Arquivo | maio, 2013

Pinky Wednesday: Emblem3

30 maio

Fiquei tão animada com o vídeo da nova música dos meninos que quero que todas as pessoas os conheçam! Hahaha

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A banda é formada por Wesley Stromberg (o meu preferido), Keaton Stromberg (o mais novo) e Drew Chadwick (o mais velho) e eles não gostam de ser classificados como boy band. A banda é de Huntington Beach, California e tem como influência Sublime e Jack Johnson, entre outros.

Apesar de Drew não ser irmão dos dois, eles tem uma harmonia como se fossem da mesma família! A maioria das músicas da banda foi escrita por ele, que geralmente canta as partes de rap das músicas e toca violão. Wesley é a voz principal da maioria das músicas, é responsável pela produção e toca guitarra e também violão e Keaton toca baixo. Na antiga formação, também tinha Kenny Galbraith que tocava percussão e Kyle Miner que tocava saxofone e bateria.

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Quase um ano depois de a banda ter ganhado Rock N’ Road OC, a primeira competição deles, eles decidiram se inscrever pro The X Factor USA, mas somente Wesley, Keaton e Drew puderam participar porque os outros não cantam. Na audição do programa eles decidiram cantar uma música original, o que fez com que todos ficassem surpresos e L.A Reid perguntar se eles tinham certeza disso e ainda bem que eles fizeram isso! Surpreenderam todos e já conseguiram fãs a partir daí.

Infelizmente eles ficaram em quarto lugar na competição (o que não me conformo até hoje, se pelo menos a Carly tivesse ganhado…), mas um mês depois a banda assinou com Syco Music e a Columbia Records, em parceria, e já estão gravando o primeiro álbum. O produtor do álbum é Savan Kotecha que já produziu músicas de Usher, Maroon 5 e One Direction! O álbum deve ser lançado ainda esse ano e Drew declarou que uma turnê pelo Brasil está sendo planejada pela banda!

Como eu gostei de todas as apresentações deles no programa, foi difícil escolher o meu Top 5!

Sunset Blvd

Sunset Blvd surpreendeu a todos e se tornou o primeiro single deles. Quando acabou o programa eu já fui procurar o download da música hahaha. E para estrear o canal deles no VEVO, eles apresentaram ao vivo essa música:

One Day

Primeira apresentação ao vivo e eles arrasaram! E a reação da Demi foi a melhor hahaha

My Girl/California Gurls/What Makes You Beatiful

Na segunda semana das apresentações ao vivo o tema era de músicas de filmes e eles fizeram esse mashup e ficou fantástico!

Secrets

Eu adoro essa música do One Republic e a versão deles ficou bem legal!

Hey Jude

Eu surtei quando vi que eles iam cantar essa música na semi final, porque é uma das minhas músicas preferidas e a minha música preferida dos Beatles (igual ao Wesley) e fiquei ansiosa para ver o resultado final. E como ficou perfeito! O início mais lento e depois dando o toque deles, só posso dizer que amei! E Keaton cantando a parte do Paul, ficou ótima! Minha apresentação preferida de todas! Tanto o desempenho de palco quanto a apresentação da música.

Ok, eu não resisti e coloquei uma apresentação bônus:

Just the Way You Are

Acho que foi a única apresentação deles com uma música mais lenta e eu adorei.

Tenho certeza que eles vão fazer muito sucesso ainda!

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natalia

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Emblem3

29 maio

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Conheci Emblem 3 no The X Factor, como a maioria, e me apaixonei logo na primeira apresentação e já queria o CD deles em casa! Tornaram-se os meus favoritos na competição e sabia que iriam longe. Hoje eles lançaram o clipe da nova música deles e por causa disso eu resolvi fazer um post para mostrar o clipe para vocês e amanhã vou fazer o Pinky Wednesday deles para mostrar as melhores apresentações no programa.

Depois de ter visto o episódio em que eles aparecem eu fui logo procurar no youtube para ver se tinha algum vídeo deles e encontrei esse cover do Maroon 5 que eu adorei (como não se apaixonar mais?):

Admito que fiquei com um pouco de medo de me decepcionar com a nova música que eles lançaram, mas como eu estava enganada! A música é tão boa quanto a que eles apresentaram na audição do programa e é aquele tipo de música que fica gravada na sua cabeça. O clipe está muito legal e os meninos estão lindos!

Vamos ficar de olho neles porque eu sei que vão longe!

natalia

O Pássaro

26 maio

Na Europa do século XVIII as esposas deviam ser contidas e submissas e as filhas comportadas e obedientes. Os ricos viviam em castelos pomposos, vestindo e comendo do bom e do melhor. Enquanto seus servos usavam trapos e trabalhavam até cair para conseguir migalhas de seus senhores. É nesse cenário que se desenvolve a história de O Pássaro, de Samanta Holtz.

Caroline Mondevideu é como um pássaro preso numa gaiola de ouro. Um belo canário que tem a melhor alpiste e toda a água fresca que quiser a sua disposição, embora tudo o que realmente quer é se ver livre de sua prisão. Filha do Barão Enézio de Mondevidéu, ela mora em um lindo castelo com o pai, a irmã mais velha e a mãe. Tem os melhores vestidos e mais criados do que realmente precisa e mesmo assim não é feliz.

