Arquivo | abril, 2013

A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista

30 abr

A_PROBABILIDADE_ESTATISTICA_DO_AMOR_A_PR_1361547047B

 

“No outro lado do oceano, seu pai brinda uma última vez, e a equipe do hotel – todos de luvas brancas – cuida dos talheres de prata para a cerimônia da noite seguinte. Atrás dela, o garoto com a passagem para o assento 18C no voo seguinte para Londres come rosquinha, sem notar os pedacinhos na camisa azul. Hadley fecha os olhos só por um momento. Ao abri-los novamente, o avião não está mais lá. Quem diria que quatro minutos poderiam mudar tudo?” 

 

Se alguém me dissesse que quatro minutos mudariam a minha vida, provavelmente eu começaria a rir. Mas foi isso que aconteceu com Hadley. Por causa de quatro minutos ela perde o seu voo para Londres onde vai assistir o casamento do seu pai. Ela já não estava feliz por ir a esse casamento e agora ainda teria que esperar horas pelo próximo voo. Esse estava se tornando um dos piores momentos da sua vida. Até que ela conhece Oliver (<3), um britânico lindo, fofo e engraçado que faz companhia a ela no aeroporto e durante o voo, no qual eles falam sobre os seus medos e segredos.

Um livro que se passa em 24 horas e me deixou morrendo por mais, estou super apaixonada pelo livro e pelo Oliver. As piadinhas que ele faz sobre o que ele estuda são as melhores e eu sempre ficava com um sorrisinho no rosto com as cenas deles juntos. Antes de ler eu achava que se tratava só sobre uma menina que conhece um menino no aeroporto e que conversam durante o voo, mas é mais do que isso! Trata também sobre as questões familiares que os dois enfrentam e como eles passam por isso.

Queria ler esse livro desde o ano passado, fiquei apaixonada à primeira vista por ele desde que vi a capa americana. Quando soube que ia ser lançado no Brasil fiquei super empolgada e ansiosa para ler, mas quando soube que a capa foi mudada fiquei com bastante raiva, pois não entendia porque a editora queria mudar se a capa americana era tão linda… Mas no final acabei gostando da capa brasileira também. O título pode ser enorme, mas eu adorei!

Veja outras capas desse livro (quero todas):

holanda         americana

italiana

suécia

 

Os direitos de adaptação foram comprados e espero ansiosa pelo filme, apesar de não ter notícias sobre.O livro é muito fofo e dá pra ler em um dia só, porque você não tem vontade de parar de ler. Tinha grandes expectativas e não me decepcionei. Eu acredito em amor à primeira vista, logo, o livro se tornou um dos meus favoritos, mas até você que não acredita, tem uma grande probabilidade de adorar esse livro também!

natalia

Restless

25 abr

Enoch é um garoto de 17 anos que frequenta funerais de pessoas que não conhece. Além disso, um de seus únicos amigos é o fantasma de um piloto kamikaze da Segunda Guerra Mundial, o Hiroshi (I KNOW, RIGHT). Uma pessoa um tanto quanto peculiar, não é mesmo? Num desses funerais, Enoch é visto por uma garota que realmente conhecia o morto e que parece estar interessada nele, mesmo que ele não dê muita bola a ela.

Mas quando ela também começa a frequentar os funerais pra encontrá-lo, ele cede. A garota em questão é Annabel, uma menina linda que se veste como um menino é uma naturalista, ou seja, ela estuda a natureza e como tudo interage entre si. Annie é apaixonada pela vida. Ironicamente, ela descobre que está com um tumor no cérebro e só tem três meses de vida. Ela conta a Enoch e ele aceita, parecendo não se importar e eventualmente os dois começam a namorar.

Sim, Restless é mais um desses filmes sobre jovens com câncer. Mas devido à peculiaridade dos personagens (e  pfvr, um desses personagens é um fantasma japonês), é diferente dos outros. Tudo é feito com muita delicadeza e é como se a doença não fosse o tema principal. É apenas uma história sobre dois adolescentes que se apaixonaram num momento difícil e decidiram continuar juntos mesmo assim. E esse momento difícil é a descoberta de um câncer, mas poderia ser qualquer outra coisa.

As pequenas coisas também são importantes na história. O porquê de Enoch frequentar funerais, ver Hiroshi e só usar cores sóbrias, como cinza e preto. O amor de Annabel pela natureza e Darwin. Como no começo ela se vestia como um menino e quando se aproxima de Enoch passa a se vestir como menina. E a história de Hiroshi pfvr lágrimas. A fotografia é uma gracinha, muito suave e leve, o que acompanha o jeito do filme.

Antes de assistir o filme, eu achava que seria sobre adolescentes vivendo cada dia como se fosse o último, com direito a muitas drogas, sexo e rock’n roll. Afinal , o nome Restless (Inquietos em português) sugere isso. Mas não podia ser mais diferente! Se você está esperando isso, aqui fica um aviso: esse é um filme fofo e emocionante que vai entrar debaixo da sua pele de um jeito que você não esperava.

