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AVISO: MUDANÇA DE ENDEREÇO

20 ago

Por motivos de força maior, fomos obrigadas a trocar o endereço do blog. Mas calma! Já repostamos tudo de volta e nada foi perdido. Então todos vocês que acompanharam o blog desde o início continuarão podendo ler seus posts favoritos e os novos leitores encontrarão o histórico completo.
A mudança foi para melhor, pois sair do Wodpress pro Blogspot nos permitiu melhorar nosso layout que agora está lindo! E agora também podemos usar o Google Friend Connect.
Então por favor, confiram e nos sigam no GFC! O novo endereço é: http://nasquartasusamosrosa.blogspot.com.br/

Pinky Wednesday: Poetas Atormentados

15 ago

É com grande prazer que lhes apresento a minha mais célebre criação: o gênero poeta atormentado! Vocês devem estar se perguntando o que é isso, mas calma, eu explico. Poetas atormentados são aqueles caras que sempre tem um jeito melancólico e pensativo e são invariavelmente lindos. Podem vir tanto na versão olhos claros quanto olhos escuros (e se for francês, melhor ainda), mas é imprescindível ter cabelo escuro! Dito isso, aqui estão os meus preferidos:

Rupert Friend

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Na verdade, tudo começou por causa dele. Eu estava assistindo Chéri, no qual ele faz o papel de um jovem apaixonado por uma mulher mais velha, Léa, mas é forçado a se casar com uma mulher de sua idade. O amor que sente por Léa e o fato de não poder ficar com ela o atormenta e foi por isso que eu o rotulei de poeta atormentado. Rupert Friend, o ator, é todo alternativo e charmoso e tem um rosto melancólico, por isso ele é o precursor de todo esse gênero.

Louis Garrel

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E se Rupert Friend é o pai dos poetas atormentados, Garrel é a personificação do gênero! Tudo nele grita socorro, me salve dessa vida e ele dá a entender que você pode encontrá-lo numa viela em Paris escrevendo poemas em seu moleskine. Uma curiosidade é que ele interpretou um poeta atormentado no filme Les Amants Réguliers, onde ele é um poeta apaixonado por uma garota que não gosta tanto dele assim. O filme é um saco, mas vale a pena pra ver Garrel sofrendo de amor *suspiros*

Jérémy Kapone

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Essa belezinha é mais um francês! Por algum motivo desconhecido, os franceses sempre parecem sofrer mais. Enfim, Jeremy também é ator e fez a versão francesa de LOL (que na versão americana conta com Miley Cyrus), onde ele é apaixonado pela namorada do melhor amigo. Maior sofrimento que esse não tem né. Além disso, ele também canta, logo, é um cara todo sensível.

Penn Badgley

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“ELE É O LONELY BOY, É CLARO QUE ELE É UM POETA ATORMENTADO” – Palavras de Natália. Pois é, gente, nem sei o que falar depois dessa definição tão accurate. Bom, todo mundo sabe que o Penn é mais fechado (mas gosta de uma boa festa) e introspectivo e é todo hipster da vida, então só isso já significa tormenta. Além disso tudo, ele ainda tem um ar meio sujinho que contribui, né.

Por fim, deixo vocês com um vídeo do Garrel cantando. DE NADA.

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The White Queen

13 ago

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The White Queen é uma minissérie em 10 capítulos baseada na série de livros The War of Roses de Philippa Gregory (livros estes que eu não li).

A série se passa durante a Guerra das Duas Rosas quando os York (rosa branca) e os Lancaster (rosa vermelha) se enfrentaram sucessivamente para tomar o poder da Inglaterra. O foco são as mulheres por trás dessa guerra, principalmente Elizabeth, a futura esposa do Rei Edward IV e assim, rainha da Inglaterra.

Elizabeth mora no campo e é viúva e mãe de dois filhos, quando conhece Edward (York), que estava passando pela vizinhança (claro que todo dia tem um rei num cavalo branco aqui na esquina da minha casa, mas ele não é bom o suficiente pra mim, então eu ignoro). Ela pede ajuda a ele para recuperar a herança de seu marido falecido e consegue mais que isso: também ganha o coração do rei.