Quando ainda era uma criança espevitada, ela se aventurou pela propriedade do pai e encontrou o filho de um empregado, que a tratou mal e a fez ver como existia desigualdade naquela sociedade. Ao confrontar o pai com as novas descobertas, ela acaba levando uma surra que a marca por toda a vida e faz perceber o quanto o pai pode ser cruel e autoritário.

Com o tempo, a criança alegre e extrovertida, dá lugar a uma bela adolescente de 17 anos, extremamente determinada, chegando até a ser petulante. Com o passar dos anos, Caroline se familiarizou ainda mais com as diferenças entre as classes sociais e passou a discordar de tudo naquele mundo em que vivia. Ela era contra as regras impostas pela sociedade que ditavam que as mulheres deveriam acatar a tudo que os homens lhes mandavam e que os ricos não poderiam se relacionar com os pobres, mesmo que apenas com cordialidade. Mas o principal era que Caroline queria ser dona do próprio destino. Assim, a cada vez mais, ela quer se ver livre de tudo aquilo.

Eventualmente, ela reencontra aquele empregado, que agora já é adulto. Ele continua com o mesmo jeito insolente (segundo Caroline), mas aos poucos, os dois percebem que podem precisar da ajuda um do outro para alcançar um sonho em comum: alçar voo.

Uma coisa que eu adorei foi a escolha dos nomes. Como eu disse, os protagonistas são Bernardo e Caroline. E aí tem o Filip, que eu associo ao Príncipe Filipe da Bela Adormecida (embora a autora tenha me dito que ela não pensou nisso), pois eles são, basicamente a mesma pessoa, hahaha. Elizabeth, a irmã de Caroline, foi escolhido por ser um nome comum na França, onde a história se passa. Dinamene é a principal criada do castelo e seu nome veio de um poema de Camões, segundo a Samanta. Esse foi o que eu mais gostei! Nunca tinha ouvido falar, mas acho que encaixou tão bem na personagem que parece que foi inventado especialmente pra ela!

Confesso que no começo, o livro não me empolgou tanto. Caroline é uma protagonista envolvente que te conduz por seu mundo. Ela é diferente das meninas de sua época e por isso é reprimida por seu pai, o Barão Enézio Mondevideu. Já li alguns romances históricos e em todos eles as personagens eram diferentes das demais ou queriam se ver livres de sua situação financeira (e Caroline é as duas coisas). Isso me leva a pensar se antigamente era tendência ser rebelde, hahaha. Mas mesmo sendo mais do mesmo, a luta e Caroline é compreensível. Afinal de contas, nada mais justo do que escolher com quem você quer casar.

E por falar em casamento… Esse é um ponto central do livro. O pai de Caroline e eu quer que ela case com Filip, seu melhor amigo desde a infância. Filip é um sonho! Lindo, carinhoso, rico e, principalmente, compreensivo. Ele admira o jeito de Caroline e a ama desde que eram crianças, então é claro que ele quer casar com ela. Mas ela acha que casar significa ficar presa, mesmo que com Filip. E como eu fiquei com pena dele! Apesar de não aparecer tanto quanto eu gostaria, ele foi um dos meus personagens favoritos.

Enquanto Filip me conquistou desde sua primeira aparição, Bernardo não conseguiu meu apreço de imediato. Ele é arrogante, convencido, rude e trata Caroline mal só pelo fato de ser rica. E mesmo assim, ela insiste nele e eles seguem numa jornada de muitas descobertas. Acho que não é spoiler dizer que existe um romance entre eles. Na verdade, é até bem óbvio. Tudo começa de forma lenta e eu fui me envolvendo com a história desses dois, que se deu de forma gradual. Você acompanha como eles se apaixonam, desapaixonam e voltam a se apaixonar de novo e torce pelo amor deles. Então para não estragar as surpresas de quem não leu, vou dar o meu parecer de forma sucinta, ou seja: AI MEU DEUS!!!!!!

Até aí, o livro estava indo bem, mas nada que me deixasse apaixonada. E aí o livro foi acabando e BOOM! Foram tantas surpresas e reviravoltas que eu não sabia mais o que esperar. Teve momentos que eu cheguei a rolar na cama de tão besta que fiquei com o que aconteceu.  E o final, aaaaah, o final! Terminei a leitura sem saber se ria ou chorava, porque foi tudo tão lindo e poético! Tudo que me incomodou no decorrer do livro foi fichinha perto do final, que compensou tudo. Então quando virei a última página, eu já queria voltar a primeira e ler tudo de novo, pois sabendo o que acontece, eu posso dar mais valor aos pequenos detalhes. Por fim, O Pássaro conseguiu me ganhar e é um livro que eu recomendo!

A capa, como vocês podem perceber pela foto acima, é LIN-DA. Fico feliz de ter um livro tão bonito na minha estante. As páginas não são amarelas e nem exatamente brancas, o que facilita a leitura (visto que página branca reflete a luz etc etc). Encontrei poucos erros de revisão que podem ser facilmente corrigidos numa próxima edição. O livro tá quase impecável, leiam!

E pra encerrar essa resenha, queria fazer uma menção honrosa a Samanta Holtz, uma jovem escritora brasileira que, assim como Caroline e Bernardo, foi atrás de seu sonho. Ela é super receptiva e acessível. Prova disso é que eu conversei com ela pelo Skoob e ela foi muito atenciosa comigo. O próximo livro dela, Quero Ser Beth Levitt, deve ser lançado em breve e eu, com certeza, vou ler. Beijos, Sam!