Se você é fã de A Culpa das Estrelas, vai gostar desse filme. Mas prepare os lencinhos.

ywybv8ilgg1y5hfv9ks9

Pinky Wednesday: The Carrie Diaries

24 abr

Mais um post sobre The Carrie Diaries porque necessito da segunda temporada!

Para saber mais sobre a série veja o post que a Mariana fez!

carrie-diaries-sebastian-carrie-headphones

Quando eu descobri que The Carrie Diaries ia se passar nos anos 80, fiquei ansiosa para ver as roupas e as músicas da série e fiquei surpresa com a trilha sonora maravilhosa. Então vou mostrar hoje as melhores músicas, na minha opinião, que se passou na série:

 Girls Just Want to Have Fun

Logo no piloto já temos várias músicas fantásticas. Esse sucesso de Cindy Lauper é apresentado primeiro na versão de Greg Laswell (que eu amei) e depois aparece já na versão original no final do episódio:

cena

cena

Bette Davis Eyes

Essa música de 1981 de Kim Carnes apareceu na primeira cena de Carrie em NY.

cena

Just Can’t Get Enough

Música de Depeche Mode apareceu quando conhecemos uma das melhores personagens da série: Larissa!

cena

Our House

Da banda inglesa Madness que esteve na última cena do segundo episódio da série, me fez lembrar Carrie e as amigas em Sex and the City.

cena

Overkill

De Men At Work de 1983.

cena

I Feel the Earth Move

De Carole King, aparece em um flashback da mãe de Carrie.

 cena

It’s My Life 

De Talk Talk, foi uma das melhores músicas que já tocou na série e uma das que eu mais gosto.

cena

Eye of the Tiger

Sucesso de Survivor que fez essa cena ser mais engraçada por causa da música! Mouse está impagável.

cena

Take On Me

Do A-Ha, cantei junto quando tocou, pois eu amo essa música!

cena

Like a Virgin

Claro que tinha que ter uma música da Madonna e nada melhor do que essa. Na primeira vez que aparece é na própria versão de Madonna, mas no final do episódio aparece com a versão de Fay Wolf (que eu gostei bastante).

cena

cena

Heaven

Bryan Adams canta essa música linda no season finale da série.

cena

Cruel Summer

E para fechar a série, uma música da banda inglesa Bananarama que se encaixou perfeitamente com o final.

cena

tumblr_mliwndvUjh1s5wejqo1_500

Se você ainda está com dúvida se deve assistir essa série ou não, veja o quanto de música boa teve só em 13 episódios!

natalia

Norwegian Wood

20 abr

A resenha de hoje é dupla, porque é sobre um filme que foi baseado num livro, e como eu assisti o filme E li o livro, decidi que seria legal fazer assim. Antes de mais nada, quero avisar que o filme é japonês e que eu vou falar de filmes fora do lugar comum dos blockbusters americanos porque eu amo cinema e tento assistir um pouco de tudo (apesar de ainda não ter perdido meu preconceito com filmes iranianos/iraquianos).

Muita gente tem preconceito com o cinema japonês por achar que só tem filmes de artes marciais estilo Jack Chan e Jet Li ou aqueles do tipo Tigre e o Dragão, que tem saltos impossíveis e golpes que jogam a pessoa do outro lado do mundo. E sim, existem muitos desses. Mas o cinema japonês também tem um lado extremamente sensível que produz filmes de drama poéticos e tocantes. E é assim que Norwegian Wood é.

E quem é fã dos Beatles deve reconhecer o título como uma música deles (e não por acaso). A música é a preferida de uma das personagens e é frequentemente mencionada.

Filme

Eu descobri Norwegian Wood por acaso. Estava assistindo o canal Max pra procurar filmes interessantes pra gravar quando passou o comercial do filme. A cena mostrada era apenas a coisa mais linda do mundo: um casal se encontrando e se separando em meio à neve. Coloquei pra gravar imediatamente e contei os dias pra poder assistir. E bem, eu não me arrependi.

Norwegian Wood é um filme de 2010 escrito e dirigido pelo vietnamita Tran Anh Hung. O personagem principal é Toru Watanabe, um garoto do interior cujos melhores amigos são Kizuki e Naoko, que namoram desde sempre. O mundo deles é interrompido pelo suicídio inesperado de Kizuki em seu aniversário de 17 anos. Assim, Toru muda-se para Tóquio onde começa a cursar a faculdade e não ouve mais de Naoko. Lá, ele estuda Teatro, mesmo sem ter interesse no assunto. Seu amigo e companheiro de noitada é Nagasawa, um estudande mais velho de Relações Internacionais que é um ídolo no campus.

Até que num belo dia, ele encontra Naoko na cidade e os dois tem uma longa caminhada juntos. A partir daí, eles começam a caminhar juntos todos os domingos e eles se tornam mais e mais próximos. No dia do aniversário de 20 anos de Naoko (ela é mais velha que Toru), ele vai a casa dela para comemorar e eles acabam ficando juntos. Porém, no dia seguinte, ela some, deixando apenas uma carta dizendo que foi para um sanatório.