Os dois se casam e isso traz vários inimigos à Elizabeth, pois Edward estava prometido a uma princesa francesa, o que melhoraria as relações da Inglaterra com aquele país. Acrescente a isso o fato de ela ser mais velha que Edward E ter o dom da Visão, eufemismo pra bruxaria, bjs. Assim, logo no primeiro episódio fica claro o que vai acontecer durante toda a série: enquanto Edward luta pelo trono nos campos de batalha, Elizabeth tem que lutar por sua reputação e seu direito de reinar no castelo.

Claro que ela não é a única mulher importante na trama. Também temos Margaret Beaufort, que está do lado dos Lancasters e sonha em ver seu filho, Henry Tudor (SIM, ELE MESMO) no trono. Também tem mais uma garota que vai fazer um estrago tremendo, mas prefiro não mencioná-la porque seria muito spoiler, visto que a princípio não se tem por que desconfiar dela.

A série conta com tudo que se pode esperar da Idade Média: guerra, intrigas, traições, bruxaria eeeeeee PENTEADOS MARAVILHOSOS. Sério, gente, eu fico boba com a mirabolância (palavra com selo Saramandaia de qualidade) dos cabelos dessas mulheres! Dá pra escrever um livro só sobre as tranças e coques que as mulheres usam! Em contrapartida, o figurino deixa a desejar por motivos de: PARECE QUE NINGUÉM TROCA DE ROUPA! Nem Elizabeth, que é rainha, parece ter mais de cinco vestidos diferentes.

Outra coisa que me incomoda é o fato de em alguns momentos, tudo parecer muito corrido. Claro, era de se esperar, ao tentar adaptar três ou quatro livros e um período de 30 anos em apenas 10 episódios. E outra coisa a se pensar é: por que todo mundo tem os dentes tão perfeitinhos?????? I mean, essa é a idade medieval, as pessoas nem passavam dos 30 anos!

Mesmo assim, a série me pegou desde o primeiro episódio e mal posso esperar pra saber o que vai acontecer no final (estou me segurando pra não pesquisar sobre a verdadeira história pra realmente me surpreender)! The White Queen está em seu nono episódio, sendo que cada um tem uma hora de duração. Ainda dá tempo de se atualizar antes de a série acabar então veeeeeeem gente!

E pra finalizar, gostaria de compartilhar essa abertura linda com vocês:

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Tiago Iorc

30 jul

Tiago Iorczeski nasceu no Brasil, mas morou na Inglaterra e nos Estados Unidos durante muito tempo, por isso fala tanto Inglês quanto Português, mas se sente mais a vontade com o Inglês. Em 2007, compôs Nothing But A Song só de brincadeira, para testar seus dotes de compositor e enviou para os amigos. A música acabou chegando a alguém da Som Livre, que gostou e colocou na trilha sonora de Malhação. Daí pro convite a gravação na mesma gravadora que o revelou foi um pulo.

O álbum Let Youself In foi lançado em 2008, com nove músicas compostas por ele e os covers de My Girl e Ticket to Ride. Eu só fui conhecer o álbum e o Tiago em 2009, pois a música Blame (uma das minhas preferidas até hoje) foi tema de um comercial maravilhoso da Renner, o que me fez ir atrás do nome e de quem cantava. E que agradável surpresa! O álbum é todo baseado no pop rock e tem letras fofas e um ritmo descontraído e envolvente, bem jovem e leve e, convenhamos: chiclete.


Já em Umbilical, de 2011, Tiago está mais maduro e isso reflete nas músicas, mais profundas e pessoais. Quem acompanhou o trabalho dele desde o início, provavelmente amadureceu junto com ele, então a identificação é mútua. O álbum começou a ser gravado no Rio e depois Tiago foi a NY onde trabalhou com o produtor Andy Chase no restante do CD. Dos dois trabalhos já lançados dele, esse é o meu preferido. As músicas são extremamente delicadas e verdadeiras e é perceptível que ele se sente mais a vontade nesse estilo mais alternativo do que no pop do álbum anterior.