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Somos Tão Jovens

24 maio

Somos Tão Jovens é um filme sobre a juventude de Renato Russo e a cena do rock na Brasília dos anos 80. Nós duas assistimos e vamos fazer uma resenha conjunta sobre ele. Mas antes, um pouco sobre o filme.

Na Brasília do começo dos anos 70, Renato Manfredini Júnior é um adolescente que não é muito popular na escola. Depois de um acidente de bicicleta, ele descobre que tem uma doença que o obriga a operar a perna, o que o leva a ficar preso a cama durante meses. É então que ele devora livros sem parar e toma gosto pela música, principalmente o punk britânico. É também nessa época que ele escreve suas primeiras músicas.

Já recuperado, ele faz amizade com outras pessoas que também se interessam pelo punk. Essas pessoas ficaram conhecidas na história da música brasileira, como Turma da Colina (referência a um condomínio de prédios que tinha esse nome e onde eles se encontravam frequentemente). Juntos, eles bebiam muito, se drogavam, iam a festas, acampavam, faziam fogueiras e escutavam punk. Basicamente, eles só faziam o que era mal visto pela ditadura.

Foi assim que Renato conheceu Fê Lemos, um apaixonado por Sex Pistols como ele. Ao encontrar André Pretorius na rua e constatar que ele parecia com Sid Vicious (vocalista do Sex Pistols), os três se juntaram e criaram o Aborto Elétrico, primeira banda de Renato. Depois de apenas um show, André teve que voltar a África do Sul (ele era africano e morava no Brasil, pois seu pai era embaixador) para servir no exército e o irmão de Fê, Flávio, entrou em seu lugar.

Renato acabou saindo da banda e algum tempo depois a banda acabou. Nesse meio tempo, Renato passou a se apresentar sozinho, como o Trovador Solitário, com um som mais acústico, mas não fazia muito sucesso com o público. Eventualmente, ele conheceu Marcelo Bonfá e formou uma banda com ele. Depois de um tempo sem um baixista fixo, eles acharam Dado Villa-Lobos, que ficou no posto. E assim nascia a Legião Urbana.

Renato Russo é interpretado por Thiago Mendonça e eles são IDÊNTICOS tirando os olhos claros. O ator que faz Dinho Ouro Preto, Ibsen Perucci, também se parece muito com ele. O filho de Dado Villa-Lobos foi quem o interpretou no filme e eles parecem a mesma pessoa! Herbert Vianna não aparece muito no filme, mas o ator que o representou, Edu Moraes, conseguiu fazer a voz ficar idêntica ao do verdadeiro Herbert! Agora sim, vamos à resenha!

Mariana

Somos Tão Jovens me surpreendeu de várias maneiras. Primeiro pelo retrato de Renato Russo. Eu não imaginava que ele fosse uma pessoa tão difícil de lidar, chegando a ser inconveniente. Não sei qual imagem eu fazia dele, mas certamente não era a que o filme me apresentou.

Outro ponto que me surpreendeu foi o fato da Legião Urbana não ser o ponto principal do filme, e sim o próprio Renato. Somos Tão Jovens é um filme sobre ele. Como ele se relacionava com a música e com outras pessoas. Logo, as bandas que ele formou durante sua carreira eram apenas desdobramentos disso. Como o filme abordou mais o começo do interesse dele pelo punk, o Aborto Elétrico teve mais destaque, pois foi influenciado diretamente por esse estilo musical. Gostei da transição dessa banda para a Legião, que acompanhou o amadurecimento do Renato.

Algo que me incomodou foi o final. Aviso aos navegantes: o filme não retrata a ascensão meteórica da Legião. Pelo contrário, só vai até o primeiro show da banda no Rio. Eu não sabia disso antes de ver o filme, então senti como se tivesse acabado de repente, como se estivesse faltando um pedaço, mesmo que todos nós saibamos como tudo acabou.

Thiago Mendonça conseguiu me ganhar. Além de ser parecido com Renato fisicamente, ele também conseguiu copiar o jeito e trejeitos do cantor. Só achei que no começo ele parecia um pouco caricato, como se querendo convencer o público de que estudou pro papel e que sabia da responsabilidade de interpretar alguém tão importante.

Outra coisa que me incomodou foi a escolha das músicas. Entendo que elas foram apresentadas cronologicamente, o que é certo. Mas poxa, Pais e Filhos não era pedir demais né, mesmo que fosse apenas uma música de fundo. Claro que eu também queria Angra dos Reis (minha favorita), mas já sabia que seria difícil. Enfim, eu gostei do filme, mesmo com seus altos e baixos. Assistam!

Natália

Primeiro eu tenho que admitir que não sabia muito da vida do Renato Russo e que não sou grande conhecedora de suas músicas.  Sempre adorei as letras de suas músicas então quando descobri que ia ter o filme eu fiquei super curiosa! Esperava um pouco mais do filme porque achei que ia contar a história da vida dele toda, mas só vai até o primeiro show da Legião Urbana no Rio. Adorei saber as histórias por trás de algumas músicas e fiquei totalmente surpresa com o quanto ele era rebelde!