Eventualmente, ele conhece uma menina da faculdade chamada Midori. Ela é extrovertida e desbocada, o oposto de Naoko, que sempre foi tímida e frágil. Eles se tornam amigos apesar de serem muito diferentes e com o passar do tempo, Midori passa a gostar dele, mesmo tendo namorado. Mas Toru ainda ama Naoko. Ao visitá-la no sanatório, seus sentimentos só crescem, mas Naoko parece estar mais frágil do que nunca. Lá, ele conhece Reiko, uma mulher mais velha que é colega de quarto de Naoko.

De volta a Tóquio, Toru não consegue parar de pensar em Naoko, mas ao mesmo tempo, começa a gostar de Midori também. De repente, ele se vê dividido entre duas garotas tão diferentes e não sabe o que fazer.

Não acho que seja prudente contar mais do que isso pra não estragar a história. Tudo o que eu disse aqui está na sinopse e/ou no trailer, então não se preocupem porque não tem spoiler.

Enfim, Norwegian Wood é aquele tipo de filme que além de ter uma história ótima também tem uma fotografia impecável, visualmente lindo. Provavelmente você vai acabar sendo Team Naoko (como eu) ou Team Midori, mas no final, isso realmente não importa porque a questão toda não é com quem ele vai ficar. Na verdade, Naoko representa o passado. O passado que tanto o fez sofrer com a morte do melhor amigo e herói, Kizuki. E Midori é o presente e a esperança de um futuro melhor. É muito mais do que escolher quem vai ser sua namorada. Toru tem que escolher como ele quer levar sua vida dali pra frente. E é assim, aprendendo a lidar com a morte, o amor e a amizade que Toru deixa a adolescência e entra na vida adulta.

Os atores que fazem Toru e Nagasawa são uma gracinha. O que interpreta Toru é muuuito fofo o que só me deixou com mais pena dele por tudo que ele sofreu. E o Nagasawa é MUITO gato. Foram ótimas escolhas porque casaram muito bem com a personalidade dos personagens. Já as atrizes que fizeram Naoko e Midori… Bem, eu não as achei tão bonitas assim, mas elas entraram no papel e convenceram e é isso que importa.

O filme é extremamente delicado, mesmo com uma história tão densa. Mas acho que o diretor não conseguiu passar tudo o que queria, dando a ideia errada do que estava acontecendo, visto que algumas coisas não ficaram claras o suficiente. Porém, eu devo avisar: é tudo muito lento. Pra mim foi ok porque estou acostumada com esse tipo de coisa e estava muito empolgada pra ver o filme, mas muita gente pode desistir na primeira meia hora. Então, se você não gosta ou não está acostumado com isso, pode não gostar do filme.

A trilha sonora do filme foi composta por Jonny Greeenwood, guitarrista do Radiohead. O que eu acho fantástico é que os títulos das músicas são frases do filme! Como por exemplo a “Don’t Read Things That Have Not Had the Baptismo f Time” e “When You Take Me, Take Only Me”. Das 14 músicas presentes, apenas três não foram feitas especialmente para o filme. São músicas da banda Can, lançadas entre 1969 e 1971, mas que mesmo assim tem relação com a história. E Norwegian Wood é tocada no filme por Reiko, pois é a música preferida de Naoko.

Livro

b0ltr0n:HM’s

O livro escrito por Haruki Murakami foi lançado em 1987 e fez um sucesso estrondoso, transformando o escritor em uma celebridade no Japão. Ele foi lançado no Brasil com o mesmo nome (em inglês mesmo) pela Objetiva, mas eu li em inglês. A primeira parte do livro foi inspirada pelo conto Firefly que depois foi incluído na coletânea de contos Blind Willow, Sleeping Woman (que eu estou louca pra ler, diga-se de passagem).

Como eu amei o filme, decidi ler o livro em busca de esclarecimentos para algumas coisas que não foram muito bem explicadas no longa. E foi uma surpresa porque descobri muito mais do que eu esperava. O filme é bem fiel ao livro, ao ponto de ter até frases iguais, mas é claro e evidente que não seria possível incluir TUDO. Assim, personagens e cenas foram cortados e como eu disse acima, algumas coisas ficaram um pouco confusas. Um personagem muito interessante do livro é Storm Trooper (não sei como ficou o nome dele em português), o colega de quarto de Toru, e que aparece brevemente em uma cena do filme, sem nem ser mencionado. Pra quem não leu, passa batido. E algo MUITÍSSIMO importante no livro é a história de como Reiko foi parar no sanatório. Sem ela, uma cena fica totalmente avulsa e pode até ser mal interpretada. E embora eu entenda que nem tudo cabe num filme, acho que foi um erro deixar isso de fora.

Algo muito importante no livro é o movimento estudantil que acontecia em vários lugares do mundo, inclusive Tóquio, na década de 60. Toru não participa disso, mas como acontece em todos os cantos da cidade, até em sua faculdade, ele fica por dentro do assunto. Ele descreve os estudantes como hipócritas e de mente fraca, como se o movimento pra eles fosse apenas um capricho, visto que de uma hora pra outra tudo acabou e eles agiram como se nada tivesse acontecido.