O novo álbum de Tiago se chama Zeski (o restante de seu sobrenome, haha) e foi lançado hoje no iTunes (o álbum físico só sai lá pra metade de Agosto)! Dentre as músicas, estão: Música Inédita (com participação de Maria Gadu), It’s a Fluke, Forasteiro (com participação de Silva) e Yes and Nothing Less, sendo que as últimas duas têm clipes.


O álbum conta com uma regravação de Tempo Perdido, da Legião Urbana, que pode ser conferida em vídeo que faz parte do projeto Studio 62 do fotógrafo e diretor Rafael Kent, e também com a música Um Dia Após o Outro, com participação de Daniel Lopes. Ou seja: Tiago está se acostumando com o português!


Quem quiser comprar, é só clicar aqui!

E por fim, queria dividir com vocês a maior perfeição do mundo: Tiago Iorc cantando Morena dos Los Hermanos! Gente, é muito amor, assistam!


P.S: Assistam também o clipe de Forasteiro aqui, é muito divertido!

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Blank: A Vinylmation Love Story

27 jul

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Vinylmation é uma série de figuras colecionáveis vendida nos parques da Disney que faz um sucesso enorme. Pensando nisso, a Disney resolveu fazer uma websérie usando esses bonequinhos. E assim nasceu Blank: A Vinylmation Love Story!

A série é feita no estilo stop motion e vai ter 12 episódios com duração de aproximadamente 3 minutos cada. Segue a história de Blank, um ratinho que teve sua namorada, Bow, seqüestrada e sai em busca dela. Ele é diferente dos outros, pois não tem nenhum traço facial, mas no decorrer da série, ele vai descobrindo sua identidade.

Essa semana saiu um preview da série, e parece que vai ser a coisa mais fofa do mundo, estou ansiosa pra assistir!

 

E além disso, também foi divulgado um vídeo de behind the scenes que mostra a produção da série. Vale a pena assistir!

 


Os primeiros três episódios da série vão ser lançados no dia 11 de Agosto na D23 (que é tipo a Comic-Com da Disney) e o resto dos episódios vai ser lançado todo Sábado no decorrer de Outubro no canal da Disney (são tantos que eu não sei ao certo em qual, haha) no Youtube e no Disney.com

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Novo single da Birdy

27 jul

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Quando eu apresentei a Birdy a vocês (nesse post aqui ), eu disse que havia boatos de que ela iria lançar um álbum de originais. Bom, esse dia finalmente chegou!

Fire Within tem lançamento previsto para 23 de Setembro no Reino Unido. O primeiro single, Wings, foi divulgado essa semana, mas por enquanto conta apenas com o áudio.

 

A tracklist também foi divulgada e já tem até as faixas bônus da versão deluxe, eike eficiência!

  1. Wings
  2. Heart of Gold
  3. Light Me Up
  4. Words As Weapons
  5. All You Never Say
  6. Strange Birds
  7. Maybe
  8. No Angel
  9. All About You
  10. Standing In The Way Of The Light
  11. Shine

Deluxe

  1. The Same
  2. Dream
  3. Older
  4. Home

Além disso, ela divulgou um vídeo que também tem o preview de outra música do álbum, No Angel.

E aí, ansiosos para Fire Within?

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Vem aí Frozen!

23 jul

Mais um filme de contos de fadas da Disney vem aí (para a minha alegria)! Frozen é baseado na história de Snow Queen, de Christian Andersen (o mesmo que escreveu A Pequena Sereia, O Patinho Feio e tantos outros).

Como esse não é um conto muito conhecido no Brasil, acho válido contar a história pra vocês (visto que a Disney vai mudar tudo, como sempre). Tentarei ser breve, mas como esse é um dos contos mais longos de Andersen, essa é uma tarefa difícil. Todo o conto é dividido em sete histórias que formam um todo. Vamos lá!