Achei a escolha do elenco fantástica, começando pelo Thiago Mendonça que conseguiu retratar as expressões do cantor muito bem além de ser muito parecido com ele e o ator Ibsen Perucci que interpreta o Dinho Ouro Preto, que na primeira cena que ele apareceu eu já consegui identificar quem era por conseguir mostrar os jeitos do cantor logo no início. Concordo com a Mariana e não custava nada mostrar Pais e Filhos no filme, que é a minha música preferida dele. Foi uma surpresa pra mim o filme ter acabado tão rápido, mas o final é bonito e achei uma bela homenagem ao cantor. Vale a pena assistir!

Pinky Wednesday: Keira Knightley

23 maio

Vou falar sobre os três filmes que mais gosto da Keira Knightley, que é uma das minhas atrizes preferidas e que se casou no início desse mês!

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Keira Christina Knightley  nasceu em 26 de março de 1985 em Teddington, Londres. Filha de Sharman Macdonald, uma dramaturga premiada escocesa de meia ascendência galesa e Will Knightley, um ator inglês de teatro e televisão. Tem um irmão mais velho chamado Caleb. Na idade de três anos, ela já queria um agente de talentos, mas seus pais só deixaram com seis anos e permitiram trabalhar em produções nas suas férias de verão, ela notou que já queria atuar em nessa época. Keira foi diagnosticada com dislexia com seis anos, mas foi bem sucedida na escola e recusou seu lugar na Academia de Música e Arte Dramática de Londres para se focar na atuação.

Ela se apresentou em uma série de produções amadoras locais e aos sete anos teve seu primeiro papel na televisão no episódio “Royal Celebration” da série Screen One. Ela continuou atuando na televisão e fez sua estreia no cinema em 1995. A primeira vez que teve o seu nome mencionado no mundo inteiro foi quando ela interpretou Sabé, o papel de Natalie Portman em Star Wars Episode I: The Phantom Menace devido à semelhança entre as duas atrizes, que até as mães das duas atrizes tiveram dificuldade em reconhecer quando elas estavam maquiadas para o filme.

Primeiro papel da atriz foi em 2001, quando ela interpretou a filha de Robin Hood no filme para televisão da Walt Disney Productions, Princess of Thieves, ela treinou por várias semanas no tiro ao arco, esgrima e equitação, mas seu primeiro papel importante foi em The Hole em 2001, ganhou reconhecimento em 2002 depois de co-estrelar o filme Bend It Like Beckham, mas alcançou fama internacional em 2003 quando participou de Piratas do Caribe. Depois disso, ela se tornou mais conhecida por estrelar dramas de época como Orgulho e Preconceito (2005), Desejo e Reparação (2007), A Duquesa (2008) e etc. Keira também participou de vários filmes de Hollywood, como a comédia romântica Love Actually (2003), Rei Arthur (2004), o drama The Edge of Love (2008), a ficção cientifica distópica Never Let Me Go (2010) e o mais recente filme de comédia de humor negro Procurando um amigo para o fim do mundo (2012). Seu maior sucesso financeiro até agora foi Piratas do Caribe: O Baú da Morte, lançado em julho de 2006.

Keira ganhou indicações para o Oscar de Melhor Atriz e Globo de Ouro de Melhor Atriz por seu papel de Elizabeth Bennet na adaptação do romance de Jane Austen, Orgulho e Preconceito. Dois anos depois, ela foi indicada novamente para o Globo de Ouro de Melhor Atriz e para o Prêmio BAFTA de Melhor Atriz para o filme Desejo e Reparação. Em 2008, a Forbes afirmou que Keira era a segunda atriz mais bem paga de Hollywood, tendo supostamente ganhado 32 milhões de dólares em 2007 e fazendo dela a única não americana na lista das atrizes mais bem pagas.

Keira já declarou que não fala sobre a sua vida privada. Já apareceu diversas vezes na revista FMH na lista de 100 mulheres mais sexy do mundo e em maio de 2006, ela apareceu como o número 9 na revista Maxim Hot 100. Em abril de 2006, ela se tornou o novo rosto da Chanel no perfume Coco Mademoiselle (eu adoro o comercial desse perfume).

Knightley negou rumores de que é anoréxica e até processou o Daily Mail, depois que eles alegaram que ela mentiu sobre ter anorexia. Um homem de 41 anos de idade foi acusado de assédio pela atriz em fevereiro de 2010, depois de entrar de entrar em contato com ela em várias ocasiões no Comedy Theatre em Londres.

Na vida amorosa, Keira já esteve em relacionamento com o ator Jamie Dornan entre 2003 e 2005. Ela namorou com o co-estrela de Orgulho e Preconceito Rupert Friend de 2005 a dezembro de 2010 (e até hoje não me conformo que eles terminaram). Logo depois ela começou a namorar o músico James Righton, seu atual marido, em fevereiro de 2011 e se casaram em 4 de maio de 2013 em Mazan , no sul da França que teve apenas 11 convidados e o casal agora vive no leste de Londres.

O meu Top 3 de filmes dela, é claro, são filmes de época e eu acho que ela fica perfeita em papéis assim e todos com a direção de Joe Wright:

Anna Karenina

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Último filme de época da Keira e adaptação do livro de Liev Tolstói (que eu quero muito ler!). A história gira em torno de Anna Karenina (Keira), uma aristocrata da Rússia Czarista que é casada com Alexei Karenin (Jude Law) que apesar de parecer que tem tudo, sente-se vazia até ter um caso extraconjugal com oficial Conde Vronsky (Aaron Johnson).

