afirmou que Keira era a segunda atriz mais bem paga de Hollywood, tendo supostamente ganhado 32 milhões de dólares em 2007 e fazendo dela a única não americana na lista das atrizes mais bem pagas.

Keira já declarou que não fala sobre a sua vida privada. Já apareceu diversas vezes na revista FMH na lista de 100 mulheres mais sexy do mundo e em maio de 2006, ela apareceu como o número 9 na revista Maxim Hot 100. Em abril de 2006, ela se tornou o novo rosto da Chanel no perfume Coco Mademoiselle (eu adoro o comercial desse perfume).

Knightley negou rumores de que é anoréxica e até processou o Daily Mail, depois que eles alegaram que ela mentiu sobre ter anorexia. Um homem de 41 anos de idade foi acusado de assédio pela atriz em fevereiro de 2010, depois de entrar de entrar em contato com ela em várias ocasiões no Comedy Theatre em Londres.

Na vida amorosa, Keira já esteve em relacionamento com o ator Jamie Dornan entre 2003 e 2005. Ela namorou com o co-estrela de Orgulho e Preconceito Rupert Friend de 2005 a dezembro de 2010 (e até hoje não me conformo que eles terminaram). Logo depois ela começou a namorar o músico James Righton, seu atual marido, em fevereiro de 2011 e se casaram em 4 de maio de 2013 em Mazan , no sul da França que teve apenas 11 convidados e o casal agora vive no leste de Londres.

O meu Top 3 de filmes dela, é claro, são filmes de época e eu acho que ela fica perfeita em papéis assim e todos com a direção de Joe Wright:

Anna Karenina

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Último filme de época da Keira e adaptação do livro de Liev Tolstói (que eu quero muito ler!). A história gira em torno de Anna Karenina (Keira), uma aristocrata da Rússia Czarista que é casada com Alexei Karenin (Jude Law) que apesar de parecer que tem tudo, sente-se vazia até ter um caso extraconjugal com oficial Conde Vronsky (Aaron Johnson).

O filme foi indicado ao Oscar de melhor trilha sonora, melhor design de produção, melhor fotografia (que eu torcia para que ganhasse) e melhor figurino, mas só conseguiu o de melhor figurino que foi mais do que merecido!

Desejo e Reparação

tmb_5981_480Ainda não superei o final desse filme. Lembro que quando vi pela primeira eu fiquei tão chocada que minha mãe me perguntou se tinha acontecido algo de grave! Baseado no livro de Ian McEwan, a história se passa na Segunda Guerra Mundial. Briony (Saoirse Ronan) é uma menina de 13 anos na Inglaterra de 1935 descobre o jogo de atração entre a sua irmã Cecilia (Keira) e o filho do antigo empregado da família, Robbie Turner (James McAvoy). Por ser apaixonada por Robbie, ela acusa-o de abusar sexualmente uma amiga dela.

Keira usa esse vestido fantástico no filme que é considerado um dos vestidos mais marcantes da  história do cinema:

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O filme foi indicado ao Oscar de melhor trilha sonora, melhor filme, melhor roteiro adaptado e melhor atriz coadjuvante para Saoirse Ronan, mas ganhou só o de melhor trilha sonora e ganhou o Globo de Ouro de melhor filme dramático e de melhor trilha sonora.

Orgulho e Preconceito

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Um dos meus filmes preferidos da vida e que eu nem sei quantas vezes já vi! Acho que todo mundo já sabe a história do livro/filme, né? O filme foi indicado ao Oscar de melhor trilha sonora, melhor direção de arte e melhor figurino, mas não ganhou nenhum. Keira foi indicada na categoria de melhor atriz, mas também não ganhou.

Você não viu todos esses filmes? O que você está esperando?!

natalia

Especial Gatsby: O Filme!

12 maio

Primeiramente queria pedir desculpas pelo atraso no post. A previsão era de ele ser postado Sexta-Feira, mas meu computador deu pau justamente nesse dia, daí não consegui nem escrever o post. Mas hoje vai!