Um troll malvado cria um espelho mágico que distorce a imagem do que é refletido nele. Tudo que é bom fica em segundo plano, enquanto o que é feio e mau é exaltado. Os alunos do troll (também trolls) querem levar o espelho para o céu e distorcer os anjos, mas quanto mais eles sobem, mais o espelho ri e treme. Ele acaba escapulindo e caindo na Terra, se quebrando em milhares de pedaços. Esses cacos entram nos corações de algumas pessoas, congelando-os, quando entram em seus olhos, elas só veem o mal, assim como o espelho refletiria.

Anos depois, Kai e Gerda são vizinhos e melhores amigos. A avó de Kai conta a eles sobre a Snow Queen, que é a rainha dos flocos de neve. Durante um inverno, Kai a vê do lado de fora de sua janela e ela pede para ele segui-la, mas ele se afasta, com medo. No verão seguinte, os fragmentos do espelho do troll entram nos olhos e coração de Kai enquanto ele lia um livro com Gerda.

De repente, a personalidade dele muda e ele passa a destruir tudo que vê pela frente e até destrata sua avó e Gerda. A única coisa que ainda lhe parece bonita e perfeita são os flocos de neve que chegam no inverno. Um dia, ele sai com seu trenó para brincar e vê um trenó branco, enganchando o seu a ele. O trenó é dirigido pela Snow Queen, que, ao descer dele, vê Kai e o beija duas vezes. Uma para que ele não sinta frio e outra para que ele se esqueça de sua vida. Assim, ela o leva para seu palácio.

As pessoas da cidade percebem que Kai sumiu e assumem que ele morreu. Mas Gerda não desiste. Ela sai em busca de Kai e depois de passar por alguns apuros, ela é presa, mas o homem que cuidava do cativeiro se oferece para levá-la até o palácio da Snow Queen. Lá, os flocos de neve da Snow Queen tentam impedi-la de entrar, mas as suas orações os vencem e ela consegue passar.

Kai se encontra no meio de um lago congelado, quase imóvel. Gerda corre até ele, o abraça e chora. As lágrimas quentes dela são suficientes para derreter o coração de Kai, queimando o fragmento do espelho do troll. Quando ele chora, os fragmentos de seus olhos caem, e ele revê Gerda como ela realmente é. Ela o beija e ele volta a ser saudável e rosado. Kai é salvo pelo poder do amor de Gerda. Eles voltam para sua cidade e ficam surpresos de ver que já é verão!

E essa é a história. Apesar de linda, em nada se parece com a que a Disney vai usar no filme, que é a seguinte:

“Uma profecia condena um reino a um inverno eterno, então Anna (Kristen Bell) precisa se unir a Kristoff (Jonathan Groff), um ousado homem da montanha, na maior de todas as aventuras para encontrar sua irmã, a Rainha da Neve (IdinaMenzel) e pôr um fim no feitiço gelado. Encontrando criaturas míticas, mágicas e extremas como o Everest a cada passo, Anna e Kristoff enfrentam os elementos da natureza em uma corrida para salvar o reino da destruição.“

Sim, Idina Mendel, a diva da Broadway e mãe da Rachel em Glee vai dublar a vilã do filme! Já se sabe que ela vai ter uma música chamada Let It Go,  que deve integrar a cena em que Elsa deixa o reino Arendelle para criar seu próprio castelo de gelo. Kristen Bell também confirmou que vai haver um dueto entre ela e Idina. E como Jonathan Groff (o Jesse St. James de Glee, para delírio da Natália) também é cantor, tudo me leva a crer que ele também vai ganhar um dueto, quiçá uma música só dele! Enfim, a trilha sonora desse filme vai ter o padrão Disney de qualidade.

O motivo de eu estar fazendo esse post é que essa semana foi liberado o primeiro trailer e algumas fotos oficiais do filme. Eu adorei o vídeo, que até parece um curta da Pixar! Se você não gosta de surpresas, pode assistir sem medo, pois não tem NENHUMA revelação sobre o enredo do longa.

 

Mas se você, assim como eu, é muito ansioso for your own good, assista o trailer japonês! Nesse, tem um bom panorama da história e os personagens principais são apresentados.

 

No começo, a Disney ainda pensava em Anna e Kristoff como crianças, assim como no conto original. Depois, por algum motivo, eles passaram a ser adolescentes e essa é a versão que vai pro filme.