O livro é muito mais profundo e angustiante que o filme. Narrado por Toru, é possível ter acesso a seus sentimentos e sentir junto com ele. Ficar feliz quando algo finalmente dá certo e ficar triste quando tudo vai por água abaixo. A relação dele com Naoko e principalmente com Midori é mais desenvolvida no livro, mas não tão explorada quanto no filme (se é que dá pra entender). O diretor do filme optou por focar a história no triângulo amoroso Naoko-Toru-Midori e por isso tanta coisa foi cortada e a relação deles foi explorada ao máximo. Enquanto no livro, temos mais personagens e cenas só do Toru com o Nagasawa. Mas em compensação, o desenvolvimento emocional dos três é muito maior, tanto que os sentimentos de Toru, que no filme são bem explícitos, chegam a ser questionáveis no livro.

Mas enfim, é por essas e outras que eu acho aconselhável ler o livro e ver o filme pra ter um entendimento completo.

ywybv8ilgg1y5hfv9ks9

Delírio & Pandemônio

18 abr

 

 delirio_pandemonio

 “É o mais mortal entre todos os males: você pode morrer de amor ou da falta dele.” Delírio.

“- Estamos do outro lado da cerca agora, Lena. Não entendeu ainda? Você não pode me dizer o que devo sentir.” Pandemônio. 

Um desabafo primeiro: COMO ESSA AUTORA TEM CORAGEM DE TERMINAR OS LIVROS ASSIM?

No final de Delírio eu estava assim:

tumblr_lysezr7jNk1qf7xoh

E no final de Pandemônio eu estava assim:

tumblr_men8sylD6N1r4hu81

Acho que nem preciso dizer que eu estou morrendo de ansiedade pelo próximo livro né?

Lauren Oliver nos apresenta um mundo em que o amor é uma doença, amor deliria nervosa, e que tem cura! Duvido que quem nunca pensou que seria uma ótima solução depois daquela paixão não correspondida…

Mas nessa sociedade não é só o amor entre homem-mulher, é também o amor entre pais e filhos, entre amigos e não se tem compaixão pelo próximo. A cura é obrigatória a partir dos 18 anos, depois é decidido com quem você vai ser pareado para poder se casar e ter filhos. Uma vida estável e feliz.

Lena tem 17 anos e anseia pela cura. Mora com sua tia, tio e primas. Seu pai morreu quando era pequena, sua mãe se suicidou por causa do descontrole da doença e sua irmã já foi curada e é casada. Pessoas a veem com um olhar diferente, por causa do passado da sua família, mas ela não deseja ser igual a mãe, ela anseia por uma vida tranquila e feliz. Hana, sua melhor amiga, não aceita muito bem as regras do governo. Ela gosta de se divertir, gosta de música e apresenta pra Lena as festas que são proibidas pelo governo.

Faltando poucos meses para a sua cura, Lena conhece Alex através de um incidente que acontece no laboratório no dia da sua entrevista. Alex é perfeito e apresenta um mundo totalmente diferente pra ela. Lena tenta lutar contra isso, mas não consegue. Ela é contaminada pela doença. Alex mostra a Selva a Lena, o lugar fora dos limites do país onde estão os Inválidos (pessoas que tem o amor deliria nervosa) e o governo finge que não existe.

O final do livro é para deixar qualquer um com o coração na mão e desejar o próximo o mais rápido possível! Então quando finalmente consegui comprar Pandemônio eu comecei a ler imediatamente, estava em uma ressaca literária braba, mas esse livro conseguiu me tirar dela com louvor. Se você ainda não leu Pandemônio e não gosta de spoiler, é melhor pular para o penúltimo parágrafo!

Depois de uma tentativa de fuga em que as coisas não saem como o planejado, Lena está na Selva. Sem Alex. Ela não sabe o que aconteceu com ele, se está vivo ou não. Ela foge sem olhar para trás e encontra um grupo de Inválidos que a oferecem abrigo. A autora intercalou os capítulos entre o “antes” e o “agora”. Antes é a Lena tentando sobreviver na Selva, um lugar totalmente diferente que ela estava acostumada e mostra como são as pessoas que querem ser livres e o Agora mostra uma Lena diferente, uma Lena que participa da resistência e que sua função é ficar de olho em Julian, filho do representante da ASD (America Sem Deliria), por causa disso acaba sendo sequestrada junto com Julian.

Simpatizei com Julian, entendo as ações dele, ele é uma gracinha e tal, mas continuo sendo Team Alex. A ÚLTIMA CENA DO LIVRO. MEU. DEUS. Não sei nem descrever o que senti. Não consigo entender como a autora tem a cara de pau de terminar o livro daquela forma.

Acho a história fantástica e virou uma das minhas distopias favoritas. Dá pra se ver claramente a mudança de Lena no segundo livro (ela ficou menos chata também) e adorei os novos personagens. Graúna se tornou uma das minhas personagens favoritas apesar de tudo, a história do porque que ela foi pra Selva é linda e eu quase chorei.