Como o filme estreou Sexta em todo o mundo (menos no Brasil, hahaha), decidi que pra fechar o Especial Gatsby com chave de ouro, eu deveria falar do próprio filme. Então nesse post vou contar um pouco do que eu sei mesmo sem ter assistido e dar os meus palpites.

Elenco

Quem faz o personagem principal, Jay Gatsby, é o Leonardo DiCaprio e, sinceramente, eu não podia imaginar alguém melhor. Além de Leo ser um ator magnífico (e desprezado pela Academia), ele é a encarnação do Gatsby: misterioso e apaixonado quando tem que ser. Além de ser aquele tipo de pessoa que te faz querer saber a vida inteira dela só de dar uma olhada só. Tenho certeza que ele vai arrasar!

Carey Mulligan é sobre quem eu tenho mais dúvidas. Ela interpreta Daisy Buchanan e mesmo sendo uma atriz MARAVILHOSA, não sei se ela combina com o papel. The thing is: no livro, Daisy é uma mulher frágil e afetada, chegando a ser fútil em alguns momentos. Sem contar que não é muito madura, parece que é a mesma pessoa que Gatsby conheceu há tantos atrás, mesmo já estando casada e tendo uma filha. E eu simplesmente não consigo ver a Carey assim!!!! Apenas espero que eu esteja errada e ela arrebente no filme.

And then there’s Tobey Maguire. ESSE HOMEM NASCEU PRA FAZER NICK CARRAWAY!!!! Parece que tá estampado na testa dele, gente! Fico boba. Ele, assim como Nick, parece ser aquela pessoa que é amiga de todo mundo e pra quem todos querem contar seus segredos e pedir conselhos. E uma curiosidade: ele e Leo são muito amigos na vida real. Ou seja, a química (extremamente necessária entre Nick e Gatsby, visto que eles acabam se tornando melhores amigos) no filme deve estar ótima!

Isla Fisher é Myrtle, a amante de Tom. Essa é outra sobre quem eu tinha dúvidas, visto que no livro, Myrtle é descrita como feia e ás vezes até grotesca. Sem contar a personalidade que também não ajuda em nada. Mas a Isla é tão linda e fofa! Porém, quando vi uma foto dela caracterizada, entendi. Ela se transformou!

Elizabeth Debicki é quem interpreta Jordan, a amiga de Daisy e caso de Nick. Eu nunca tinha ouvido falar dela e quando fui pesquisar, entendi o porque: ela só fez um filme. O diretor Baz Lurhmann a viu e ficou impressionado, assim, a colocou num avião pra Los Angeles e ela passou nas audições. Como eu não a conheço, nem posso opinar muito. Mas uma coisa é certa: eu imaginava a Maggie Gyllenhaal como Jordan! Não sei porque, mas eu acho que ela tem uma cara muuuuuuuuito anos 20! Com o cabelo e a maquiagem certa, ela pareceria uma pessoa saída da máquina do tempo. Porém, a Elizabeth parece muito a Rooney Mara, então acho que ela também seria uma boa escolha. Principalmente pelo ar blasé dela (que é totalmente a vibe da Jordan).

E por fim, Joel Edgerton é Tom Buchanan. Não gostei muito desse… Por algum motivo, eu imaginava o Tom mais novo e com mais cara de playboy, o que não é o caso desse ator. But then again, espero que ele me surpreenda e dê um show.

Como vocês podem ver, eu estou tão louca por esse filme que quero que todos os atores se saiam bem pra The Great Gatsby ser um sucesso, hahaha

Figurino

Prada Miu Miu Brooks Brothers Gatsby

Uma das coisas que mais amo nesse período dos anos 20 são as roupas. Pela primeira vez na moda, as mulheres passaram a mostrar as pernas em público – ou ao menos parte delas. E isso era acompanhado de muitas franjas, brilho, penas etc. Muito glamour! Por isso mesmo, The Great Gatsby se tornou um dos filmes mais esperados pelas fashionistas do mundo todo (inclusive eu, é claro) e o figurino se tornou um dos principais personagens do filme.