O filme estreia nos cinemas americanos no dia 27 de Novembro deste ano e por aqui só em Janeiro de 2014. Já estou ansiosa!

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Apresentando 78Violet!

21 jul

 

 

78violet+Hothouse

Você provavelmente já ouviu falar das irmãs Alyson e AJ Michalka. Além de atrizes, as duas são cantoras e formaram a dupla Aly & AJ durante anos. Com dois CDs de sucesso lançados pela Hollywood Records (a gravadora da Disney), as meninas decidiram trocar de nome e estilo em 2009, passando a se chamar 78Violet.

Assim, elas lançaram The Next Worse Thing, primeiro single dessa nova fase, que tem uma pegada mais rock (mas ainda não muito pesado) se comparado às músicas anteriores. Porém, no começo de 2010, elas anunciaram que estavam deixando a Hollywood Records e assim, o álbum que gravaram com eles provavelmente nunca seria lançado (embora algumas músicas possam ser encontradas no Youtube).

Já em 2012, elas voltaram ao estúdio com mais liberdade para fazer o que quisessem, pois o álbum foi produzido por elas mesmas através da produtora que criaram. E enquanto a proposta inicial lá em 2009 era fazer algo mais rock, o produto final de 2013 virou indie.

Isso porque o primeiro single oficial já foi lançado e tem até clipe! A música se chama Hothouse e eu já estou escutando como se não houvesse amanhã. O vídeo tem pouco mais de sete minutos, sendo que os três primeiros minutos são só uma introdução. Mas vale a pena assistir tuuuuuudo! O clipe é tão bonito (embora algumas caras e bocas possam parecer um tanto quanto forçadas) e bem feito que dá gosto de ver. Also, cabelo, maquiagem e figurino estão impecáveis, já estou querendo tudo!

 

E por falar nisso, algo que mudou muito nesses anos foi o estilo das meninas. Antes, elas eram típicas adolescentes, sempre de jeans e camisetas legais. Agora que são mulheres e amadureceram bem mais, ambas estão mais glamourosas e fazendo a linha boho. Destaque pro cabelo da Aly que ficou DI-VI-NO com essa cor!

78Violet já começou a fazer shows por aí afora e vale a pena dar uma conferida nos vídeos do Youtube, a maioria tem uma qualidade boa e é ótimo pra ver a química impressionante que essas meninas têm no palco. Elas devem lançar o novo álbum ainda esse ano, mas não tem data prevista, então fiquem atentos!

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Extremely Loud & Incredibly Close

8 jul

Eu cheguei a esse filme por acaso. Na verdade, eu estava procurando uma comédia romântica bem leve pra passar o tempo, mas quando abri minha lista de gravações da Tv a cabo descobri que não tinha nenhuma. Resolvi assistir esse só porque estava sem nada pra fazer. E no final fiquei com uma sensação de por que eu não vi esse filme antes?

Tão Forte, Tão Perto (nome em português do filme) é a história de um menino que perde o pai no atentado de 11 de Setembro. Ele era o melhor amigo do garoto e deixa um vazio imenso na vida dele. Oskar é muito inteligente e por isso o pai costumava organizar expedições, que nada mais eram do que brincadeiras em que ele tinha que resolver algum tipo de mistério para achar alguma coisa.

Na verdade, a real intenção disso era fazer com que Oskar se comunicasse com os outros. Por ser muito esperto e diferente das outras crianças de sua idade, ele não tem muitos amigos e é zoado pelos outros. Um ano depois da morte do pai, ele acha um envelope (com o nome Black) com uma chave dentro do bolso de uma roupa do pai. Ele trata aquilo como a última expedição que o pai deixa pra ele e sai em busca do tal Black para descobrir do que se trata.

Ele procura todas as pessoas que tenham o nome Black em Manhattan e vai a casa delas para perguntar se conheceram seu pai ou se sabem algo sobre a chave. Os encontros com essas pessoas são muito diferentes: alguns alegres, outros emocionantes e outros mal sucedidos. O que importa é que o pai dele realmente conseguiu o que queria: fazer com que ele interagisse com os outros. E é impressionante como ele consegue tocar as pessoas emocionalmente (tanto para o bem quanto para o mal) e em consequência, tocar o expectador. O primeiro encontro, por exemplo, se dá de forma tão simples, mas é tão bonito, que me deixou de olhos marejados o que não é muito difícil, but still.