O filme foi indicado ao Oscar de melhor trilha sonora, melhor design de produção, melhor fotografia (que eu torcia para que ganhasse) e melhor figurino, mas só conseguiu o de melhor figurino que foi mais do que merecido!

Desejo e Reparação

tmb_5981_480Ainda não superei o final desse filme. Lembro que quando vi pela primeira eu fiquei tão chocada que minha mãe me perguntou se tinha acontecido algo de grave! Baseado no livro de Ian McEwan, a história se passa na Segunda Guerra Mundial. Briony (Saoirse Ronan) é uma menina de 13 anos na Inglaterra de 1935 descobre o jogo de atração entre a sua irmã Cecilia (Keira) e o filho do antigo empregado da família, Robbie Turner (James McAvoy). Por ser apaixonada por Robbie, ela acusa-o de abusar sexualmente uma amiga dela.

Keira usa esse vestido fantástico no filme que é considerado um dos vestidos mais marcantes da  história do cinema:

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O filme foi indicado ao Oscar de melhor trilha sonora, melhor filme, melhor roteiro adaptado e melhor atriz coadjuvante para Saoirse Ronan, mas ganhou só o de melhor trilha sonora e ganhou o Globo de Ouro de melhor filme dramático e de melhor trilha sonora.

Orgulho e Preconceito

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Um dos meus filmes preferidos da vida e que eu nem sei quantas vezes já vi! Acho que todo mundo já sabe a história do livro/filme, né? O filme foi indicado ao Oscar de melhor trilha sonora, melhor direção de arte e melhor figurino, mas não ganhou nenhum. Keira foi indicada na categoria de melhor atriz, mas também não ganhou.

Você não viu todos esses filmes? O que você está esperando?!

natalia

Vicious

20 maio

“É muito grosseiro incomodar pessoas atraentes” Freddie

Você ainda não começou a ver Vicious? Eu não sei o que você está esperando!

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Os consagrados atores Ian McKellen (eterno Magneto) e Derek Jacobi (The Borgias) são os protagonistas dessa sitcom inglesa. Juntos há cinquenta anos, Freddie (McKellen) e Stuart (Jacobi) são um casal de aposentados que passam o dia implicando um com o outro e com o cachorro Balthazar de vinte anos que de vez em quando eles têm que despertar pra ver se ainda está vivo. Quando se conheceram, Freddie era um ator iniciante e Stuart um barman, mesmo depois de tanto tempo a mãe de Stuart não sabe dos dois e Freddie não se conforma com isso e sempre solta uma alfinetada.

Mas a rotina deles muda quando o jovem atraente Ash (Iwan Rheon, de Misfits e Game of Thrones), um novo vizinho, se muda para o apartamento de cima, despertando a curiosidade dos dois. Recebendo sempre a visita da melhor amiga deles, Violet (Frances de La Tour, de Harry Potter), que é a única que consegue aplacar as brigas entre dois. Com algumas visitas de Penelope (Marcia Warren) que é um pouco desligada  e que solta as melhores frases!

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Criação de Gary Janetti de Will & Grace, já tem encomendado seis episódios para a primeira temporada e um especial de natal. A música de abertura da série é um review dos anos 80, “Never Can Say Goodbye” de Jimmy Somerville e eu adorei essa música na abertura!

Com a escolha dos seus protagonistas que são atores britânicos consagrados e que não escondem que são homossexuais assumidos e com o humor sarcástico britânico que a gente adora, essa série é para fazer qualquer um rir e que você tem que assistir!

natalia

Fiquei Com o Seu Número

16 maio

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“Nunca compartilhei uma caixa de entrada com ninguém na vida. Eu não esperava que a sensação fosse tão… íntima. É como se de repente compartilhássemos a gaveta de roupas íntimas ou algo parecido.”

Queria me desculpar por não postar o Pinky Wednesday de ontem, mas eu fiquei o dia todo fora de casa e não tive tempo para colocar no blog, mas semana que vem eu posto! Depois desse Especial Gatsby (que me fez ficar com mais vontade de ver o filme e mais arrependida de não ter lido o livro ainda) eu vim falar sobre um livro que eu amei!

Eu adoro livros com emails e cheios de SMS no meio da leitura, então quando me indicaram esse livro eu comprei logo que foi lançado no Brasil, que foi no ano passado, mas só li agora e que arrependimento de não ter lido antes! É simplesmente um dos melhores chick-lits que já li na vida, mas não esperava menos de Sophie Kinsella.

Poppy Wyatt perdeu o seu anel de noivado, que está na família do noivo há três gerações!  Durante sua despedida de solteira com as suas amigas em um hotel, o anel foi passando de mão em mão até que o alarme de incêndio toca e se torna uma confusão. O anel se perde no meio da confusão, ela fica louca atrás dele e dá o seu número de celular para todo mundo para que entrem em contato caso encontrem o anel, mas para piorar a situação o seu celular é roubado! E ela diz uma das melhores frases do livro: “Meu instinto é mandar uma mensagem de texto para alguém dizendo: ‘Ai, meu Deus, perdi meu celular!’ Mas como posso fazer isso sem um maldito celular?”  Já deu pra perceber que você vai soltar várias gargalhadas durante o livro né?