A escrita da Lauren Oliver é muito boa e ágil, ela escreve de uma forma que você não consegue parar de ler porque você quer saber o que acontece em seguida. Ela sempre me surpreende e o segundo livro tem mais ação que o primeiro.

A Fox está produzindo uma série de TV inspirada em Delírio e eu estou torcendo loucamente para que dê certo. Emma Roberts (linda) vai ser Lena Haloway, Daren Kagasoff vai ser Alex (imaginava um Alex super diferente e mais bonito) e Jeanine Mason será a Hana (não entendi a escolha dessa atriz, imaginava uma Hana linda e essa é feia!).

Enquanto a série não estreia e o terceiro livro não tem previsão de lançamento no Brasil, eu fico aqui remoendo esse final e imaginando o que vai acontecer no próximo.

natalia

Pinky Wednesday: Filmes dos anos 80

18 abr

Eu amo filmes dos anos 80. Talvez seja pelas roupas e acessórios. Ou talvez pelo fato de que eles realmente representaram toda uma geração. Sempre que vejo um com meus pais por perto ouço algo do tipo “todo mundo queria esse cabelo”, “meu sonho era ter esse carro” etc. Não acho que tenhamos muito disso nos filmes de hoje em dia. Posso contar nos dedos os filmes “teen” que assisti e pensei ‘’essa é a minha vida’’. Na verdade, não consigo lembrar de nenhum agora, hahaha.

Mas vamos ao que interessa! Separei alguns dos meus preferidos para compartilhar com vocês!

Curtindo A Vida Adoidado

No último semestre do curso do colégio, estudante sente um incontrolável desejo de matar a aula e planeja um grande programa na cidade com a namorada (Mia Sara), seu melhor amigo e uma Ferrari. Só que para poder realizar seu desejo ele precisa escapar do diretor do colégio e de sua própria irmã.

O CLÁSSICO DOS CLÁSSICOS!!!! Quem nunca quis ter um simulador de sons pra matar aula? E um amigo com uma Ferrari? E depois conseguir tirar a namorada/namorado da escola no meio da aula? Fazer se passar por outra pessoa só pra conseguir uma mesa num restaurante? Dançar e cantar Twist and Shout (minha cena favorita) num carro alegórico de uma parada? E o melhor: sem ser pego! Ferris é ídolo. E como não se apaixonar por Cameron? E pasme: os atores que fizeram Ferris e Shauna (a irmã) namoraram e até ficaram noivos!

Clube dos cinco

Em virtude de terem cometido pequenos delitos, cinco adolescentes são confinados no colégio em um sábado, tendo de escrever uma redação de mil palavras sobre o que eles pensam de si mesmos. Apesar de serem pessoas bem diferentes, enquanto o dia transcorre passam a aceitar uns aos outros e várias confissões são feitas entre eles.

Meu favorito de todos! É sobre cinco (oh really?) estudantes que pegam detenção no sábado, tendo que escrever uma redação sobre quem pensam que são e sem falar nada. Todos são diferentes e não se falam normalmente na escola. Claire é a garota mais popular, Allison é uma mentirosa compulsiva, Bender é o delinquente, Andrew é o atleta e Brian é o nerd. Só que eles não são supervisionados durante a maior parte do tempo… Então é claro e evidente que eles não vão ficar calados. Aos poucos, eles vão descobrindo que todos têm problemas, até mesmo os que pareciam ter a vida perfeita. E o problema de um pode parecer pequeno pra outra, mas pra pessoa é a pior coisa do mundo. Eu não consigo nem explicar direito o que é essa obra prima. ESSE FILME É MUITO BOM, ASSISTAM E ESPALHEM O AMOR!!!!!

Footloose

 Ren McCormick é um rapaz criado na cidade grande que se muda para uma cidade pequena do interior. Disposto a organizar um baile de formatura, Ren acaba descobrindo que dançar não é permitido na cidade. Apaixonado por música, Ren decide lutar pela restauração da dança na cidade e, em meio a isso, acaba conquistando o coração de Ariel Moore. Entretanto, Ariel é a filha do conservador reverendo Shaw Moore, responsável pelo banimento da dança na cidade, em virtude da morte de seu filho.

Esse disputa o lugar de preferido no meu coração com O Clube dos Cinco. Já vi incontáveis vezes e continuarei vendo porque it never gets old! O tipo de filme que te faz sentir revolta, te faz torcer e vibrar e acima de tudo, te faz querer sair dançando por aí como se não houvesse amanhã (enquanto ainda é permitido)! Also, Kevin Bacon era um pitel. Tem um remake de 2012, mas eu não acho que seja tão bom quanto esse, o original. Acho que eles forçaram muito a barra pra tornar tudo mais atual e no final ficou meio caricato e artificial.