No final das contas, Oskar se vê envolvido com pessoas que ele nem conhece, mas que se sensibilizam com sua história. E na tentativa de ficar mais próximo de seu pai falecido, ele acaba se aproximando de sua mãe (que geralmente ficava em segundo plano) e de uma pessoa que aparece em sua vida do nada, mas que rapidamente se torna muito importante.

O filme é todo pontuado por flashbacks envolvendo o pai de Oskar que nos mostram a relação deles dois e como ele era um cara excepcional. Isso só nos faz ficar mais apegados a Oskar e mais emocionados cryyyyyyyyy. E bem, eu sei que a maior parte da crítica especializada teceu comentários negativos sobre o filme, mas eu, sinceramente não vejo nenhum erro. E é por essas e outras que nunca serei crítica de nada, hahaha.

Gostaria de destacar a atuação de Thomas Horn e Max von Sydow, sendo esse último indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por esse filme. Max dá um show com um personagem que não fala uma única palavra no filme todo, mas mesmo assim, diz tudo. Claro que não se poderia esperar menos de um cara que fez vários filmes com Ingmar Bergman.

And then there’s Thomas Horn. Ele é brilhante, assim como seu personagem (Oskar), e conseguiu a chance de fazer os testes para o filme depois de ganhar um game show de perguntas e respostas. Ele tinha 13-14 anos na época das filmagens, mas realmente parecia ter 11 anos, idade do personagem. E é impressionante como um menino tão novo (eu, a velha)  e estreante consegue chegar a um nível emocional tão grande, de modo que envolve todos em seu mundo. Palmas!

E depois disso tudo, só tenho uma coisa a dizer (e quem viu o filme vai entender):  oito minutos.

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Pinky Wednesday: Curtas

26 jun

Essa não é a primeira vez que eu falo de curtas por aqui. Já fiz um post sobre um único curta, Eu Não Quero Voltar Sozinho (se você não leu, clique aqui!), e hoje resolvi fazer uma seleção de alguns dos curtas que eu mais gosto para vocês serem iniciados nesse mundo, se ainda não o conhecem.  Vamos lá!

A Pequena Vendedora de Fósforos

Peguem os lencinhos e preparem o coração! Quem conhece esse conto de fadas de Christian Andersen sabe que é um dos mais lindos e tristes ever. Esse curta de 2006 faz jus a essa bela história e passar uma mensagem linda de esperança e fé.

Thought of You

Sim, a abertura da novela das nove é muito parecida com esse curta! Feito em 2010 por Ryan Woodward, essa animação realmente é uma graça embora me lembre do filme O Tigre e o Dragão. No original a trilha sonora era a música Thought of You, do The Weepies, que também dá nome ao curta. A abertura da novela não é igual, mas foi criada pelo mesmo cara. Nada contra o Daniel, mas essa música é bem mais coesa com o filme né.

Alma

Alma é uma garotinha que entra numa loja de brinquedos atrás de uma boneca que é idêntica a ela. Quem viu e gostou de Coraline, vai gostar desse! Buuuuuuu

Croissant de Triomphe

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 Croissant de Triomphe é o primeiro de uma série de curtas estrelando Mickey Mouse que serão lançados esse ano em comemoração aos 85 anos do ratinho. As histórias contarão com a participação dos amigos de Mickey assim como de outros personagens da Disney e se passarão em locais diferentes. Esse, por exemplo, é na França (e é uma graça)!

Dot

Esse é um curta simples, mas peculiar. Dot é uma bonequinha de 9 milímetros que luta para não ser destruída. A peculiaridade fica por conta do modo como ele foi feito: usando uma câmera de celular apoiada em um microscópio! Esse microscópio foi criado especialmente para celulares com o intuito de ajudar a identificar doenças em áreas remotas que não têm hospitais e nem acesso a tecnologia.

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