A figurinista é Catherine Martin e quem fez as roupas foi Miuccia Prada. A Prada foi escolhida pra ser a grife oficial do filme depois que muitos looks Prada e Miu Miu (linha jovem da Prada) foram usados nos ensaios. Assim, Miuccia se inspirou em modelos dos arquivos de ambas as marcas para criar algo com a cara dos anos 20, mas com um toque de modernidade. O diretor, Baz Luhrmann, não queria que o filme se tornasse um livro de história ambulante, por isso, tentou a todo tempo e em quesitos variados (como figurino e trilha sonora) misturar aquela época à nossa.

A grife Brooks Brothers fez o figurino masculino. E tem uma cena no livro (e espero que no filme também) que é especificamente sobre as camisas do Gatsby. Inclusive, a marca é mencionada no livro! Logo, estou ansiosa pra ver como ficou!

Acessórios

A pedido de Catherine Martin, as jóias do filme foram especialmente criadas pela Tiffany & Co. A inspiração veio dos arquivos da própria marca e peças do período. Assim, temos headbands, longos colares de pérolas, diamantes e muuuuito art deco! Foram precisas 10 tentativas para acertar o anel de Gatsby. E surpresa, surpresa! Tem um desenho de margarida secretamente gravado no anel pra simbolizar o amor de Gatsby por Daisy (visto que Daisy em Inglês significa margarida)!!! I KNOW RIGHT

 E a Fogal of Switzerland criou uma linha de meias-calça e meias até os joelhos que serão vendidas por aí.

E assim, eu encerro esse Especial Gatsby! Espero que vocês tenham gostado e tenham se empolgado pra ver o filme e ler o livro. Se possível, leiam o livro antes, vale a pena!!! Assim que eu achar o download do filme, volto aqui com a resenha. E agora, deixo vocês com o trailer pra que todo mundo fique maaaais na vontade!

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Mysterious Skin

4 maio

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Já deixo o aviso de que é um filme traumatizante e que eu nunca mais vou ver o Joseph Gordon-Levitt da mesma forma!

No verão de 1981 e com 8 anos de idade, Brian Lackey acorda do lado de fora de casa com o nariz sangrando e não tem ideia do que aconteceu, as horas antes de ser encontrado simplesmente foram apagadas da sua mente . Depois desse incidente ele nunca mais foi o mesmo: com medo do escuro, é atormentado por pesadelos, entre outros. Agora, com 18 anos, ele acredita que foi abduzido por alienígenas.

Neil McCormick aos 8 anos joga no time de baseball e é o orgulho do seu treinador. Com sua mãe solteira não muito presente e mais preocupada com os seus namorados, ele tem uma grande amizade com seu treinador e passam bastante tempo juntos. Mostrando tendências homossexuais desde cedo, aos 18 anos o mostra fazendo programas sexuais com homens de meia idade. Wendy (a linda Michelle Trachtenberg) é amiga de Neil desde criança, sabe de todas as coisas que ele já fez e sempre teve uma paixão não correspondida por ele.

tumblr_mhdkx4QHYi1rwbhzjo1_500Assisti a esse filme por causa da indicação de um amigo e realmente mexeu com a minha cabeça. É um filme pesado, com cenas fortes e com atuações muito boas. Trata o abuso sexual de crianças de uma forma séria e como isso pode danificar a vida das pessoas. A última cena do Neil em NY é pra traumatizar qualquer um e para mostrar como o Joseph atua bem.

Você sabe o que aconteceu com o Brian no meio do filme, mas mesmo assim o final não deixa de ser surpreendente. Recomendo o filme para pessoas que não se importam com cenas pesadas e que tenha o tema pedofilia.

myst

natalia