Procura-se Susan Desesperadamente

Em Nova York, Roberta Glass, uma dona de casa entediada, suspeita, que Gary Glass, seu marido que é um vendedor de banheiras, a está enganando. Ansiando por um romance, Roberta começa a seguir mensagens colocadas nos classificados em que um casal, Susan e Jim, usam para se localizar quando viajam pelo país. Paralelamente alguém que Susan tinha se envolvido foi jogado pela janela, quando Susan já o tinha deixado para ir a Nova York se encontrar com Jim. Chegando ao próximo encontro de Susan, Roberta desenvolve uma fascinação pelo jeito extremamente liberal dela e acaba comprando em um brechó uma jaqueta que Susan tinha trocado por botas. A partir daí, Roberta toma o lugar de Susan.

Susan é nada mais nada menos do que Madonna. E Madonna no seu melhor: os anos 80. Musa eterna com aquela pinta falsa, cabelo crespo, lenço amarrado na cabeça etc. Pra mim, o forte desse filme é o figurino. De todos esses, esse é o que mais grita eighties. É muita ombreira, muita estampa, muito brilho, muito tudo! Pra quem gosta da moda da época, taí um filme ideal. Also, acontecem várias peripécias inimagináveis, que rendem uma ótima história. AMO.

Deixo aqui um resumo da minha existência nas palavras da Olive de Easy A.

PFVR, JOHN HUGHES, VEM DAR UMA DIREÇÃO PRA MINHA VIDA!!!

ywybv8ilgg1y5hfv9ks9

Surtando por Em Chamas!

17 abr

Acho que todo mundo sabe da existência dessa trilogia maravilhosa que é Jogos Vorazes e da adaptação fantástica que fizeram pro cinema do primeiro livro no ano passado. Começou faz um tempinho a corrida de divulgação para o segundo filme e no domingo no MTV Movie Awards foi divulgado o primeiro teaser trailer do filme:

é impressão minha ou o cabelo da Katniss tá mais escuro?

Surtei total com esse trailer! Achei bem fiel a adaptação do primeiro e espero que o segundo seja também! Teve algumas pessoas que reclamaram de não ter nenhuma cena da arena, mas eu gostei porque quero surpresa total!

Antes foi divulgado alguns pôsteres que eu achei bastante criativo e adorei cada um:

886122_635097653173556_1266108350_o131248_635097676506887_1422047276_o

 

893394_635097373173584_1547718661_o

891877_635097309840257_1275145595_o

 

Foram divulgados algumas imagens do filme para nos matar do coração:

537013_541073859271158_220755598_n

528414_656267497723238_513036575_n

 

906538_653315641351757_1978316466_o-1024x682

905626_654283854588269_1245515712_o-1024x682

 

901867_654021597947828_1297432029_o

 

O filme estreia 15 de novembro, mas parece que chega nunca!

natalia

 

 

 

 

O Rouge está de volta!

15 abr

Rouge_Turne

SIM, ELAS ESTÃO DE VOLTA! Nossas musas, famosas pelo ritmo Ragatanga, vão se reunir para comemorar os 10 anos da banda, gravando DVD e fazendo turnê pelo país (quem vamos?).  Rick Bonadio, que foi responsável pelo reality que as lançou, o Popstar, também foi quem idealizou a volta. Por isso, elas estão participando do novo reality dele, Fábrica de Estrelas, que vai ao ar no Multishow.

Luciana, que deixou a banda após o lançamento do segundo cd, foi convidada para retornar, mas não aceitou. Ela alegou que desde o início não se identificou com o repertório por ser muito pop e que por isso, não acharia justo voltar agora e parecer que estava pegando carona no sucesso pra se promover. Luciana tem carreira solo, mas eu nem me dignei a escutar as músicas porque tomei abuso dela.

A previsão era de que o primeiro single desse comeback fosse apresentado na íntegra no episódio do dia 8 de Abril. Mas a produção resolveu mostrar só o making of da gravação da música, passando a estreia da mesma pro episódio do dia 15 (hoje) só pra dar mais ibope.  E pra nos deixar na expectativa, foi liberado um preview da música, que se chama Tudo é Rouge e que você confere abaixo.

 

Pena que é só o instrumental, mas já dá pra ter uma ideia do que pode vir por aí. A outra música já confirmada se chama Tudo Outra Vez. Pelo nome das músicas, parece que vai ser uma coisa bem nostálgica pra exaltar nossa girl band favorita (desculpa sociedade, gosto mais de Rouge do que das Spice Girls).

Mas por onde elas andaram durante esse tempo todo?

Fantine

Com o fim do Rouge em 2006, Fantine formou uma banda com seu irmão, a Banda Thó (Thó é o sobrenome da família). Eles começaram a gravar as músicas para lançar um cd independente, mas ela ficou grávida e o lançamento do álbum foi adiado, sem nunca ter sido lançado. Ela se mudou para a Holanda com o marido para dar a luz à filha, Christine, e vive lá até hoje. Começou carreira solo no país, compondo suas próprias músicas em inglês (vale a pena escutar ein!). Fantine não mudou nada, pelo contrário, continua linda e loira e parece que dorme no formol!