Sem saber o que fazer ela começa a achar que tudo está perdido até que ela acha um celular na lata de lixo e toma posse dele, afinal, o que está no lixo é de propriedade pública! O aparelho pertencia a ex-assistente do executivo Sam Roxton, que não gosta da ideia de ter o celular com todos os seus contatos e emails na mão de uma desconhecida e exige que Poppy devolva o aparelho, mas como ela não pode perder o número, eles fazem um acordo: que ela encaminhe todos os emails, mensagens e ligações para Sam até que o anel seja encontrado.

Mas a situação complicada de Poppy não termina por aí. Ela tem que lidar com os pais do seu noivo, que são gênios (como toda a família) e que fazem ela se achar inferior por ser fisioterapeuta. E com a sua cerimonialista, que joga na sua cara que o casamento está dando muito trabalho.

Sam no começo se mostra muito fechado, mas as trocas de mensagens deles são ótimas e eu sempre ficava com um sorriso no rosto. Poppy é muito engraçada e só se mete em mais confusão, como ficar bisbilhotando os emails de Sam e querer se meter no meio deles.

O final de chick-lit é previsível, mas as reviravoltas do livro foram ótimas e nada é jogado aleatoriamente. Além de ter SMS (que por si só já é engraçado) há também notas de rodapé, o que eu achei divertidíssimo. Ah, e eu também estou apaixonada pelo sorriso de Sam como a Poppy. Então se você quer um livro engraçado, por favor, leia esse! O livro é tão gostoso de ler que quando vai chegando às últimas páginas você já quer mais!

natalia

Especial Gatsby: O Filme!

12 maio

Primeiramente queria pedir desculpas pelo atraso no post. A previsão era de ele ser postado Sexta-Feira, mas meu computador deu pau justamente nesse dia, daí não consegui nem escrever o post. Mas hoje vai!

Como o filme estreou Sexta em todo o mundo (menos no Brasil, hahaha), decidi que pra fechar o Especial Gatsby com chave de ouro, eu deveria falar do próprio filme. Então nesse post vou contar um pouco do que eu sei mesmo sem ter assistido e dar os meus palpites.

Elenco

Quem faz o personagem principal, Jay Gatsby, é o Leonardo DiCaprio e, sinceramente, eu não podia imaginar alguém melhor. Além de Leo ser um ator magnífico (e desprezado pela Academia), ele é a encarnação do Gatsby: misterioso e apaixonado quando tem que ser. Além de ser aquele tipo de pessoa que te faz querer saber a vida inteira dela só de dar uma olhada só. Tenho certeza que ele vai arrasar!

Carey Mulligan é sobre quem eu tenho mais dúvidas. Ela interpreta Daisy Buchanan e mesmo sendo uma atriz MARAVILHOSA, não sei se ela combina com o papel. The thing is: no livro, Daisy é uma mulher frágil e afetada, chegando a ser fútil em alguns momentos. Sem contar que não é muito madura, parece que é a mesma pessoa que Gatsby conheceu há tantos atrás, mesmo já estando casada e tendo uma filha. E eu simplesmente não consigo ver a Carey assim!!!! Apenas espero que eu esteja errada e ela arrebente no filme.

And then there’s Tobey Maguire. ESSE HOMEM NASCEU PRA FAZER NICK CARRAWAY!!!! Parece que tá estampado na testa dele, gente! Fico boba. Ele, assim como Nick, parece ser aquela pessoa que é amiga de todo mundo e pra quem todos querem contar seus segredos e pedir conselhos. E uma curiosidade: ele e Leo são muito amigos na vida real. Ou seja, a química (extremamente necessária entre Nick e Gatsby, visto que eles acabam se tornando melhores amigos) no filme deve estar ótima!

Isla Fisher é Myrtle, a amante de Tom. Essa é outra sobre quem eu tinha dúvidas, visto que no livro, Myrtle é descrita como feia e ás vezes até grotesca. Sem contar a personalidade que também não ajuda em nada. Mas a Isla é tão linda e fofa! Porém, quando vi uma foto dela caracterizada, entendi. Ela se transformou!

Elizabeth Debicki é quem interpreta Jordan, a amiga de Daisy e caso de Nick. Eu nunca tinha ouvido falar dela e quando fui pesquisar, entendi o porque: ela só fez um filme. O diretor Baz Lurhmann a viu e ficou impressionado, assim, a colocou num avião pra Los Angeles e ela passou nas audições. Como eu não a conheço, nem posso opinar muito. Mas uma coisa é certa: eu imaginava a Maggie Gyllenhaal como Jordan! Não sei porque, mas eu acho que ela tem uma cara muuuuuuuuito anos 20! Com o cabelo e a maquiagem certa, ela pareceria uma pessoa saída da máquina do tempo. Porém, a Elizabeth parece muito a Rooney Mara, então acho que ela também seria uma boa escolha. Principalmente pelo ar blasé dela (que é totalmente a vibe da Jordan).

E por fim, Joel Edgerton é Tom Buchanan. Não gostei muito desse… Por algum motivo, eu imaginava o Tom mais novo e com mais cara de playboy, o que não é o caso desse ator. But then again, espero que ele me surpreenda e dê um show.