Patrícia

CUIDADO: MOMENTO FANGIRL. Sim, Pati sempre foi minha preferida, então preparem-se. Patrícia agora é Lissah Martins! O nome completo dela é Patricia Lissah Kashiwaba Martins e ela decidiu trocar o nome artístico em homenagem ao seu avô. Em 2007, ela gravou a versão brasileira de Gotta Go My Own Way do High School Musical 2, chamada Vou Ser do Jeito que Sou (QUEM LEMBRA DISSO????). Mas foi em 2008 que a carreira dela deslanchou. Pati começou a fazer musicais!!! O que ela está fazendo hoje em dia é Priscilla: a Rainha do Deserto, mas ela já fez até a Bela no musical da Bela e a Fera! E NÃO PARA POR AÍ!!! Você que sonhava em ver as integrantes do Rouge e do Br’oz namorando, pode preparar seu coraçãozinho. Acontece que em 2009, Patrícia e Matheus do Br’oz se casaram (e estão juntos até hoje)! SIIIIIIM, MINHA GENTE!!! Aline e Karin foram madrinhas e todos os outros meninos do Br’oz foram os padrinhos. Só amor!!!

Aline

De longe, a que mais mudou, parece outra pessoa! Não só fisicamente porque na verdade, acho que o que mais chama a atenção é o amadurecimento. Quem diria que aquela menina desmilinguida ia ficar tão elegante e classuda??? Com o fim do Rouge, Aline fez participações em músicas de outros cantores até ser chamada para fazer o musical O Soar da Liberdade. Em 2009, lançou seu cd solo, Saudade do Samba, que mistura samba e MPB, os ritmos que sempre gostou. No final de 2009, voltou aos musicais, participando de Hairspray junto com Karin. Atualmente, está no elenco do musical Tim Maia: Vale Tudo. Mas o mais importante é: ela namora Igor Rickli, ator que faz o Alberto na novela das seis (Flor do Caribe) há dois anos e meio e até moram juntos! Eike inveja

Karin

Sou a única que achava que o nome dela era Karen??? Passado o susto, vamos ao que interessa. Como eu já disse, Karin foi outra que partiu pro ramo dos musicais. Além de Hairspray, também fez Xanadu e Hair. Foi numa apresentação teatral, que foi descoberta por Miguel Falabella, que a convidou para participar da novela que dirigia na época, Aquele Beijo, a primeira experiência de Karin na televisão. Hoje, ela está em Pé na Cova, minissérie que também é de Falabella.

Então quem quiser escutar a música completa, é só ficar ligado na Fábrica de Estrelas que vai ao ar hoje às 21:30 hrs no Multishow.

E pra fechar com chave de ouro, vamos relembrar os bons tempos com a melhor música de todos os tempos!

ywybv8ilgg1y5hfv9ks9

Your Song

14 abr

Sim, eu vou fazer um post sobre a minha música preferida.

“I know it’s not much, but it’s the best I can do my gift is my song and this one’s for you”

Esse foi o primeiro single de Elton John e é do seu segundo álbum intitulado de “Elton John”. Composta em 1967, “Your Song” foi uma das primeiras parcerias entre Elton John e Bernie Taupin, que tinha apenas 17 anos de idade quando escreveu a letra (“por isso os sentimentos extraordinariamente virginais”, ele diz) e Elton John só levou vinte minutos para compor a música.

A primeira gravação de estúdio seria feita pelo Three Dog Night que seria incluída no álbum It Ain’t Easy de 1970. No mesmo ano, quando a interpretação de Elton John chegou nos Estados Unidos como single, (sete meses depois do lançamento de Tumbleweed Connection, seu terceiro álbum), o Three Dog Night preferiu não lançá-la no formato compacto, para ajudar o jovem compositor que, em dezembro de 1970, se destacava nas paradas de sucesso.

A canção foi escrita no café da manhã na casa dos pais de Elton, onde Bernie estava hospedado. A letra original tem manchas de café sobre ela. Elton diz que esta música não é para alguém em particular, de modo que Taupin se recusou a revelar a identidade da pessoa – se essa pessoa realmente existe – que inspirou essa canção. Ele disse em uma entrevista para Music Connection em 1989: “Uma das letras mais ingênua e infantil em todo o repertório da música, mas eu acho que a grande razão é porque era real na época. Isso foi exatamente o que eu estava sentindo, eu tinha 17 anos e estava vindo de alguém cuja visão sobre o amor ou a experiência com o amor era totalmente nova e ingênua. Agora eu nunca poderia escrever essa música de novo ou imitá-la, porque as músicas que eu escrevo agora que falar de amor vindo de pessoas da minha idade geralmente lidam com casamentos desfeitos”.

John Lennon disse “A primeira coisa nova que aconteceu desde que nós (The Beatles) acontecemos”. Eles acabaram se tornando bons amigos.

John Lennon Comes Back with Elton John

Elton John realiza a música em todos os seus concertos, ele disse uma vez que não acha que tenha escrito outra canção de amor tão boa desde então. Em 1971 o seu álbum foi indicado ao Grammy e em 2003 foi classificado como o 468º melhor álbum de todos os tempos pela revista Rolling Stones.