Como vocês podem ver, eu estou tão louca por esse filme que quero que todos os atores se saiam bem pra The Great Gatsby ser um sucesso, hahaha

Figurino

Prada Miu Miu Brooks Brothers Gatsby

Uma das coisas que mais amo nesse período dos anos 20 são as roupas. Pela primeira vez na moda, as mulheres passaram a mostrar as pernas em público – ou ao menos parte delas. E isso era acompanhado de muitas franjas, brilho, penas etc. Muito glamour! Por isso mesmo, The Great Gatsby se tornou um dos filmes mais esperados pelas fashionistas do mundo todo (inclusive eu, é claro) e o figurino se tornou um dos principais personagens do filme.

A figurinista é Catherine Martin e quem fez as roupas foi Miuccia Prada. A Prada foi escolhida pra ser a grife oficial do filme depois que muitos looks Prada e Miu Miu (linha jovem da Prada) foram usados nos ensaios. Assim, Miuccia se inspirou em modelos dos arquivos de ambas as marcas para criar algo com a cara dos anos 20, mas com um toque de modernidade. O diretor, Baz Luhrmann, não queria que o filme se tornasse um livro de história ambulante, por isso, tentou a todo tempo e em quesitos variados (como figurino e trilha sonora) misturar aquela época à nossa.

A grife Brooks Brothers fez o figurino masculino. E tem uma cena no livro (e espero que no filme também) que é especificamente sobre as camisas do Gatsby. Inclusive, a marca é mencionada no livro! Logo, estou ansiosa pra ver como ficou!

Acessórios

A pedido de Catherine Martin, as jóias do filme foram especialmente criadas pela Tiffany & Co. A inspiração veio dos arquivos da própria marca e peças do período. Assim, temos headbands, longos colares de pérolas, diamantes e muuuuito art deco! Foram precisas 10 tentativas para acertar o anel de Gatsby. E surpresa, surpresa! Tem um desenho de margarida secretamente gravado no anel pra simbolizar o amor de Gatsby por Daisy (visto que Daisy em Inglês significa margarida)!!! I KNOW RIGHT

 E a Fogal of Switzerland criou uma linha de meias-calça e meias até os joelhos que serão vendidas por aí.

E assim, eu encerro esse Especial Gatsby! Espero que vocês tenham gostado e tenham se empolgado pra ver o filme e ler o livro. Se possível, leiam o livro antes, vale a pena!!! Assim que eu achar o download do filme, volto aqui com a resenha. E agora, deixo vocês com o trailer pra que todo mundo fique maaaais na vontade!

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Pinky Wednesday: Especial Gatsby – Trilha Sonora

9 maio

A Pinky Wednesday de hoje faz parte do Especial Gastby!
Um dos pontos altos do novo filme de The Great Gatsby é a trilha sonora. E isso sem o filme ter nem mesmo estreado ainda. Produzida por Jay Z, a trilha mistura músicas no estilo próprio dos anos 20 com ritmos e cantores atuais. Eu imagino que as músicas mais animadas e que realmente tem uma vibe 20s sejam tocadas nos momentos divertidos, como nas festas na casa de Gatsby, por exemplo. E as outras músicas, mais densas, devem ficar para momentos de clímax. Algumas músicas são covers em novas – e surpreendentes – versões. Ao todo são 14 músicas e você confere abaixo as que eu mais gostei.

Young and Beautiful


Eu simplesmente acho que a voz da Lana Del Rey combina perfeitamente com o tom decadente de The Great Gatsby. Não sei em que momento do filme a música é tocada, mas acho que tem alguma coisa a ver com Daisy Buchanan. Afinal, ela é rica e viu o mundo, como diz a música. E will you still love me when I’m no longer young and beautiful soa exatamente como algo que ela pediria ao Gatsby. E bem, a música é linda.

Together

Essa é claramente sobre Daisy e Gatsby. É como se eles mesmos estivessem cantando, um pro outro.

A Little Party Never Killed Nobody (All We Got)

Essa música é DIVINA. E olha que eu nem gosto da Fergie. Essa música casa bem com o filme tanto por vários motivos, como ter como tema as festas, ter uma vibe bem Charleston (dança comum dos anos 20) e por falar do lifestyle da época, que consistia basicamente em party hard e muita bebida. E bem, esse nome é o melhor do mundo. A voz da Fergie tá a coisa mais nostálgica desse mundo, só amorrrrr!

Crazy in Love

Sim, Crazy in Love, um dos primeiros hits da carreira solo da Beyoncé, está na trilha sonora do filme. Mas não a versão original cantada pela própria. Dessa vez, quem dá voz a música é Emeli Sandé com a orquestra The Bryan Ferry. POR ESSA NINGUÉM ESPERAVA, RIGHT??? O já tradicional R&B da Bey foi transformado num jazz de primeira. Desnecessário frisar o quanto eu amei.

Back to Black

E como Jay Z é o produtor, não podia faltar a própria Beyoncé! Ela se juntou a Andre 3000 pra fazer esse cover de Back to Black, originalmente da Amy Winehouse. Quem gostei mais dessa versão do que da original???

Love is Blindness

Meu palpite é que essa é a música do Gatsby! Afinal de conta, ele fica cego de amor pela Daisy. E a quem interessar possa: minha música preferida da trilha!

A trilha sonora conta ainda com Gotye, o próprio Jay Z, Florence + The Machine entre outros. Estou ansiosa pra descobrir se apostei certo no que as músicas representam. E vocês, têm algum palpite?

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Especial Gatsby: The Great Gatsby, o livro!

7 maio

 

degatsby2 { Essa semana é a estreia mundial   (menos no Brasil, hahaha) do novo filme de um dos meus livros preferidos: The Great Gatsby. Pensando nisso, resolvi fazer um especial de posts pra aquecer até a estreia, que é no dia 10. Então fiquem atentos, pois o especial começa hoje e vai até sexta! }

 

Momento fangirl, galera!!! Sim, eu amo The Great Gastby. Tudo começou alguns anos atrás quando eu tinha que escolher um livro pra um trabalho do curso de inglês e escolhi esse por motivos de: anos 20. Li o livro e fiquei surpresa por ser ótimo, visto que é um clássico. Mas The Great Gastby é diferente dos clássicos brasileiros. Nada daquela linguagem antiga e enfadonha que pode te deixar perdido. O livro é muito fácil de ser lido e não é muito grande. Mas vamos à resenha!

No verão de 1922, Nick Carraway arruma um emprego em Nova York e se muda para lá, alugando uma casa em West Egg, na ilha de Long Island. Sua humilde casa fica próxima a mansão de Jay Gastby, um homem misterioso que não socializa muito, mas é conhecido por suas festas extravagantes.

Do outro lado da baía está East Egg, onde Daisy Buchanan e seu marido Tom Buchanan moram, bem de frente pra Gastby. Daisy é prima de Nick e Tom estudou com ele em Yale. Quando eles descobrem que Nick está em West Egg, o convidam para jantar. Na casa dos Buchanan, ele é apresentado a Jordan Baker, uma famosa golfista por quem Nick se interessa.

Tom, sempre teve várias amantes e a mais recente é Myrtle Wilson, mulher do mecânico que cuida dos carros de Tom, George Wilson. Ele nem suspeita que sua mulher está tendo um caso, mas Daisy sabe e fica furiosa quando ela liga pra ele durante o jantar com Nick. Myrtle e Tom levam uma espécie de vida dupla, pois ele comprou um apartamento pra ela em Nova York, onde eles fazem pequenos encontros com amigos. Sim, todo mundo sabe do affair.

Eventualmente, Nick é convidado para uma festa na casa de Gatsby, onde reencontra Jordan. Nick sonda os outros convidados da festa para descobrir algo sobre o anfitrião, mas logo descobre que a maior parte deles não o conhece ou nem mesmo foi convidado. Gatsby permanece um mistério até que Nick começa a conversar com um homem desconhecido que mais tarde revela ser o próprio Gatsby. Os dois gostam um do outro imediatamente.

Nick e Gatsby passam a se ver com frequência e logo se tornam amigos. É assim que Nick descobre o que pode ser o maior segredo de Gastby: ele é apaixonado por Daisy e eles tiveram um romance anos atrás. A casa foi comprada em posição estratégica, para que ele pudesse ver a dela. E ele dá as famosas festas na esperança de que Daisy apareça em alguma delas.

The Great Gatsby é um livro principalmente sobre contrastes, principalmente entre old Money e new Money. Old Money se refere aquelas famílias antigas, que construíram Nova York e são vistas como a realeza americana. New Money se refere aos ‘novos ricos’, ‘emergentes’, que trabalharam pra ganhar seu dinheiro e chegaram à riqueza. Desnecessário dizer que Daisy é representante do Old Money e por isso mesmo seu romance com Gatsby não vingou, visto que na época ele ainda era pobre. Agora, ele faz parte do New Money e ninguém sabe como nem onde ele conseguiu esse dinheiro todo. Tom fica especialmente desconfiado de Gatsby e passa a investigá-lo. Na verdade, essa desconfiança faz parte do preconceito dele para com Gatsby. Ele é desses que acredita que não acredita em trabalho pra ganhar dinheiro, por isso despreza os novos ricos.

E também há o contraste entre East Egg e West Egg. Onde você mora mostra o que você é. East Egg é onde moram as pessoas que sempre tiveram dinheiro. Elas são mais esnobes e metidas do que os emergentes que moram em West Egg. Há muito preconceito por parte de East Egg porque eles não concordam com o comportamento inconsequente dos que moram do outro lado da baía. E os que moram em West Egg só querem ser aceitos pelos outros.

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Essas duas cidades foram inspiradas em locais reais e com a mesma característica de segregação: Great Neck (West Egg) e Manhasset Neck (East Egg). Fitzgerald morou em Great Neck em 1922 e terminou o livro na França em 1923. Diz a lenda que a inspiração veio das inúmeras festas que Fitzgerald frequentava na região enquanto morou lá.

Outro ponto forte são os personages. Todos com personalidades bem definidas e com um papel decisivo no desenrolar da história. Sem contar alguns de passado duvidoso! Nick é o narrador e é impossível não gostar dele, assim como é difícil não torcer pelo amor de Gatsby e Daisy. Mas pra mim, o melhor do livro é sem sombra de dúvidas os anos 20! Minha década favorita tanto em matéria de lifestyle, moda, arte etc. Só amorrrrr!

E esse é The Great Gatsby! Preferi não contar mais nada porque a partir daí tudo é crucial e eu quero que todo mundo leia o livro! Hahaha. O livro é curto então ainda dá tempo de ler antes do filme. Vamo cair pra dentro, galera!

“Then wear the gold hat, if that will move her;

If you can bounce high, bounce for her too,

Till she cry “Lover, gold-hatted, high-bouncing lover,

I must have you!”

Thomas Parke D’Invilliers

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