Muitos artistas já gravaram versões para essa música como Ellie Goulding, Billy Paul e Rod Stewart. Desempenhou um papel importante no filme Moulin Rouge e até teve destaque em um episódio de Os Simpsons, em que Apu queria presentear a esposa no dia dos namorados e no final acabou ganhando uma perfomance especial com a frase “This one’s from Apu” no lugar de “This one’s for you”.

 

único vídeo que eu achei com a cena do filme

 

O que me motivou a fazer esse post foi saber que ela seria cantada em Glee e pelo Blake!! Amo a música (lembro que Mariana ficava escrevendo trechos da letra na minha apostila do colégio hahaha) e adorei a versão na voz do Blake:

“I hope you don’t mind, I hope you don’t mind that I put down in words how wonderful life is now you’re in the world”

natalia

Pinky Wednesday: Kevin Williamson

11 abr

MV5BMTUzNzE5NDA4NV5BMl5BanBnXkFtZTcwNDIzMDU2Ng@@._V1._SX640_SY782_

Você provavelmente não sabe quem é esse, mas ele faz vários sucessos por aí e é um dos poucos roteiristas que são creditados em cartazes de filmes.

Kevin Meade Williamson nasceu em 14 de março de 1965 e quando criança era um grande fã de filmes.  Foi pra faculdade com a intenção de atuar, mas só fez pequenas participações em programas de TV e filmes. Williamson se mudou para Los Angeles, em 1990, na esperança de ajudar a sua carreira, mas nada surgiu. Teve aula de roteiro na UCLA e escreveu seu primeiro roteiro Killing Sra. Tingle (que depois se tornou Teaching Mrs. Tingle – Tentação Fatal). Kevin  baseou o vilão do filme em um professor que gritou com ele na frente da classe.

 Uma noite, Kevin assistiu a um especial sobre o Gainseville Ripper e isso deu origem ao que em breve seria Scream (Pânico) em que ele escreveu o roteiro em três dias em Palm Springs. Foi lançado ao público em 20 de dezembro de 1996, teve três sequências e criou um novo capítulo na história de filmes de terror.

 Seu filme favorito é Halloween (1978) e diz que o filme é a razão pela qual começou a escrever. A maioria dos seus filmes tem um personagem chamado Casey, como em Prova Final. Se assumiu gay para os amigos e família em 1992.

Como eu não gosto de filmes de terror, decidi fazer uma lista com as três melhores séries que ele já criou.

 Dawson’s Creek (1998)

936full-dawsons-creek-photo-Cópia

Paulo Stupin, um executivo da Columbia Tri-Star Television, leu Pânico e estava convencido de que Kevin era o homem a criar uma série de televisão para a sua empresa. O resultado foi Dawson’s Creek, um conto semi-autobiográfico. Williamson foi o modelo para Dawson Leery, um romântico incurável que é obcecado por filmes, especialmente os de Steven Spielberg e Joey Potter foi baseada em uma amiga da vida real de Kevin quando ele era jovem e que representa o seu lado cínico, Pacey representa o seu lado brincalhão e Jen é o seu lado rebelde.

A série estreou em 20 de janeiro em 1998 na The WB e foi um sucesso imediato que ajudou a lançar a rede de televisão recém-criada. Em 1999, Williamson deixou o programa para se concentrar em outras atividades como Wasteland, mas logo foi cancelada. Mais tarde, ele voltou a Dawson’s Creek para escrever o final da série em duas partes em 2003.

The Vampire Diaries (2009) vampire-diaries-wallpapers-2012-the-vampire-diaries-pictures

Kevin junto com Julie Plec desenvolveu essa nova série de TV para a The CW que foi adaptada a partir de uma série de livros do mesmo nome de LJ Smith. A série segue a vida de Elena Gilbert que se apaixona pelo vampiro Stefan Salvatore e logo se vê presa em um triângulho amoroso entre Stefan e seu irmão mais velho Damon. Estreou em 10 de setembro de 2009 e tornou-se um sucesso nacional e internacional.

A história pode parecer boba, que é só mais um triângulo amoroso na televisão, mas não é! No início eu também achava isso, comecei a ver a série por causa do Ian Somerhalder (sou dessas, admito) e o que me fez continuar a assistir foi a mitologia da série que é fantástica (principalmente os originais). Você que gosta de uma história sobrenatural, dê uma chance a série!

 The Following (2013)The-Following-cast1-600x439

Ele criou recentemente The Following, que começou a ser exibida na Fox no início desse ano. Estrelando o aclamado ator Kevin Bacon, a série fala sobre um notório assassino em série Joe Carroll que escapa do corredor da morte e faz com que o FBI entre em contato com o ex-agente Ryan Hardy para dar consultoria no caso.

Quando Kevin estava escrevendo Pânico veio a história dessa série ao mesmo tempo. A série já foi renovada para uma segunda temporada, é um sucesso e é realmente boa.